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457941201323837
Ano: 2021Banca: FCMOrganização: COREN-MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Conjunções | Morfologia
Texto associado
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.

Ser munduruku é ser Amazônia
Bheka Munduruku*
Na Amazônia vivem 300 mil indígenas. Nós, da etnia munduruku, somos 13 mil, divididos em 120 aldeias. Eu tenho 16 anos, nasci e moro até hoje na Terra Indígena Sawré Muybu. Ela é o meu mundo. Temos nossas brincadeiras. Alguns gostam de se pintar, mas outros de cantar as canções que foram ensinadas por nossos pais. 
Tiramos tudo o que precisamos da nossa terra: pescamos e caçamos (apenas o suficiente para a nossa subsistência), além de plantarmos mandioca, banana, batata, cana-de-açúcar, cará, abacaxi, pimenta, sem destruir a floresta. A natureza é nossa mãe. Ela nos dá tudo o que precisamos e, em troca, tratamos dela com carinho. Gosto da vida que levo, mas não pretendo obrigar ninguém a viver como vivo. Com que direito, então, querem nos impor costumes e valores estranhos à nossa cultura? 
Os mais jovens aprendem quase tudo com os mais velhos. Assim, sabemos como nossa cultura é rica e antiga, e de nosso lugar no mundo. Nossos pais e avós contam que Karosakaybu, o Grande Ser, fez surgir de uma fenda nas cabeceiras do rio Crepori, um afluente do Tapajós, quatro casais que deram origem à humanidade: um branco, um negro, um indígena e um munduruku. Os pariwat, como chamamos os estrangeiros, foram povoar o mundo. Nossos ancestrais ficaram.  
Ainda estamos aqui. Não apenas sobrevivemos do que tiramos de nossa terra – cuidar dela é a própria razão de nossa existência. Nós a protegemos há mais de 4.000 anos, mas a história pariwat registra que nos encontramos pela primeira vez em 1768. Desde então fomos obrigados a acrescentar a resistência entre nossos hábitos. 
Sabe-se hoje que a floresta em pé ajuda a conter as mudanças climáticas. Nós mesmos já sentimos os seus efeitos: teve ano que choveu em março, em vez de novembro. Mas o desmatamento não é a única ameaça que ronda a Amazônia. E não temos mais como protegê-la sozinhos. Como qualquer cultura, a nossa assimilou novos costumes e evoluiu. Cultivamos nossas tradições, mas não paramos no tempo, não vivemos na pré-história.
Os munduruku já foram caçadores de cabeça; agora, preferimos fazer cabeças. Queremos convencer todo o mundo – inclusive os cabeças-duras – da importância de preservar a floresta e os seus rios.
Não precisamos de ouro, mas não podemos mais nadar no Tapajós, pois ele adoeceu: suas águas estão contaminadas pelo mercúrio do garimpo ilegal. O Tapajós é o último afluente da margem direita do rio Amazonas a correr livre. Barrar um rio é matar tudo o que nele vive.
 Munduruku significa “formigas vermelhas”. Nos deram esse nome porque lutávamos lado a lado. Junte-se ao nosso formigueiro e nos ajude a defender a Amazônia.

* Guerreira indígena da etnia munduruku.
Folha de São Paulo, Tendências/Debates, 16 jan. 2020, p. A3. Adaptado.
De acordo com Cereja & Magalhães (2013, p. 304), “oração coordenada sindética é aquela que é introduzida por conjunção coordenativa.”
Considerando-se esse conceito, é correto afirmar que a conjunção coordenativa “mas” estabelece em relação à oração anterior uma ideia de adição em
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2

457941200475382
Ano: 2021Banca: FCMOrganização: COREN-MGDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Conselho Regional de Enfermagem | Regulamentação da Enfermagem
Durante a fiscalização do Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP) em uma unidade hospitalar, realizada em junho de 2020, foram constatadas duas situações: no momento da fiscalização, o profissional enfermeiro da Central de Material de Esterilização (CME) não se encontrava no setor por motivo de licença médica e não havia nenhum profissional em sua substituição. Além disso, foram encontrados dois profissionais, técnicos de enfermagem, exercendo a função sem inscrição no Conselho, justificando que estavam com pendências documentais nas escolas onde realizaram os cursos profissionalizantes.
A esse respeito, é correto afirmar que 
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3

457941201364422
Ano: 2021Banca: FCMOrganização: COREN-MGDisciplina: Contabilidade PúblicaTemas: Demonstrações Financeiras do Setor Público - DCASP | Demonstrações Financeiras
De acordo com a legislação e as normas que regem a Contabilidade Aplicada ao Setor Público, especialmente sobre a apresentação das Demonstrações Contábeis, é INCORRETO afirmar que
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4

457941200323313
Ano: 2021Banca: FCMOrganização: COREN-MGDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Conselho Regional de Enfermagem | Regulamentação da Enfermagem
Considere o Regimento Interno do Conselho Regional de Enfermagem de Minas Gerais (Coren-MG) e associe corretamente os seus órgãos internos aos seus respectivos atos de competência.

 ÓRGÃOS INTERNOS
(1) Plenário
(2) Diretoria

ATOS DE COMPETÊNCIA
( ) Prover os cargos em comissão, as funções gratificadas e os empregos da Autarquia.
( ) Aprovar as alterações do Regimento Interno do Coren-MG, encaminhando-as ao Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) para ciência ou homologação.
( ) Autorizar a criação de Comissões Especiais, bem como a criação e supressão de Câmaras Técnicas.
( ) Julgar recurso do empregado do Coren-MG, em caso de penalidade aplicada pelo Presidente.

A sequência correta dessa associação é
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5

457941200314501
Ano: 2021Banca: FCMOrganização: COREN-MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Categorias Textuais
Texto associado
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.

Ser munduruku é ser Amazônia
Bheka Munduruku*
Na Amazônia vivem 300 mil indígenas. Nós, da etnia munduruku, somos 13 mil, divididos em 120 aldeias. Eu tenho 16 anos, nasci e moro até hoje na Terra Indígena Sawré Muybu. Ela é o meu mundo. Temos nossas brincadeiras. Alguns gostam de se pintar, mas outros de cantar as canções que foram ensinadas por nossos pais. 
Tiramos tudo o que precisamos da nossa terra: pescamos e caçamos (apenas o suficiente para a nossa subsistência), além de plantarmos mandioca, banana, batata, cana-de-açúcar, cará, abacaxi, pimenta, sem destruir a floresta. A natureza é nossa mãe. Ela nos dá tudo o que precisamos e, em troca, tratamos dela com carinho. Gosto da vida que levo, mas não pretendo obrigar ninguém a viver como vivo. Com que direito, então, querem nos impor costumes e valores estranhos à nossa cultura? 
Os mais jovens aprendem quase tudo com os mais velhos. Assim, sabemos como nossa cultura é rica e antiga, e de nosso lugar no mundo. Nossos pais e avós contam que Karosakaybu, o Grande Ser, fez surgir de uma fenda nas cabeceiras do rio Crepori, um afluente do Tapajós, quatro casais que deram origem à humanidade: um branco, um negro, um indígena e um munduruku. Os pariwat, como chamamos os estrangeiros, foram povoar o mundo. Nossos ancestrais ficaram.  
Ainda estamos aqui. Não apenas sobrevivemos do que tiramos de nossa terra – cuidar dela é a própria razão de nossa existência. Nós a protegemos há mais de 4.000 anos, mas a história pariwat registra que nos encontramos pela primeira vez em 1768. Desde então fomos obrigados a acrescentar a resistência entre nossos hábitos. 
Sabe-se hoje que a floresta em pé ajuda a conter as mudanças climáticas. Nós mesmos já sentimos os seus efeitos: teve ano que choveu em março, em vez de novembro. Mas o desmatamento não é a única ameaça que ronda a Amazônia. E não temos mais como protegê-la sozinhos. Como qualquer cultura, a nossa assimilou novos costumes e evoluiu. Cultivamos nossas tradições, mas não paramos no tempo, não vivemos na pré-história.
Os munduruku já foram caçadores de cabeça; agora, preferimos fazer cabeças. Queremos convencer todo o mundo – inclusive os cabeças-duras – da importância de preservar a floresta e os seus rios.
Não precisamos de ouro, mas não podemos mais nadar no Tapajós, pois ele adoeceu: suas águas estão contaminadas pelo mercúrio do garimpo ilegal. O Tapajós é o último afluente da margem direita do rio Amazonas a correr livre. Barrar um rio é matar tudo o que nele vive.
 Munduruku significa “formigas vermelhas”. Nos deram esse nome porque lutávamos lado a lado. Junte-se ao nosso formigueiro e nos ajude a defender a Amazônia.

* Guerreira indígena da etnia munduruku.
Folha de São Paulo, Tendências/Debates, 16 jan. 2020, p. A3. Adaptado.
Leia os textos a seguir.

