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Segundo o antropólogo Da Matta, a nossa impaciência no trânsito é evidente. “Se o nosso carro enguiça e promove um congestionamento; se encontramos um velho amigo dirigindo ao nosso lado e batemos um papo; se paramos na porta da escola para nossos filhos, não tem problema, pois os outros são invisíveis, não estamos atrapalhando ninguém, mas realizando algo normal (e legítimo). Daí nossa indignação quando alguém buzina e chama nossa atenção para o abuso; daí a nossa repulsa com a ‘falta de educação’ de quem reclama e deveria compreender e esperar não por sua vez, mas por nós.” Mas quando nos transformamos no “outro” tudo muda de figura. “A ausência de paciência, a pressa tão amiga da imprudência e irmã do acidente, faz parte do estilo brasileiro de dirigir. Ela trai a consciência e a incapacidade para negociar cordialmente e põe a nu a incapacidade que revela a ausência de uma educação, de uma preparação para a igualdade”.
(HAAG, C. Fé na modernidade e pé na tábua. In Revista Pesquisa Fapesp, nº 179, Janeiro, 2011.)
Depreende-se da leitura do texto que alguns dos problemas do trânsito no Brasil referem-se a fatores relacionados ao estilo brasileiro de dirigir e ao comportamento dos condutores de veículos nas vias públicas. Sobre esse comportamento, considere:
I - Falta de estilo, pouca pressa, incapacidade motora.II - Falta de cordialidade, individualismo, imprudência.
III - Falta de educação, desconsideração com o outro, impaciência.
Caracterizam o comportamento desses condutores:
Numa seleção para Administrador em uma organização, o entrevistador solicitou a quatro candidatos que expressassem qual o estilo de gestão adotado e preferido pelos mesmos. O Candidato 1 disse: “administro e tomo decisões nas organizações a partir das circunstâncias e do momento, buscando ser flexível para me adaptar às mudanças”; o Candidato 2 respondeu: “nas organizações procuro administrar pensando nas necessidades das pessoas, suas motivações, de modo a mantê-las satisfeitas no ambiente de trabalho”; o Candidato 3 afirmou: “procuro na gestão das organizações estabelecer normas, regras e leis para o seu funcionamento eficiente, além de dividir formalmente o trabalho e escolhas por competências”; o Candidato 4 ponderou: “adoto procedimentos de gestão que permitam analisar cada tarefa, o tempo de realização, os movimentos necessários, de modo a racionalizar o trabalho e aumentar a produtividade”.
De acordo com as descrições, os estilos de gestão dos candidatos 1, 2, 3 e 4 estão alinhados às seguintes Teorias da Administração, respectivamente: