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No texto denominado “O caso do beija-flor caipira”, o professor Sírio Possenti faz uma análise crítica da constante correção que alguns intérpretes fazem da música: “Obviamente, não faria sentido corrigir uma letra como esta. Seria mais ou menos como corrigir textos antigos. O que se pode fazer em aula é a simulação de uma edição “culta”. Como exercício, ou prática de análise. Mas logo se verá que a tarefa falha, ou pagaria preço alto demais, com a perda de rimas...”
(O caso do beija-flor caipira in Língua, n.108, ano 9. Outubro de 2014.)
Trecho da música sobre a qual versa Sírio Possenti: Cheguei na beira do porto
Onde as onda se espraia
As garça da meia vorta
E senta na beira da praia
E o cuitelinho não gosta
Que o botão de rosa caia ai ai
Cuitelinho – Autor desconhecido
Um dos argumentos do autor para defender a não correção do texto é de que, tendo ele sido corrigido, haveria a perda da rima. Assinale a alternativa na qual o par de palavras, se fosse corrigido, não rimaria mais.