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1

457941201769093
Ano: 2020Banca: UnilavrasOrganização: Câmara de São Vicente de Minas - MGDisciplina: Contabilidade PúblicaTemas: Contabilidade Patrimonial | Gestão do Patrimônio Público
Texto associado
Considere as informações que se seguem para responder a questão. 

O Contador da Empresa Pública Municipal (EPM) possui as seguintes informações em 31/12/2019 (valores em reais):

Dinheiro em caixa: R$ 1.500,00

Contas a receber: R$ 2.000,00

Salários a pagar: R$ 3.500,00.

Capital Inicial Integralizado: R$ 500,00. 

Compra, em 2/1/2020, de veículo novo: R$ 1.500,00. 
O ativo não circulante da EPM inicial, em 1/1/2020, é de 
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2

457941201733421
Ano: 2020Banca: UnilavrasOrganização: Câmara de São Vicente de Minas - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Sintática | Sintaxe
Texto associado

Leia o texto a seguir para responder a questão .


A marca no flanco 

Lya Luft 


O mundo não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui forma, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem. 

É uma ideia assustadora: vivemos segundo o nosso ponto de vista, com ele sobrevivemos ou naufragamos. Explodimos ou congelamos conforme nossa abertura ou exclusão em relação ao mundo. 

E o que configura essa perspectiva nossa?

Ela se inaugura na infância, com suas carências nem sempre explicáveis. Mesmo se fomos amados, sofremos de uma insegurança elementar. Ainda que protegidos, seremos expostos a fatalidades e imprevistos contra os quais nada nos defende. Temos de criar barreiras e ao mesmo tempo lançar pontes com o que nos rodeia e o que ainda nos espera. Toda essa trama de encontro e separação, terror e êxtase encadeados, matéria da nossa existência, começa antes de nascermos.

Mas não somos apenas levados à revelia numa torrente. Somos participantes. 

Nisso reside nossa possível tragédia: o desperdício de uma vida com seus talentos truncados se não conseguirmos ver ou não tivermos audácia para mudar para melhor – em qualquer momento, e em qualquer idade.

A elaboração desse “nós” iniciado na infância ergue as paredes da maturidade e culmina no telhado da velhice, que é coroamento embora em geral seja visto como deterioração.

Nesse trabalho nossa mão se junta às dos muitos que nos formam. Libertando-nos deles com o amadurecimento, vamos montando uma figura: quem queremos ser, quem pensamos que devemos ser – quem achamos que merecemos ser.

Nessa casa, a casa da alma e a casa do corpo, não seremos apenas fantoches que vagam, mas guerreiros que pensam e decidem.

Constituir um ser humano, um nós, é trabalho que não dá férias nem concede descanso: haverá paredes frágeis, cálculos malfeitos, rachaduras. Quem sabe um pedaço que vai desabar. Mas se abrirão também janelas para a paisagem e varandas para o sol.

O que se produzir – casa habitável ou ruína estéril – será a soma do que pensaram e pensamos de nós, do quanto nos amaram e nos amamos, do que nos fizeram pensar que valemos e do que fizemos para confirmar ou mudar isso, esse selo, sinete, essa marca.

Porém isso ainda seria simples demais: nessa argamassa misturam-se boa-vontade e equívocos, sedução e celebração, palavras amorosas e convites recusados. Participamos de uma singular dança de máscaras sobrepostas, atrás das quais somos o objeto de nossa própria inquietação. Nem inteiramente vítimas nem totalmente senhores, cada momento de cada dia um desafio.

Essa ambiguidade nos dilacera e nos alimenta. Nos faz humanos.

No prazo de minha existência completarei o projeto que me foi proposto, aos poucos tomando conta dessa tela e do pincel.

Nos primeiros anos quase tudo foi obra do ambiente em que nasci: família, escola, janelas pelas quais me ensinaram a olhar, abrigo ou prisão, expectativa ou condenação.

Logo não terei mais a desculpa dos outros: pai e mãe amorosos ou hostis, bondosos ou indiferentes, sofrendo de todas as naturais fraquezas da condição humana que só quando adultos reconhecemos. Por fim havemos de constatar: meu pai, minha mãe, eram apenas gente como eu. Fizeram o que sabiam, o que podiam fazer.

E eu… e eu?

Marcados pelo que nos transmitem os outros, seremos malabaristas em nosso próprio picadeiro. A rede estendida por baixo é tecida de dois fios enlaçados: um nasce dos que nos geraram e criaram; o outro vem de nós, da nossa crença ou nossa esperança. 

LUFT, Lya. Perdas & Ganhos. Rio de Janeiro: Record, 2003. p. 21-23 [Adaptado] 

Dentre as alternativas que se seguem, assinale aquela que contém um período simples. 
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3

457941201117591
Ano: 2020Banca: UnilavrasOrganização: Câmara de São Vicente de Minas - MGDisciplina: Gestão PúblicaTemas: Sistema Integrado de Gestão de Recursos Humanos (SIAPE)
Texto associado
Considere para a resolução da questão a legislação e a doutrina profissional atualizadas.
Cristina Roseli Haas é candidata à vereança de uma cidade, caracterizada por seu elevado desenvolvimento humano, no interior de Minas Gerais. Ocorre que em seu discurso, por descuido, ela declarou precisamente apenas um objetivo fundamental da República Federativa do Brasil, qual seja: 
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4

457941200482725
Ano: 2020Banca: UnilavrasOrganização: Câmara de São Vicente de Minas - MGDisciplina: Gestão PúblicaTemas: Estrutura do Estado, Governo e Administração Pública | Princípios da Administração Pública
Texto associado
Considere para a resolução da questão a legislação e a doutrina profissional atualizadas.
Após ler uma ampla doutrina sobre gestão pública no Brasil, Jan Levingston está a dissecar a seguinte frase: "A administração ______________ de qualquer dos Poderes ______________ obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, ______________". Esse exercício é feito para delimitar o escopo e os princípios da administração pública nacional. Jan acerta se as lacunas forem respectiva e adequadamente preenchidas por: 
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5

457941201709050
Ano: 2020Banca: UnilavrasOrganização: Câmara de São Vicente de Minas - MGDisciplina: Contabilidade: Teoria e PráticaTemas: Tipos de Lucro | Demonstração de Resultados
Texto associado
Considere as informações que se seguem para responder a questão. 

O Contador da Empresa Pública Municipal (EPM) possui as seguintes informações em 31/12/2019 (valores em reais):

Dinheiro em caixa: R$ 1.500,00

Contas a receber: R$ 2.000,00

Salários a pagar: R$ 3.500,00.

Capital Inicial Integralizado: R$ 500,00. 

Compra, em 2/1/2020, de veículo novo: R$ 1.500,00. 
Levando-se em conta as informações das questões anteriores e que no primeiro ano a empresa incorreu em R$ 2.000,00 de salários e auferiu R$ 5.000,00 de serviços prestados, qual foi o valor mais próximo do resultado do exercício (lucro líquido) de 2020? 
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6

457941200627976
Ano: 2020Banca: UnilavrasOrganização: Câmara de São Vicente de Minas - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Uso dos Conectivos | Sintaxe
Texto associado

Leia o texto a seguir para responder a questão .


A marca no flanco 

Lya Luft 


O mundo não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui forma, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem. 

É uma ideia assustadora: vivemos segundo o nosso ponto de vista, com ele sobrevivemos ou naufragamos. Explodimos ou congelamos conforme nossa abertura ou exclusão em relação ao mundo. 

E o que configura essa perspectiva nossa?

Ela se inaugura na infância, com suas carências nem sempre explicáveis. Mesmo se fomos amados, sofremos de uma insegurança elementar. Ainda que protegidos, seremos expostos a fatalidades e imprevistos contra os quais nada nos defende. Temos de criar barreiras e ao mesmo tempo lançar pontes com o que nos rodeia e o que ainda nos espera. Toda essa trama de encontro e separação, terror e êxtase encadeados, matéria da nossa existência, começa antes de nascermos.

Mas não somos apenas levados à revelia numa torrente. Somos participantes. 

Nisso reside nossa possível tragédia: o desperdício de uma vida com seus talentos truncados se não conseguirmos ver ou não tivermos audácia para mudar para melhor – em qualquer momento, e em qualquer idade.

A elaboração desse “nós” iniciado na infância ergue as paredes da maturidade e culmina no telhado da velhice, que é coroamento embora em geral seja visto como deterioração.

Nesse trabalho nossa mão se junta às dos muitos que nos formam. Libertando-nos deles com o amadurecimento, vamos montando uma figura: quem queremos ser, quem pensamos que devemos ser – quem achamos que merecemos ser.

