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457941200201161
Ano: 2013Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Poá - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Processo de Alfabetização e Letramento | Educação Pré-Escolar
Conforme Solé, é correto afirmar que
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2

457941200265560
Ano: 2015Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Poá - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Sintática | Sintaxe
Texto associado

    Entro no restaurante, sento-me, consulto o cardápio. E então reparo que alguns dos presentes, nas mesas em volta, não comem. Fotografam. O prato está pronto, e eles, antes de usarem os talheres, tiram foto da refeição com os celulares – de todos os ângulos, como se tivessem uma Gisele Bündchen na frente.

    Por momentos, penso que o problema é médico: pessoas com primeiros sintomas de demência que gostam de registrar o que comeram ao almoço para não repetirem ao jantar.

    Depois sou informado de que não: é moda fotografar os pratos e enviá-los para as redes sociais. Se os “amigos” sabem onde estamos e o que fazemos 24 horas por dia, é inevitável saberem também o que comemos. Desconfio até de que existem competições gastronômicas em que os pratos são usados como exibição de classe. Se as férias em família já servem para isso – esqui na Suíça, praia em Bali – por que não o almoço ou o jantar?

    Mas o pasmo não termina com os fotógrafos. Continua com os enólogos amadores que tomaram conta do espaço público. No mesmo restaurante, os clientes giram os copos, cheiram, conferem a cor. Depois provam, fecham os olhos e invariavelmente convidam o empregado a servir o vinho. Quando foi que o mundo distribuiu diplomas de enologia pelo pessoal? E por que motivo eu não fui convidado?

(João Pereira Coutinho, In vino veritas. Folha de S.Paulo, 21.07.2015. Adaptado)

A expressão destacada na frase – O prato está pronto, e eles, antes de usarem os talheres, tiram foto da refeição com os celulares – expressa, no contexto, circunstância com o sentido de
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3

457941201803978
Ano: 2015Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Poá - SPDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Frações e Decimais | Aritmética
Um aluno dividiu um número natural por outro número natural na sua calculadora, e ela apresentou como resultado a dízima periódica 0,454545… A respeito dos números que participaram da divisão feita pelo aluno, é necessariamente correto afirmar que
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4

457941201835286
Ano: 2015Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Poá - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Psicologia Educacional | Psicologia Genética de Piaget
Para Piaget, é, em particular, um dos valores obtidos e precisamente o mais interessante para o estudo da lógica da criança que parece oferecer certas garantias: a proporção da linguagem egocêntrica com relação ao conjunto de linguagem espontânea da criança. Segundo o teórico, a linguagem egocêntrica tem como características
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5

457941202078790
Ano: 2015Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Poá - SPDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Aritmética | Unidades de Medida
Quando empilhadas, 20 folhas idênticas de um determinado tipo de papel formam um paralelepípedo reto-retângulo de 1 mm de altura. Considerando que cada folha mede 10 cm por 20 cm, e que 1 m3 do tipo de papel usado para fazer as folhas tem massa de 100 kg, então, 500 folhas desse tipo empilhadas têm massa igual a
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6

457941201654548
Ano: 2014Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Poá - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sintaxe | Concordância Verbal e Nominal
Assinale a alternativa em que a concordância está de acordo com a norma­padrão da língua portuguesa.
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7

457941200500366
Ano: 2013Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Poá - SPDisciplina: Informática BásicaTemas: Sistemas Operacionais | Microsoft Windows
Por padrão, o MS-Windows 7, em sua configuração original, armazena um arquivo de extensão JPG, GIF, PNG ou BMP na biblioteca
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8

457941200704844
Ano: 2015Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Poá - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Reescrita Textual | Morfologia dos Pronomes | Uso da Crase | Pronomes Pessoais do Caso Oblíquo
Texto associado
      Em 1956, John McCarthy, um cientista da computação do Dartmouth College, então com menos de 30 anos, cunhou a expressão inteligência artificial (IA). De forma simples como os aros pesadões de seus óculos, ele definiu o novo campo de estudos: “A engenharia de fabricar máquinas inteligentes".

      A ambição de criar robôs dotados de esperteza é anterior, remete aos mitos da Grécia antiga, tal qual o de Talo, o gigante de bronze criado pelos deuses. Mas foi só a partir de meados do século passado, com o trabalho de estudiosos como McCarthy, que a chance de produzir androides come- çou a ser levada a sério. Rapidamente brotaram medos exagerados e possibilidades descabidas, refletidas na ficção em obras da literatura. O exemplo mais evidente é o clássico Eu, Robô, de Isaac Asimov – no qual se apresentaram as Três Leis da Robótica, que controlariam a IA e, desrespeitadas, gerariam monstros de ferro e alumínio nas veias. Hoje, sabe- -se que não passa de bobagem a mirabolante visão de um futuro de guerras fratricidas contra nossas crias.

      A IA progrediu e, silenciosamente, está perto de superar a capacidade mental humana, principalmente em tarefas padronizadas e exatas, como nos cálculos financeiros ou na promessa de carros sem motorista. Não há o conflito desenhado, a não ser no cinema. É cada um na sua. As máquinas não param de evoluir, mas estritamente como máquinas. Os humanos serão cada vez mais humanos, com fraquezas, inseguranças e imperfeições.

