Estágio I: iniciação de uma ou mais microtrincas, devido à deformação elástica cíclica seguida de propagação cristalográfica que se estende de dois a cinco grãos em relação à origem. Estágio II: a fratura progride de microtrincas a macrotrincas, formando superfícies de fratura tal qual platôs paralelos, separados por sulcos paralelos. Os platôs geralmente são lisos e normais à direção de máxima tensão de tração. Estágio III: ocorre no ciclo de tensão final quando o material remanescente não consegue suportar cargas, resultando em uma fratura rápida e repentina.