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Considerada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como sendo uma das piores situações humanitárias do mundo, a guerra do Iêmen já condenou cerca de 20 milhões à fome, além de prejuízos infraestruturais e econômicos praticamente irreversíveis, incluindo a destruição de prédios, escolas, hospitais, fábricas, usinas e a falência generalizada de empresas locais, uma vez que a guerra civil consumiu praticamente todos os recursos e a mão-de-obra disponíveis na região. Em oito anos, mais de 230 mil pessoas foram mortas.
A Questão Iemenita atual tem relação direta com o desfecho da Primavera Árabe naquela região, e é protagonizada