Nessa casa, a casa da alma e a casa do corpo, não seremos apenas fantoches que vagam, mas guerreiros que pensam e decidem.

Constituir um ser humano, um nós, é trabalho que não dá férias nem concede descanso: haverá paredes frágeis, cálculos malfeitos, rachaduras. Quem sabe um pedaço que vai desabar. Mas se abrirão também janelas para a paisagem e varandas para o sol.

O que se produzir – casa habitável ou ruína estéril – será a soma do que pensaram e pensamos de nós, do quanto nos amaram e nos amamos, do que nos fizeram pensar que valemos e do que fizemos para confirmar ou mudar isso, esse selo, sinete, essa marca.

Porém isso ainda seria simples demais: nessa argamassa misturam-se boa-vontade e equívocos, sedução e celebração, palavras amorosas e convites recusados. Participamos de uma singular dança de máscaras sobrepostas, atrás das quais somos o objeto de nossa própria inquietação. Nem inteiramente vítimas nem totalmente senhores, cada momento de cada dia um desafio.

Essa ambiguidade nos dilacera e nos alimenta. Nos faz humanos.

No prazo de minha existência completarei o projeto que me foi proposto, aos poucos tomando conta dessa tela e do pincel.

Nos primeiros anos quase tudo foi obra do ambiente em que nasci: família, escola, janelas pelas quais me ensinaram a olhar, abrigo ou prisão, expectativa ou condenação.

Logo não terei mais a desculpa dos outros: pai e mãe amorosos ou hostis, bondosos ou indiferentes, sofrendo de todas as naturais fraquezas da condição humana que só quando adultos reconhecemos. Por fim havemos de constatar: meu pai, minha mãe, eram apenas gente como eu. Fizeram o que sabiam, o que podiam fazer.

E eu… e eu?

Marcados pelo que nos transmitem os outros, seremos malabaristas em nosso próprio picadeiro. A rede estendida por baixo é tecida de dois fios enlaçados: um nasce dos que nos geraram e criaram; o outro vem de nós, da nossa crença ou nossa esperança. 

LUFT, Lya. Perdas & Ganhos. Rio de Janeiro: Record, 2003. p. 21-23 [Adaptado] 

Releia o excerto que se segue: 

“Nessa casa, a casa da alma e a casa do corpo, não seremos apenas fantoches que vagam, mas guerreiros que pensam e decidem.” 

Nesse excerto, o termo destacado indica um sentido 
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7

457941200609852
Ano: 2020Banca: UnilavrasOrganização: Câmara de São Vicente de Minas - MGDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Aritmética
Observe o seguinte anúncio em um folheto de uma empresa de seguro de vida: "Se você tem entre 17 e 24 anos de idade, pagará, adquirindo nosso seguro de vida, R$ 100,00 por mês, mas caso tenha entre 25 e 34 anos, pagará R$ 85,00 por mês". Lendo esse anúncio, e interessado em pagar o mínimo possível, Lucas está completando, hoje, 25 anos de idade e viu que já pagará o menor valor, e que somente no dia em que completar 35 anos terá o valor alterado novamente. Qual dos itens a seguir melhor representa o intervalo atual no qual Lucas se encaixa? 
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8

457941200419660
Ano: 2020Banca: UnilavrasOrganização: Câmara de São Vicente de Minas - MGDisciplina: Contabilidade: Teoria e PráticaTemas: Procedimentos Contábeis Específicos | Contabilização de Planos de Benefícios Pós-Emprego
Há determinadas obrigações relacionadas ao pagamento de pensões que são projetadas para mais de 2 anos, por vezes, tendo horizonte temporal de 30-40 anos por credor, e que possuem maior incerteza por serem afetadas por fatores como tabela de mortalidade, modelagem de benefícios e contribuições. Nesse contexto doutrinadores, Gelbecke et al. (2018), descrevem quais variáveis influenciam o custo final de um plano de benefício definido, estando entre elas: 

I. taxa e desconto; 
II. aumentos salariais; 
III. custo médico. 

Estão corretos os itens
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9

457941200967943
Ano: 2020Banca: UnilavrasOrganização: Câmara de São Vicente de Minas - MGDisciplina: Informática BásicaTemas: LibreOffice Writer | Atalhos de Teclado | Processadores de Texto - Microsoft Word e LibreOffice Writer
No editor de textos Writer, a tecla de atalho Ctrl+F
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10

457941200260650
Ano: 2020Banca: UnilavrasOrganização: Câmara de São Vicente de Minas - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Compreensão e Interpretação Textual
Texto associado

Leia o texto a seguir para responder a questão .


A marca no flanco 

Lya Luft 


O mundo não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui forma, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem. 

É uma ideia assustadora: vivemos segundo o nosso ponto de vista, com ele sobrevivemos ou naufragamos. Explodimos ou congelamos conforme nossa abertura ou exclusão em relação ao mundo. 

E o que configura essa perspectiva nossa?

Ela se inaugura na infância, com suas carências nem sempre explicáveis. Mesmo se fomos amados, sofremos de uma insegurança elementar. Ainda que protegidos, seremos expostos a fatalidades e imprevistos contra os quais nada nos defende. Temos de criar barreiras e ao mesmo tempo lançar pontes com o que nos rodeia e o que ainda nos espera. Toda essa trama de encontro e separação, terror e êxtase encadeados, matéria da nossa existência, começa antes de nascermos.

Mas não somos apenas levados à revelia numa torrente. Somos participantes. 

Nisso reside nossa possível tragédia: o desperdício de uma vida com seus talentos truncados se não conseguirmos ver ou não tivermos audácia para mudar para melhor – em qualquer momento, e em qualquer idade.

A elaboração desse “nós” iniciado na infância ergue as paredes da maturidade e culmina no telhado da velhice, que é coroamento embora em geral seja visto como deterioração.

Nesse trabalho nossa mão se junta às dos muitos que nos formam. Libertando-nos deles com o amadurecimento, vamos montando uma figura: quem queremos ser, quem pensamos que devemos ser – quem achamos que merecemos ser.

Nessa casa, a casa da alma e a casa do corpo, não seremos apenas fantoches que vagam, mas guerreiros que pensam e decidem.

Constituir um ser humano, um nós, é trabalho que não dá férias nem concede descanso: haverá paredes frágeis, cálculos malfeitos, rachaduras. Quem sabe um pedaço que vai desabar. Mas se abrirão também janelas para a paisagem e varandas para o sol.

O que se produzir – casa habitável ou ruína estéril – será a soma do que pensaram e pensamos de nós, do quanto nos amaram e nos amamos, do que nos fizeram pensar que valemos e do que fizemos para confirmar ou mudar isso, esse selo, sinete, essa marca.

Porém isso ainda seria simples demais: nessa argamassa misturam-se boa-vontade e equívocos, sedução e celebração, palavras amorosas e convites recusados. Participamos de uma singular dança de máscaras sobrepostas, atrás das quais somos o objeto de nossa própria inquietação. Nem inteiramente vítimas nem totalmente senhores, cada momento de cada dia um desafio.

Essa ambiguidade nos dilacera e nos alimenta. Nos faz humanos.

No prazo de minha existência completarei o projeto que me foi proposto, aos poucos tomando conta dessa tela e do pincel.

Nos primeiros anos quase tudo foi obra do ambiente em que nasci: família, escola, janelas pelas quais me ensinaram a olhar, abrigo ou prisão, expectativa ou condenação.

Logo não terei mais a desculpa dos outros: pai e mãe amorosos ou hostis, bondosos ou indiferentes, sofrendo de todas as naturais fraquezas da condição humana que só quando adultos reconhecemos. Por fim havemos de constatar: meu pai, minha mãe, eram apenas gente como eu. Fizeram o que sabiam, o que podiam fazer.

E eu… e eu?

Marcados pelo que nos transmitem os outros, seremos malabaristas em nosso próprio picadeiro. A rede estendida por baixo é tecida de dois fios enlaçados: um nasce dos que nos geraram e criaram; o outro vem de nós, da nossa crença ou nossa esperança. 

LUFT, Lya. Perdas & Ganhos. Rio de Janeiro: Record, 2003. p. 21-23 [Adaptado] 

No 7º parágrafo do texto, Luft afirma que “A elaboração desse ‘nós’ iniciado na infância ergue as paredes da maturidade e culmina no telhado da velhice [...]”. Assinale a alternativa referente a outro trecho do texto que ajuda a esclarecer como se daria a elaboração desse ‘nós’.
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