      Pedir a um software capaz de pintar como Van Gogh que cortasse a própria orelha deixaria os algoritmos tontos, perdidos, incapazes de entender o comando suicida.

(Felipe Vilic, Raquel Beer e Rita Loiola, Cada um na sua. Veja, 22.07.2015, p. 78. Adaptado)
Assinale a alternativa que reescreve o trecho destacado em – Pedir a um software capaz de pintar como Van Gogh que cortasse a própria orelha deixaria os algoritmos tontos, perdidos, incapazes de entender o comando suicida. – de acordo com a norma-padrão de emprego do sinal indicativo de crase e de colocação de pronomes.
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9

457941202029544
Ano: 2014Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Poá - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Semântica Contextual | Análise Textual
Texto associado
       “Cacilda!", exclamei ao entrar na plateia do teatro Cacilda Becker para assistir ao espetáculo “Eu Não Sou Bonita", com direção e atuação da espanhola Angélica Liddell. Não, infeliz­mente meu clamor não estava vinculado à admiração pela glo­riosa atriz que batiza a casa. Fato está que dei de cara com um cavalo branco que, de tão grande, mais parecia um alce. O pobre animal estava entocado num canto do palco atrás de um monte de feno, cena assaz perturbadora.
      Enquanto a protagonista não chegava ao palco para nos brindar com sua crítica à brutalidade da sociedade patriarcal, eu viajei perdida em conjecturas. “E esse animal é mesmo necessá­rio em cena?", pensei. Lembrei de “Equus", de Peter Shaffer, em 1975. Minha mãe me levou para assistir na Broadway, estrelado por Anthony Perkins. Que show! A maneira como resolveram a presença de cavalos em cena foi eficiente e sintética: máscaras, tamancões, bailarinos e pronto.
      Uma imponente Angélica Liddell entrou em cena jorrand o versos em choro. “Cansei de ser mulher, de ter vergonha! Ensi­naram­me a detestar meu corpo…" A atriz é performática, bem anos 1980. Vai abrindo uma cerveja e outra e afogando as mágoas do tamanho do equino. Você começa a entender que a perso­nagem sofreu alguma barbaridade na infância. Só quem não se comove é o cavalo, que não para de mastigar alfafa e parece se incomodar a cada vez que ela quebra um objeto ou grita.
      De repente, um punhado de ativistas está sobre o palco exi­bindo cartazes. “Tirem o animal!"; “Animal não é propriedade!"; “Sejamos artistas, não algozes!".
      No mínimo, é interessante ver a interferência de jovens e xpressando os direitos de quem não tem voz ativa, não? Só que o público não viu graça. Devo ter tido a má sorte de cair com uma plateia intolerante. Vai ver, sobrei com a turma que consi­dera “arte" uma coisa que deve ser levada muito, muito a sério.
      A garotada pediu para dizer umas palavras e avisou que iria embora logo. Porém, homens adultos, mulheres refinadas, supostos apreciadores de cultura levantaram­se enfurecidos e, amparados na unanimidade de respeitadores da ordem, partiram para um bullying violento contra os manifestantes.
      A porta­voz tentou falar, mas foi abafada pela gritaria. Lem­brou - ­me da cena deprimente que presenciei no ano passado, ao mediar um debate da blogueira cubana Yoani Sánchez, violen­tamente impedida de falar. Intransigência no lugar de diálogo.
      Finalmente, depois de serem xingadas, humilhadas e tratadas por loucas, as moças puderam falar. Uma das manifestantes desceu do palco e sentou­se, tremendo, na cadeira ao meu lado. “Como a senhora se chama?", perguntou. Respondi. Ela havia me visto filmando.
      “Sou estudante de veterinária, posso lhe garantir que o cavalo não deveria estar ali, a senhora entende, sabe o que é um ser senciente?"
      Sei sim, é um ser capaz de sentimentos como dor e agonia e emoções próximas ao pensamento. Mais do que muitos ali pare­cem dominar. Inclusive a protagonista. Sim, porque, para quem deseja denunciar injustiça e preconceito, o ato de jogar seus irmãos de armas aos leões mostrou a medida de sua sinceridade.

                                                                                                            (Barbara Gancia, Folha de S.Paulo, 15.03.2014. Adaptado)



A passagem que apresenta termos empregados com sentidos opostos está na alternativa:
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457941200411089
Ano: 2013Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Poá - SPDisciplina: Serviço Social e Políticas PúblicasTemas: Assistência Social | Políticas Públicas Sociais Pós-Constituição de 1988 e Neoliberalismo | Políticas Públicas Sociais | Conselhos de Assistência Social | Serviço Social e Grupos Minoritários
As principais inovações no campo democrático advêm das práticas geradas pela sociedade civil que alteram a relação estado-sociedade, ao longo do tempo, e constroem novas formas de agir político, especialmente na esfera pública não-estatal. São várias as novas práticas sociais expressas em novos formatos institucionais, como os conselhos, os fóruns, as assembleias populares, as parcerias. É correto afirmar que, por meio dos conselhos, a sociedade civil exercita o direito de participar da gestão de diferentes políticas públicas, tendo a possibilidade de exercer
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