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“Como o embelezamento da cidade compunha o dispositivo disciplinar urbano que envolvia saúde – saneamento - racionalidade, as novas escolas ganharam estilo neocolonial – ‘tentativa de criar uma versão nacional do ecletismo arquitetônico’, segundo Castro - projetado pelo arquiteto Armando de Oliveira, do Rio de Janeiro.
De fato, o aformoseamento continuou como uma das questões centrais do anseio da remodelação urbana na capital. A década de 20, evidenciando as preocupações nesse sentido, viu surgiu expressivas obras públicas e privadas que reformularam espaços e criaram outros.”
De acordo com o historiador Tião Ponte, na década de 1920, o projeto de embelezamento aproximava-se muito do Rio de Janeiro, capital do país na época. Assim, a remodelação estava na criação de sociabilidade dentre outras coisas, havendo, assim, as remodelações dos espaços. Podemos destacar como principais: