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457941201620632
Ano: 2015Banca: FUNCABOrganização: Prefeitura de Anápolis - GODisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Intoxicações e Acidentes | Lesões Traumáticas
Perda do alinhamento ósseo ou sua consistência, causada por estresse ou trauma é uma característica que expressa uma:
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457941201820041
Ano: 2016Banca: FUNCABOrganização: Prefeitura de Anápolis - GODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Conjunções | Morfologia
Texto associado

Viver ou juntar dinheiro?

  Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra, porque ela nem precisa dos meus comentários. Lá vai: 

  “Prezado Max, meu nome é Sérgio. Tenho 61 anos e pertenço a uma geração azarada. Quando eu era jovem, as pessoas me diziam pra eu escutar os mais velhos que eram mais sábios; agora eles dizem pra eu escutar os mais jovens porque eles são mais inteligentes.

  Na semana passada, li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muitas coisas. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante. 

  Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas.

  E descobri pra minha surpresa que hoje poderia estar milionário. Bastava não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei e, principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis. 

  Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 1 milhão de reais na conta bancária. É claro que eu não tenho esse dinheiro! Mas, se tivesse, sabe o que esse dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade. 

  Por isso, acho que me sinto feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.” 

(transcrição de uma coluna de Max Gehringer, na rádio CBN. Disponível em http.<www.recantodasletras.com.br>. Acesso em 26 nov. 2015)

A locução destacada em: “POR ISSO, acho que me sinto feliz em ser pobre.” pode, no contexto, ser substituída, sem alteração de sentido, por:
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3

457941202007089
Ano: 2016Banca: FUNCABOrganização: Prefeitura de Anápolis - GODisciplina: Nutrição e DietéticaTemas: Fisiologia do Corpo Humano
Chama-se grelina o hormônio que estimula a produção de GH, além de exercer outras atividades neurológicas, e que é secretado pela seguinte glândula:
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457941201775610
Ano: 2016Banca: FUNCABOrganização: Prefeitura de Anápolis - GODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Adjetivos | Análise Textual | Morfologia
Texto associado

Viver ou juntar dinheiro?

  Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra, porque ela nem precisa dos meus comentários. Lá vai: 

  “Prezado Max, meu nome é Sérgio. Tenho 61 anos e pertenço a uma geração azarada. Quando eu era jovem, as pessoas me diziam pra eu escutar os mais velhos que eram mais sábios; agora eles dizem pra eu escutar os mais jovens porque eles são mais inteligentes.

  Na semana passada, li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muitas coisas. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante. 

  Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas.

  E descobri pra minha surpresa que hoje poderia estar milionário. Bastava não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei e, principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis. 

  Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 1 milhão de reais na conta bancária. É claro que eu não tenho esse dinheiro! Mas, se tivesse, sabe o que esse dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade. 

  Por isso, acho que me sinto feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.” 

(transcrição de uma coluna de Max Gehringer, na rádio CBN. Disponível em http.<www.recantodasletras.com.br>. Acesso em 26 nov. 2015)

Se o adjetivo do trecho: “eram mais sábios” fosse empregado na forma erudita do grau superlativo absoluto sintético, ter-se ia:
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457941202073100
Ano: 2015Banca: FUNCABOrganização: Prefeitura de Anápolis - GODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Colocação Pronominal | Morfologia dos Pronomes
O poder das palavras

Sustentabilidade ou responsabilidade social empresarial? Mas por que apenas social? Não deveria ser responsabilidade socioambiental? E onde foi parar o desenvolvimento sustentável? Essas e outras perguntas parecidas têm rondado as conversas e os pensamentos de muita gente, sinalizando uma perigosa confusão. Cada um desses conceitos tem um importante valor, e o que significam vai muito além dos modismos de gestão ou de comunicação.

É fácil errar quando uma empresa ou seus dirigentes não têm clareza sobre o que de fato significam as bonitas palavras que estão em suas missões e valores ou em seus relatórios e peças de marketing. Infelizmente, não passa um dia sem vermos claros sintomas de confusão. O que dizer de uma empresa que mal começou a praticar coleta seletiva e já sai por aí se intitulando “sustentável”? Ou da que anuncia sua “responsabilidade social” divulgando em caros anúncios os trocados que doou a uma creche ou campanha de solidariedade? Na melhor das hipóteses, elas não entenderam o significado desses conceitos. Ou, se formos um pouco mais críticos, diremos tratar-se de oportunismo irresponsável, que não só prejudica a imagem da empresa mas — principalmente — mina a credibilidade de algo muito sério e importante. Banaliza conceitos vitais para a humanidade, reduzindo-os a expressões efêmeras, vazias.

Hoje, vejo empresas criando áreas de “sustentabilidade” em paralelo com seus departamentos de “responsabilidade social” ou simplesmente rebatizando as áreas que já tinham. Vejo tratarem “responsabilidade social” como uma ideia fora de moda, envelhecida frente à atualíssima “sustentabilidade”. Isso já seria grave pela confusão que cria entre seus funcionários. Porém, ainda mais grave é a dúvida transmitida ao mercado e aos demais stakeholders: qual o real compromisso da empresa? É com a construção de um mundo socialmente justo, ecologicamente viável e economicamente próspero? Ou é com seu desejo de parecer atualizada e sintonizada com as prioridades de momento?

A questão não é a precisão técnica das palavras utilizadas: é o que a maneira de usá-las revela sobre quem realmente somos e sobre o que de fato desejamos.

É bom que as empresas queiram ser sustentáveis e socialmente responsáveis. É ótimo que comecem a fazer algo nesse sentido. Mas é péssimo quando, ao tentar fazer isso, elas reforçam os argumentos de quem deseja jogar a responsabilidade social empresarial na vala comum das espertezas marqueteiras.

Para concluir, um lembrete prático: sustentabilidade é a qualidade do que é sustentável, ou seja, da situação que pode se manter continuamente, pois não exaure os recursos de que necessita. É a situação que a humanidade almeja para não correr o risco de sua autoextinção. Desenvolvimento sustentável é o modelo de progresso econômico e social que permitirá que todos os seres humanos atinjam boas condições de vida — sem comprometer nossa sustentabilidade.
 
Finalmente, ter responsabilidade social empresarial (ou corporativa) é conduzir uma empresa de forma que ela contribua para o desenvolvimento sustentável (incluindo assim tanto os aspectos ligados ao meio ambiente como os ligados às condições sociais e às relações saudáveis com consumidores, trabalhadores e demais stakeholders).

Em suma, não são modas novas versus antigas ou conceitos que se substituem indiscriminadamente: são faces de um mesmo processo. Peças do mesmo quebra-cabeça que —juntos — estamos aprendendo a montar.

BELINKY, Aron. . O poder das palavras Guia Exame de Sustentabilidade. São Paulo:Abril, 2008. 

stakeholders: designa pessoas e grupos mais importantes para um planejamento estratégico ou plano de negócios, ou seja, as partes interessadas.

Considerando o contexto em que se produziu a colocação do pronome oblíquo, em “Banaliza conceitos vitais para a humanidade, reduzindo-os a expressões efêmeras, vazias.”, pode-se afirmar, corretamente, que foi assim realizada porque:
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457941200787741
Ano: 2016Banca: FUNCABOrganização: Prefeitura de Anápolis - GODisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Tratamento de Choques | Atendimento de Urgência e Emergência
Com relação à assistência da equipe de enfermagem, em caso de choque séptico, é correto afirmar que se deve:
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457941201458365
Ano: 2016Banca: FUNCABOrganização: Prefeitura de Anápolis - GODisciplina: Nutrição e DietéticaTemas: Gestão de Compras e Estoque | Gestão de Serviços de Alimentação
A nutricionista responsável pela elaboração dos cardápios de uma unidade de alimentação e nutrição, em um dia da semana irá utilizar o vegetal batata inglesa. Quantos quilos deste alimento irá adquirir, sabendo-se que o número de comensais é igual a 450, seu fator de correção é 1,06 e o seu per capita é 100 g?
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8

457941201022046
Ano: 2016Banca: FUNCABOrganização: Prefeitura de Anápolis - GODisciplina: Nutrição e DietéticaTemas: Técnicas de Conservação de Alimentos | Tecnologia Alimentar
Na conservação de alimentos por refrigeração, ocorre a produção de uma bacteriostase, que significa:
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9

457941200600630
Ano: 2016Banca: FUNCABOrganização: Prefeitura de Anápolis - GODisciplina: Nutrição e DietéticaTemas: Políticas de Saúde Pública | Nutrição e Saúde Coletiva
Marque a alternativa que apresenta uma das diretrizes básicas que devem ser observadas pelo Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde, a fim de garantir a gestão participativa.
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10

457941201012083
Ano: 2016Banca: FUNCABOrganização: Prefeitura de Anápolis - GODisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Geriatria
Em 1933 foi criado o primeiro Instituto de Aposentadoria e Pensões, este instituto foi o dos:
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