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Considerando o preconizado pela ABNT NBR 5674/2012 – Manutenção de edificações – Requisitos para o sistema de gestão de manutenção, os orçamentos dos serviços de manutenção devem conter:
I. Escopo dos serviços ou objeto.
II. Descrição de cada atividade, com os respectivos prazos.
III. Especificações técnicas de execução e de manutenção futura, desenhos, cálculos ou projetos, quando aplicável.
IV. Seguro de responsabilidade civil e erros de execução/manutenção compatível com o capital social do proponente.
V. Garantias e exclusões.
Está correto o que se afirma em
Nos projetos e obras envolvendo estruturas metálicas, chama-se de soldagem, ou solda, ao processo de produzir fusão entre duas peças de metal, de modo que o local de junção forme como um todo uma massa homogênea. Os componentes que participam da execução de uma solda por meio de arco voltaico são: eletricidade, calor, luz, material a ser depositado, material básico, escória e, finalmente, os gases provenientes da escória e do arco. Os riscos envolvidos nesse trabalho são:
I. provenientes da irradiação do arco.
II. de ordem respiratória.
III. de ordem calorífica.
IV. de ordem elétrica.
V. de ordem mecânica.
Está correto o que se afirma em
As calçadas
O inglês tem um verbo curioso, to loiter, que quer dizer, mais ou menos, andar devagar ou a esmo, ficar à toa, zanzar (grande palavra), vagabundear, ou simplesmente não transitar. E nos Estados Unidos (não sei se na Inglaterra também), loitering é uma contravenção. Você pode ser preso por loitering, por estar parado em vez de transitando, numa calçada. O que diferencia um abusivo loitering de uma apenas inocente ausência de movimento ou de direção depende, imagino, da interpretação do guarda, ou também daquela sutil subjetividade que também define o que é uma “atitude suspeita”.
Mas é difícil pensar em outra coisa que divida mais claramente o mundo anglo-saxão do mundo latino do que o loitering, que não tem nem tradução exata em língua românica, que eu saiba. Se loitering fosse contravenção na Itália, onde ficar parado na rua para conversar ou apenas para ver os que transitam transitarem é uma tradição tão antiga quanto a sesta, metade da população viveria na cadeia. Na Espanha, toda a população viveria na cadeia.
Talvez a diferença entre a América e a Europa, e a vantagem econômica da América sobre os povos que zanzam, se explique pelos conceitos diferentes de calçada: um lugar utilitário por onde se ir (e, claro, voltar) ou um lugar para se estar, de preferência com outros. Os franceses, apesar de latinos, não costumam usar tanto a calçada como sala, não porque tenham se americanizado para aumentar a produção, mas porque preferem usá-la como café, e estar com outros sentados. Desperdiça-se tempo, mas ganham-se anos de vida, parados numa calçada.
(Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. O mundo é bárbaro.
Rio de Janeiro: Objetiva, 2008, p. 69-70)