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Paciente de 35 anos, portador de esquizofrenia com predomínio de sintomas paranoides, apresentou melhora com risperidona 6 mg/dia, que iniciara após ausência de resposta com haloperidol. A dose está estável há 8 anos. Ao exame, apresenta movimentos irregulares, breves e não repetitivos em tronco e braços de caráter involuntário, que atrapalham suas atividades diárias, sendo essa a sua maior queixa atual. Não tem problemas clínicos relevantes. Diante do caso, qual a melhor conduta?