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A hipertensão arterial (HA) é uma doença crônica não transmissível (DCNT), definida por níveis pressóricos, em que os benefícios do tratamento (não medicamentoso e/ou medicamentoso) superam os riscos.
Sobre HA, leia as afirmativas abaixo:
I. Uma das estratégias da Atenção Básica, nesse momento de pandemia (Sars-Cov-2 – Covid-19), é fazer uso de alternativas não presenciais de atendimento e monitoramento dos usuários com HA, como a realização de teleconsulta, considerando a estratificação de risco e de maneira a avaliar a necessidade de realização de visitas domiciliares e/ou atendimentos presenciais.
II. Pessoas com hipertensão têm risco aumentado ao novo coronavírus. No sistema cardiovascular, tanto a síndrome respiratória aguda grave quanto o novo coronavírus (SARS-CoV-2) infectam as células hospedeiras por meio de receptores da proteína ACE2, levando à pneumonia relacionada à doença por coronavírus (COVID-19), além de causar lesão miocárdica aguda e danos crônicos ao sistema cardiovascular.
III. Tem alta prevalência, sendo considerada um dos principais fatores de risco para as Doenças Cardiovasculares (DCV) e renais. Por se tratar de uma doença frequentemente assintomática, existe uma grande dificuldade à adesão aos cuidados. O consumo excessivo de sódio é um dos principais fatores de risco modificáveis para a prevenção e o controle da HA e das DCV. Recomenda-se que a ingestão de sódio seja limitada a, aproximadamente, 4 g/dia (equivalente a cerca de 7 g de sal por dia) na população em geral.
IV. Recomenda-se que o seu diagnóstico seja baseado nas medições repetidas da PA, no consultório, em mais de uma consulta, exceto quando é HA estágio 2 e especialmente nos pacientes de médio risco. A cada consulta, três medidas da PA devem ser registradas, com 2 a 5 minutos de intervalo, e medidas adicionais devem ser realizadas, se as duas primeiras leituras resultarem em > 15 mmHg. A PA do paciente é a média das duas últimas leituras da PA.
Somente está CORRETO o que se afirma em