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457941201348148
Ano: 2015Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Poá - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Compreensão e Interpretação Textual
Texto associado
      Em 1956, John McCarthy, um cientista da computação do Dartmouth College, então com menos de 30 anos, cunhou a expressão inteligência artificial (IA). De forma simples como os aros pesadões de seus óculos, ele definiu o novo campo de estudos: “A engenharia de fabricar máquinas inteligentes".

      A ambição de criar robôs dotados de esperteza é anterior, remete aos mitos da Grécia antiga, tal qual o de Talo, o gigante de bronze criado pelos deuses. Mas foi só a partir de meados do século passado, com o trabalho de estudiosos como McCarthy, que a chance de produzir androides come- çou a ser levada a sério. Rapidamente brotaram medos exagerados e possibilidades descabidas, refletidas na ficção em obras da literatura. O exemplo mais evidente é o clássico Eu, Robô, de Isaac Asimov – no qual se apresentaram as Três Leis da Robótica, que controlariam a IA e, desrespeitadas, gerariam monstros de ferro e alumínio nas veias. Hoje, sabe- -se que não passa de bobagem a mirabolante visão de um futuro de guerras fratricidas contra nossas crias.

      A IA progrediu e, silenciosamente, está perto de superar a capacidade mental humana, principalmente em tarefas padronizadas e exatas, como nos cálculos financeiros ou na promessa de carros sem motorista. Não há o conflito desenhado, a não ser no cinema. É cada um na sua. As máquinas não param de evoluir, mas estritamente como máquinas. Os humanos serão cada vez mais humanos, com fraquezas, inseguranças e imperfeições.

      Pedir a um software capaz de pintar como Van Gogh que cortasse a própria orelha deixaria os algoritmos tontos, perdidos, incapazes de entender o comando suicida.

(Felipe Vilic, Raquel Beer e Rita Loiola, Cada um na sua. Veja, 22.07.2015, p. 78. Adaptado)
Segundo o texto, obras literárias de ficção, como Eu, Robô, de Isaac Asimov,
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457941201849955
Ano: 2015Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Poá - SPDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Problemas Algébricos | Álgebra
Um colégio vai comprar conjuntos de “uma mesa e quatro cadeiras” que serão distribuídos, completos, por quatro salas (A, B, C e D) de laboratórios, todas inicialmente vazias. Sabe-se que o número de mesas na sala C será igual ao dobro do número de mesas da sala A, e que a diferença entre o número de mesas das salas D e B, nessa ordem, será igual a 2. Para atender perfeitamente a essas condições, o colégio comprou um número de conjuntos que totalizaram 100 cadeiras. Depois de feita a compra e a distribuição dos conjuntos pelas salas, curiosamente, a sala B ficou com o número de cadeiras igual ao quadrado do número de mesas. Nas condições descritas, as duas salas com o maior número de mesas ficaram, juntas, com um total de cadeiras igual a
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457941200725058
Ano: 2014Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Poá - SPDisciplina: Direito AdministrativoTemas: Delegação de Serviços Públicos: Concessão e Permissão | Gestão de Serviços Públicos
Considerando as distinções entre outorga e delegação de serviços públicos, assinale a alternativa correta.
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4

457941201121669
Ano: 2015Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Poá - SPDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Cálculo de Juros Simples | Aritmética
Gabriel investiu R$ 4.000,00 a juro simples durante 7 meses em uma aplicação A, com taxa mensal i e obteve R$ 198,80 de juros. Após esse período, ele voltou a investir R$ 4.000,00 em uma outra aplicação B a juro simples, que rendia por mês 0,04 ponto percentual a mais que i, durante 1 ano e 4 meses. Nessa segunda aplicação B, Gabriel recebeu de juros o valor de
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457941201144851
Ano: 2019Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Poá - SPDisciplina: Direito TributárioTemas: Imposto Predial e Territorial Urbano | Impostos Municipais
Em relação ao imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana, é correto afirmar:
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6

457941201380916
Ano: 2015Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Poá - SPDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Cálculo de Porcentagem | Aritmética
Um comerciante vendeu duas máquinas por R$ 19.500,00 cada. Uma das máquinas foi vendida por um preço 25% superior ao preço de custo, e a venda da outra máquina resultou em prejuízo de 20% sobre o preço de custo. Em relação aos preços de custo, o valor obtido com a venda dessas duas máquinas
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7

