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Em capítulo do Livro Família, Famílias: práticas sociais e conversações contemporâneas (2010, p. 15-38), ao discutirem as configurações familiares, Rita Freitas e outros consideram que “Esse modelo de família que conhecemos tem uma história recente (...) no início do século XVIII, com o surgimento da escola, da preocupação com a privacidade e igualdade entre os filhos, da manutenção das crianças junto aos pais e o sentimento da família sendo valorizado pelas instituições sociais (como a Igreja ou a medicina), é que começou a desenhar o perfil da família que hoje conhecemos e aprendemos a pensar como universal, sem atentar para a sua construção”: