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457941200778914
Ano: 2018Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: SESAP-RNDisciplina: Segurança do Trabalho e Normas Regulamentadoras (NRs)Temas: Saúde e Segurança Ocupacional | Gestão de Riscos Ocupacionais
Entende-se como confiabilidade a probabilidade de um equipamento ou sistema desempenhar satisfatoriamente suas funções específicas, por um período de tempo, sob um dado conjunto de condições de operação. Denominada de “não confiabilidade”, a probabilidade de Falha é o complemento dessa confiabilidade expresso em decimal. Nesse contexto , considere um sistema com tempo médio entre falhas (TMEF) de 0,30x105 horas, e um tempo de operação (t) de 1.000 horas. Nesse caso, a probabilidade de falha do sistema é
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457941202087340
Ano: 2025Banca: IDECANOrganização: SESAP-RNDisciplina: Odontologia ClínicaTemas: Odontologia Pediátrica | Farmacologia Odontológica | Odontologia Pré-Clínica
Uma criança de 8 anos com histórico de cardiopatia congênita cianótica não reparada comparece ao consultório odontológico para a exodontia de um molar decíduo com extensa destruição coronária. Assinale a alternativa que indica a conduta correta em relação à profilaxia antibiótica antes do procedimento.
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457941200494874
Ano: 2018Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: SESAP-RNDisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Farmacologia e Anestesiologia Clínica | Cuidados Intensivos | Ventilação Mecânica
Na sala de recuperação pós anestésica, após ser submetido a uma apendicectomia convencional, sob anestesia raquidiana, um paciente do sexo masculino, 18 anos de idade e previamente saudável, apresenta uma parada cardiorrespiratória. Realizadas as condutas de ressuscitação adequadas por 20 min, o paciente apresenta ritmo cardíaco regular com pressão arterial de 120x80 mmHg, porém permanece comatoso, não responsivo e sob ventilação mecânica.
A conduta a ser adotada neste momento será:
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4

457941200752182
Ano: 2010Banca: FUNCABOrganização: SESAP-RNDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Vacinação | Programa Nacional de Imunizações
Em uma situação especial de surto ou epidemia de uma doença, cuja vacinação esteja incluída no Programa Nacional de Imunizações (PNI), segundo o Manual de Normas de Vacinação do Ministério da Saúde podem ser adotadas medidas:
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457941200187193
Ano: 2018Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: SESAP-RNDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia | Artigos
Enfarte: genética versus hábitos
Riad Younes

Desde o fim da década de 1930, a comunidade médica detectou com clareza maior concentração de casos de enfarte em algumas famílias, levando à teoria da predisposição genética para a ocorrência de doenças cardiovasculares. Parentes de pacientes que foram diagnosticados com enfarte ou derrame tinham maiores chances de eles mesmos apresentarem o quadro durante sua vida.
Nas décadas subsequentes, vários estudos correlacionaram os hábitos dos pacientes como fatores de risco para doenças cardiovasculares. Sedentarismo, tabagismo, obesidade, entre outros, aumentam drasticamente as chances de enfarte.
Depois, vários cientistas passaram a estudar a correlação dos riscos genéticos com os comportamentais, na tentativa de avaliar o peso que cada risco tinha na determinação do destino do coração dos indivíduos. Dúvidas como se filhos de pacientes com enfarte, com genética comprometida, teriam algum benefício em modificar seus hábitos pessoais e controlar os outros fatores de risco, ou seriam predestinados ao desastre independentemente de qualquer manobra. Pesquisadores da Universidade de Harvard, em Boston, liderados pelo doutor Amit Khera, concluíram recentemente um estudo extenso que envolveu mais de 55 mil pessoas em vários países e que avaliou a relação entre fatores genéticos e hábitos na determinação do risco de enfarte durante dez anos de seguimento. O estudo foi publicado esta semana na prestigiosa revista médica New England Journal of Medicine. Os especialistas analisaram o perfil genético e os hábitos pessoais dos voluntários e classificaram seus achados em categorias de baixo risco ou favorável, risco intermediário ou elevado, ou desfavorável. Dos fatores de risco relacionados ao estilo de vida, os indivíduos foram separados de acordo com a ausência de um ou mais dos seguintes fatores: tabagismo, obesidade, sedentarismo e dieta de risco. Quem não tinha três ou mais desses fatores era considerado de baixo risco para enfarte. Pacientes com três ou mais desses fatores foram classificados de risco elevado para doença cardiovascular. Os outros teriam risco intermediário. Os resultados do estudo deixaram evidente a relação direta entre aumento do número de fatores de risco ligados ao estilo de vida com a elevação do risco de enfarte em dez anos. Também ficou clara a correlação entre alterações genéticas detectadas no Projeto Genoma e as chances de enfarte. O mais interessante, nesse estudo, foi a total independência dos riscos genéticos daqueles relativos ao estilo de vida. Em outras palavras, mesmo as pessoas com alto risco genético e familiar podem beneficiar-se do controle eficiente da obesidade, do tabagismo, do sedentarismo e do consumo regular de dieta nociva. As pessoas consideradas de alto risco genético, que praticam hábitos saudáveis, tiveram suas chances de enfarte reduzidas pela metade, independentemente de medicamentos ou outras manobras químicas para controle do colesterol. O gráfico mostra o impacto de cada fator sobre cada grupo de risco genético. Os cientistas recomendam para todas as pessoas, principalmente para aquelas com carga genética desfavorável, a aderência intensiva a programas de controle dos hábitos deletérios. A orientação médica é fundamental para evitar enfartes e derrames de forma significativa. Vale a pena insistir.
Disponível em: <www.cartacapital.com.br>. Acesso em: 14 dez. 2017. [Adaptado]

Nas décadas subsequentes, vários estudos correlacionaram os hábitos dos pacientes como fatores de risco para doenças cardiovasculares. Sedentarismo, tabagismo, obesidade, entre outros, aumentam drasticamente as chances de enfarte.

Com relação à quantidade de artigos no trecho, há
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457941200935911
Ano: 2018Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: SESAP-RNDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Administração de Fármacos
Conforme o Ministério da Saúde, a etapa de administração do medicamento é a última barreira para evitar um erro de medicação derivado dos processos de prescrição e dispensação, aumentando, com isso, a responsabilidade do profissional que administra os medicamentos. Assim, o profissional de enfermagem deve seguir práticas seguras na administração de medicamentos, especificamente os itens de verificação, implementando a prática de verificação dos nove certos da terapia medicamentosa, entre os quais a “Resposta certa” que, nessa verificação, inclui entre outras intervenções,
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457941201802635
Ano: 2025Banca: IDECANOrganização: SESAP-RNDisciplina: Odontologia ClínicaTemas: Farmacologia Odontológica | Odontologia Pré-Clínica
Entre os instrumentais de uso odontológico, se encontra o fórceps 210H. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a sua indicação.
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457941201561100
Ano: 2018Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: SESAP-RNDisciplina: Direito SanitárioTemas: Sistema Único de Saúde (SUS)
O Ministério da Saúde lançou, em 2003, a política nacional de humanização (PNH) com o intuito de construir uma política de qualificação do Sistema Único de Saúde (SUS) e colocar em prática seus princípios no cotidiano dos serviços. Para dar consequência às suas pretensões, a PNH instituiu princípios, método, diretrizes e dispositivos. São dispositivos da PNH, entre outros:
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457941200393722
Ano: 2018Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: SESAP-RNDisciplina: Terapia OcupacionalTemas: Terapia Ocupacional em Ambientes Hospitalares e Reabilitação Física
Pacientes com traumatismo crânio encefálico (TCE) podem apresentar diferentes estados de consciência, dependendo da severidade da lesão. Quando um paciente apresenta TCE severo, ele pode entrar em coma temporariamente e recuperar a consciência gradativamente ou de forma abrupta e ainda passar para o estado vegetativo em 2 a 4 semanas. Sobre a intervenção em pacientes com alterações severas de consciência decorrentes de TCE em contexto hospitalar, considere as condutas do terapeuta ocupacional apresentadas a seguir.

I Utilizar a escala funcional de níveis cognitivos do Rancho Los Amigos que permite a observação comportamental para classificar o nível da função cognitiva do paciente.
II Executar o programa de estimulação multissensorial de forma individualizada de acordo com os níveis de função cognitiva e motora de cada paciente por meio de estímulos táteis, vestibulares, olfatórios, cinestésicos, proprioceptivos, auditivos e visuais sendo aplicados de forma simultânea para favorecer a neuroplasticidade.
III Fornecer estímulos cinestésicos, proprioceptivos e vestibulares por meio de suaves mudanças de posição do corpo, com movimentos leves de cabeça e pescoço, rolamento e inclinação para sentar.
IV Utilizar estratégias para normalizar o ambiente, visando reduzir a agitação por meio do fornecimento de informações de orientação e manter uma estrutura diária previsível.

Das condutas referidas, as corretas estão presentes nos itens
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457941202037563
Ano: 2025Banca: IDECANOrganização: SESAP-RNDisciplina: Nutrição e DietéticaTemas: Terapia Nutricional | Dietas Terapêuticas e Personalizadas
No contexto do APPCC, a verificação tem como objetivo garantir se o sistema de controle de perigos está operando de forma eficaz, conforme os parâmetros e limites críticos estabelecidos. Aponte dentre as alternativas abaixo aquela que apresenta os meios adequados de verificação na produção de alimentos.
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