457941201597309
Ano: 2015Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Poá - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia Verbal | Emprego do Ponto e Vírgula | Pronomes Relativos | Classificação Verbal | Pontuação | Emprego das Aspas | Emprego da Vírgula | Morfologia dos Pronomes
Texto associado
      Em 1956, John McCarthy, um cientista da computação do Dartmouth College, então com menos de 30 anos, cunhou a expressão inteligência artificial (IA). De forma simples como os aros pesadões de seus óculos, ele definiu o novo campo de estudos: “A engenharia de fabricar máquinas inteligentes".

      A ambição de criar robôs dotados de esperteza é anterior, remete aos mitos da Grécia antiga, tal qual o de Talo, o gigante de bronze criado pelos deuses. Mas foi só a partir de meados do século passado, com o trabalho de estudiosos como McCarthy, que a chance de produzir androides come- çou a ser levada a sério. Rapidamente brotaram medos exagerados e possibilidades descabidas, refletidas na ficção em obras da literatura. O exemplo mais evidente é o clássico Eu, Robô, de Isaac Asimov – no qual se apresentaram as Três Leis da Robótica, que controlariam a IA e, desrespeitadas, gerariam monstros de ferro e alumínio nas veias. Hoje, sabe- -se que não passa de bobagem a mirabolante visão de um futuro de guerras fratricidas contra nossas crias.

      A IA progrediu e, silenciosamente, está perto de superar a capacidade mental humana, principalmente em tarefas padronizadas e exatas, como nos cálculos financeiros ou na promessa de carros sem motorista. Não há o conflito desenhado, a não ser no cinema. É cada um na sua. As máquinas não param de evoluir, mas estritamente como máquinas. Os humanos serão cada vez mais humanos, com fraquezas, inseguranças e imperfeições.

      Pedir a um software capaz de pintar como Van Gogh que cortasse a própria orelha deixaria os algoritmos tontos, perdidos, incapazes de entender o comando suicida.

(Felipe Vilic, Raquel Beer e Rita Loiola, Cada um na sua. Veja, 22.07.2015, p. 78. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a pontuação e o emprego de pronomes e verbos estão de acordo com a norma-padrão.
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8

457941200560173
Ano: 2013Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Poá - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado

                 Somos muitos ou somos poucos?


      Na sexta passada, imobilizado na av. Nove de Julho enquanto se aproximava a hora da sessão de cinema para a qual tinha adquirido meu ingresso, eu pensava que, decididamente, somos muitos. Em compensação, sozinho, à noite, numa fazenda na região do Urucuia, em Minas Gerais, ou numa ilha de Angra, já me aconteceu de pensar que somos muito poucos.

      No fim de semana, li o novo livro de Dan Brown, “Inferno”. O tema da vez é o crescimento demográfico. O vilão da história acha que o mundo tem um único problema sério: a humanidade está crescendo de tal forma que, em breve, sua subsistência se tornará impossível. Todas as inquietações ecológicas (a perspectiva da falta de água potável ou de alimentos, o aquecimento global etc.) seriam, segundo ele, consequências do crescimento enlouquecido de nossa espécie – fadada a desaparecer por seu próprio sucesso.

      Quantos humanos nasceram na Terra desde a aparição do homem? Há estimativas para todos os gostos. Segundo uma delas, mencionada no livro, foram 9 bilhões desde o começo, e 7 desses 9 estão vivos hoje.

      É certo que o crescimento populacional se acelerou de uma maneira bizarra. Éramos 1 bilhão em 1804, levamos 150 anos para chegarmos a 3 bilhões (nos anos 60), e passamos dos 7 bilhões em 2011. Em 2050 poderíamos ser 10 bilhões.

      Enquanto Dan Brown me convencia de que somos muitos, a “Veja” de sábado passado publicou uma matéria de capa sobre as mulheres que decidem não ter filhos. A revista anunciava: “o número de famílias brasileiras sem filhos cresce três vezes mais do que o daquelas com crianças”.

      Em geral, quanto mais um povo se desenvolve cultural e economicamente (ou seja, quanto mais um povo se parece com o Ocidente moderno e desenvolvido), tanto menor é o número médio de filhos por família. Para que a espécie não encolha, é preciso que, em média, haja 2,1 filhos para cada dois adultos – ou seja, se todos casarem, nove em dez casais devem ter dois filhos e um deve ter três. Uma boa metade da população da Terra (incluindo o Brasil) não está fazendo o necessário para repor seus mortos.

      Temporariamente, haverá (já está havendo) deslocamento de populações dos lugares menos modernizados e mais pobres (onde a população ainda cresce) para os lugares mais ricos, onde ela diminui. Mas, e depois disso, se todos se “modernizarem”?

      Em conclusão, quem tem razão, “Veja” ou Dan Brown? Vamos desaparecer porque estamos crescendo demais? Ou vamos desaparecer por extinção, como os pandas, que deixaram de se reproduzir como deveriam? Não sei.

                                                     (Folha de S.Paulo, 30.05.2013. Adaptado)

A leitura do texto permite concluir que, na opinião do autor,
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9

457941200705781
Ano: 2015Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Poá - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Semântica Contextual | Análise Textual
Texto associado

    Minha avó gostava de festa. Minha mãe gosta de festa. Eu gosto de festa.

    Quando penso em dar uma festa, meu coração se anima. Muitas vezes, no meio da lista de convidados e acepipes, tenho vontade de desistir diante da trabalheira da empreitada.

    Respiro, me lembro das últimas festas que dei, penso na minha avó e na minha mãe em seus mistos de alegria e tensão, e acabo seguindo em frente.

    Há que comemorar, há que manter os bolos, as velas, os brindes.

    Há que passar adiante o “Parabéns pra Você”, mesmo que no meio da canção tudo pareça engraçado e sem sentido. Vale a pena. Nunca me arrependi de dar uma festa. No mínimo, fico feliz de ver meus vários afetos misturados em minha casa, conversando entre si, se juntando em tranças que retornam ao novelo do meu coração.

    Não sei direito o porquê, mas tenho especial prazer em ver o namorado da filha da minha amiga em papo animado com a minha sogra, por exemplo. Improváveis misturas humanas a partir de mim. Foi assim que meu pai fez amizade com a mãe do segundo marido de minha mãe.

    Tuta era uma senhora sacudida. Sempre de salto alto, se maquiava muito, punha flores no cabelo, fazia discursos, cantava e tocava piano.

    Tinha passado a maior parte da vida longe da família e foi resgatada por minha mãe, que, inconformada e antes tarde do que nunca, decidiu presentear seu marido com o reencontro emocionado com a mãe desgarrada. Tuta passou, então, a frequentar as festas da família.

    Conviveu com o filho, a nova nora e os parentes que pouco conhecia durante algum tempo, até que Fernando se foi. Viúva, minha mãe herdou de seu amado a mãe excêntrica, que continuou a fazer seus discursos, a tocar e a cantar nas festas lá de casa até seus 98.

    Um tempo depois da morte de Fernando, meu pai voltou a frequentar as festas. Também afeito à cantoria, se juntou a Tuta nas canções e até declamavam poesias. Em uma festa de aniversário que ela promoveu em seu pequeno apartamento na Tijuca, minha mãe deu de cara com uma cena curiosa: os dois sozinhos na sala. Tuta ao piano e meu pai já exibindo pela janela sua linda voz de tenor. Numa manobra do destino, meu pai virou grande amigo da mãe do segundo marido de minha mãe.

    A vida faz um bom crochê. As festas ajudam. Há que celebrar.

(Denise Fraga, Há que celebrar. http://www1.folha.uol.com.br/colunas. Acesso em: 24.07.2015. Adaptado)

Os adjetivos destacados nas expressões – mãe excêntrica – e – mãe desgarrada – significam, no contexto, respectivamente,
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457941200495915
Ano: 2019Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Poá - SPDisciplina: Direito TributárioTemas: Distribuição das Receitas Tributárias
Em relação à repartição das receitas tributárias, dispõe a Constituição Federal:
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