Texto I
“Simboliza uma realidade; tenta fornecer uma explicação para o mistério do mundo, possui vida própria, situa-se a meio caminho entre a razão e a fé.” 
Disponível em: <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2013/2013_uem_port_pdp_elisangela_pereira.pdf>. Acesso em: 25 jan. 2020.

Texto II
“... Karosakaybu, o Grande Ser, fez surgir de uma fenda nas cabeceiras do rio Crepori, um afluente do Tapajós, quatro casais que deram origem à humanidade: um branco, um negro, um indígena e um munduruku. Os pariwat [...] foram povoar o mundo. Nossos ancestrais ficaram.” (3º §).

Com base no conceito mencionado no Texto I, é correto afirmar que o Texto II, entre outros aspectos, por utilizar a simbologia e apresentar o sobrenatural misturado a fatos fictícios e/ou reais, expõe características próprias do gênero textual denominado
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6

457941200780727
Ano: 2021Banca: FCMOrganização: COREN-MGDisciplina: Informática BásicaTemas: Processadores de Texto - Microsoft Word e LibreOffice Writer | Microsoft Word 2016/365
No Microsoft Word 2016, é correto afirmar que NÃO é um botão do grupo Zoom da guia Exibir 
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7

457941201732856
Ano: 2021Banca: FCMOrganização: COREN-MGDisciplina: Legislação FederalTemas: Lei 5.905/1973 - Criação dos Conselhos de Enfermagem
De acordo com a Lei nº 5.905/1973, NÃO constitui a renda dos Conselhos Regionais de Enfermagem
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8

457941200589322
Ano: 2021Banca: FCMOrganização: COREN-MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Emprego dos Parênteses | Pontuação | Emprego das Aspas | Emprego da Vírgula | Emprego do Ponto, Exclamação e Interrogação
Texto associado
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.

Ser munduruku é ser Amazônia
Bheka Munduruku*
Na Amazônia vivem 300 mil indígenas. Nós, da etnia munduruku, somos 13 mil, divididos em 120 aldeias. Eu tenho 16 anos, nasci e moro até hoje na Terra Indígena Sawré Muybu. Ela é o meu mundo. Temos nossas brincadeiras. Alguns gostam de se pintar, mas outros de cantar as canções que foram ensinadas por nossos pais. 
Tiramos tudo o que precisamos da nossa terra: pescamos e caçamos (apenas o suficiente para a nossa subsistência), além de plantarmos mandioca, banana, batata, cana-de-açúcar, cará, abacaxi, pimenta, sem destruir a floresta. A natureza é nossa mãe. Ela nos dá tudo o que precisamos e, em troca, tratamos dela com carinho. Gosto da vida que levo, mas não pretendo obrigar ninguém a viver como vivo. Com que direito, então, querem nos impor costumes e valores estranhos à nossa cultura? 
Os mais jovens aprendem quase tudo com os mais velhos. Assim, sabemos como nossa cultura é rica e antiga, e de nosso lugar no mundo. Nossos pais e avós contam que Karosakaybu, o Grande Ser, fez surgir de uma fenda nas cabeceiras do rio Crepori, um afluente do Tapajós, quatro casais que deram origem à humanidade: um branco, um negro, um indígena e um munduruku. Os pariwat, como chamamos os estrangeiros, foram povoar o mundo. Nossos ancestrais ficaram.  
Ainda estamos aqui. Não apenas sobrevivemos do que tiramos de nossa terra – cuidar dela é a própria razão de nossa existência. Nós a protegemos há mais de 4.000 anos, mas a história pariwat registra que nos encontramos pela primeira vez em 1768. Desde então fomos obrigados a acrescentar a resistência entre nossos hábitos. 
Sabe-se hoje que a floresta em pé ajuda a conter as mudanças climáticas. Nós mesmos já sentimos os seus efeitos: teve ano que choveu em março, em vez de novembro. Mas o desmatamento não é a única ameaça que ronda a Amazônia. E não temos mais como protegê-la sozinhos. Como qualquer cultura, a nossa assimilou novos costumes e evoluiu. Cultivamos nossas tradições, mas não paramos no tempo, não vivemos na pré-história.
Os munduruku já foram caçadores de cabeça; agora, preferimos fazer cabeças. Queremos convencer todo o mundo – inclusive os cabeças-duras – da importância de preservar a floresta e os seus rios.
Não precisamos de ouro, mas não podemos mais nadar no Tapajós, pois ele adoeceu: suas águas estão contaminadas pelo mercúrio do garimpo ilegal. O Tapajós é o último afluente da margem direita do rio Amazonas a correr livre. Barrar um rio é matar tudo o que nele vive.
 Munduruku significa “formigas vermelhas”. Nos deram esse nome porque lutávamos lado a lado. Junte-se ao nosso formigueiro e nos ajude a defender a Amazônia.

