A contribuição de Gilmaísa Costa situa-se no Serviço Social enquanto uma profissão inserida na divisão sociotécnica do trabalho e para enquadrar o assistente social como um trabalhador assalariado, que vende sua força de trabalho para sobreviver, inserindo-se em diferentes processos de trabalho marcados por condições de precarização, alienação e por todos os imperativos que guiam o modo de reprodução capitalista.