* Guerreira indígena da etnia munduruku.
Folha de São Paulo, Tendências/Debates, 16 jan. 2020, p. A3. Adaptado.
Avalie o que se informa sobre os sinais de pontuação empregados no texto.
I – Em “Munduruku significa ‘formigas vermelhas.’”, as aspas antes e depois da expressão “formigas vermelhas” são usadas com o objetivo de salientar uma citação textual.
II – Na oração “... além de plantarmos mandioca, banana, batata, cana-de-açúcar, cará, abacaxi, pimenta...”, as vírgulas objetivam separar palavras justapostas assindéticas.
III – Na sentença “Com que direito, então, querem nos impor costumes e valores estranhos à nossa cultura?”, o uso do ponto de interrogação indica uma indagação que se faz com entoação ascendente.
IV – No período “Tiramos tudo o que precisamos da nossa terra: pescamos e caçamos (apenas o suficiente para a nossa subsistência...), os parênteses têm a função de ressaltar uma retificação acerca do que se falou anteriormente.
Está correto apenas o que se afirma em
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9

457941201929571
Ano: 2021Banca: FCMOrganização: COREN-MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Semântica Contextual | Análise Textual
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QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.

POR QUE O ESPAÇO ATRAI BILIONÁRIOS?
   O bilionário do setor de tecnologia Elon Musk, executivo-chefe da Tesla e da SpaceX, está tentando comprar todas as casas em Boca China, Texas – uma minúscula comunidade de poucas dezenas de pessoas – para poder usar a área para lançar sua espaçonave para Marte. Ele afirma que poderá mandar gente para o Planeta Vermelho em uma década.
   O executivo-chefe da Amazon, Jeff Bezos, tem uma companhia de viagens espaciais e vê o projeto como um trampolim para futuras colônias no espaço. O falecido cofundador da Microsoft, Paul Allen, também tinha planos para voos espaciais. O foco deles não está exclusivamente no espaço, mas por que eles colocam bilhões para enviar humanos para lá? Uma razão é que a Terra está ameaçada por mudanças climáticas e guerra nuclear; o espaço é como um plano B. Mas um voo tripulado para Marte é cheio de perigos, sobretudo o fato de que não temos hoje uma forma de proteger humanos dos efeitos adversos de meses e meses de radiação do espaço profundo.
   Mas, qual o problema em sonhar? Em certo sentido, nenhum. Mas importa como as pessoas com muito dinheiro sonham. Bezos, Allen e Musk, os bilionários, citaram seu amor pela ficção científica como se fosse parte da sua inspiração.
   A ficção científica algumas vezes é desprezada como literatura escapista, mas os melhores exemplos são exatamente o contrário. Ciência e arte sempre foram de alguma forma financiadas pelos interesses excêntricos dos ricos, e a combinação sempre resultou em uma mistura heterogênea. Uma coisa comum aos bilionários é que provavelmente não é difícil encontrar pessoas que os encorajarão a gastar dinheiro correndo atrás de aventuras espaciais que não vão acontecer por limitações científicas.
    Mas, mais importante, esses homens podem moldar nossa vida hoje, pela forma como suas empresas operam, pelo pagamento de impostos sobre suas imensas riquezas e por seus investimentos para solucionar os problemas que nos ameaçam. Isso requer imaginação. Não o tipo de imaginação que ilustra a capa dos livros de ficção científica; mas o tipo que nos leva a universos expandidos só para nos fazer pensar mais para entender o único lugar habitável por nós no Universo – nosso frágil e pálido ponto azul – e torná-lo um lugar melhor para se viver.
Scientific American Brasil, ano 18, nº 203, jan. 2020, p. 22. Adaptado.
No trecho “Mas um voo tripulado para Marte é cheio de perigos, sobretudo o fato de que não temos hoje uma forma de proteger humanos dos efeitos adversos de meses e meses de radiação do espaço profundo.”, é correto afirmar que a palavra sublinhada, sem alteração do sentido, pode ser substituída por
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457941201556822
Ano: 2021Banca: FCMOrganização: COREN-MGDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Conselho Federal de Enfermagem | Regulamentação da Enfermagem
É correto afirmar que, considerando a atuação do técnico e/ou auxiliar de enfermagem na sondagem oro/nasoenteral (Resolução COFEN nº 619/2019), é de sua competência
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