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1

457941200087693
Ano: 2014Banca: FGVOrganização: CGE-MADisciplina: Direito ConstitucionalTemas: Fundamentos Constitucionais da República | Bases Constitucionais da República
A Constituição Federal estabelece que, em determinadas situações, projetos de lei aprovados pelo legislativo devem ser ratificados pela vontade popular.

Essas normas realizam o princípio fundamental da
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2

457941201036758
Ano: 2014Banca: FGVOrganização: CGE-MADisciplina: Raciocínio Lógico e QuantitativoTemas: Lógica Matemática
Uma loja de eletrodomésticos cobra 5% de juros ao mês em qualquer financiamento. Nessa loja, uma geladeira pode ser comprada em três parcelas iguais de R$ 420,00 cada uma, sendo a primeira no ato da compra, a segunda um mês após a compra, e a terceira, dois meses após a compra.

O valor dos juros incluídos na terceira parcela de R$ 420,00 desprezando os centavos é de.
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3

457941200312613
Ano: 2014Banca: FGVOrganização: CGE-MADisciplina: Informática BásicaTemas: Segurança da Informação
Com relação aos aspectos da segurança da informação, analise as afirmativas a seguir.

I. Autenticação – visa garantir ao remetente e ao destinatário a identidade da outra parte envolvida na comunicação, confirmando ou não se é de fato quem alega ser.

II. Integridade – visa garantir que apenas o remetente e o destinatário pretendido devem poder entender o conteúdo da mensagem transmitida.

III. Confidencialidade – visa garantir que o conteúdo da comunicação, durante a transmissão, não seja alterado por acidente ou por má intenção.

Assinale:
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4

457941200088336
Ano: 2014Banca: FGVOrganização: CGE-MADisciplina: Administração: Conceitos EssenciaisTemas: Gestão Estratégica
A respeito do Balanced Scorecard, analise as afirmativas a seguir.

I. Alinha missão, visão e estratégias a um conjunto equilibrado somente dos indicadores financeiros.

II. Mede a contribuição individual de cada funcionário da organização

III. Prioriza o equilíbrio organizacional a partir de quatro perspectivas: financeira, dos clientes, dos processos externos, do aprendizado.

Assinale:
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5

457941201322392
Ano: 2014Banca: FGVOrganização: CGE-MADisciplina: Gestão PúblicaTemas: Nova Gestão Pública | Estrutura do Estado, Governo e Administração Pública | Organização da Administração Pública no Brasil | Teorias da Administração Pública
O clientelismo, o corporativismo e o neocorporativismo são meios utilizados pelos governos para obtenção de apoio, com vistas a aumentar sua legitimidade.

I. O corporativismo é utilizado para remover ou neutralizar conflitos econômicos relacionados à concorrência de mercados, conflitos sociais relacionados à luta de classes e conflitos políticos relacionados a divergências partidárias.

II. No neocorporativismo ou corporativismo societal as entidades privadas conquistaram o direito de participar do processo decisório.

III. O clientelismo consiste em uma ação entre desiguais em que um é o patrão e os demais, clientes. Neste tipo de relação, políticos asseguram os votos dos setores pobres da população em troca de empregos e serviços.

Assinale:
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6

457941201500936
Ano: 2014Banca: FGVOrganização: CGE-MADisciplina: Gestão PúblicaTemas: Teoria da Burocracia de Max Weber | Teorias da Administração Pública
Por meio do paradigma pós-burocrático foi possível identificar algumas vantagens da burocracia como:
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7

457941201091091
Ano: 2014Banca: FGVOrganização: CGE-MADisciplina: Orçamento e Finanças PúblicasTemas: Créditos Suplementares | Gestão de Despesas Públicas
Os créditos adicionais, que dependem de autorização legislativa prévia para sua abertura, são denominados
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8

457941200524083
Ano: 2014Banca: FGVOrganização: CGE-MADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia Verbal | Semântica Contextual | Reescrita Textual | Análise Textual
Texto associado
Utopias e distopias

       Todas as utopias imaginadas até hoje acabaram em distopias, ou tinham na sua origem um defeito que as condenava. A primeira, que deu nome às várias fantasias de um mundo perfeito que viriam depois, foi inventada por sir Thomas Morus em 1516. Dizem que ele se inspirou nas descobertas recentes do Novo Mundo, e mais especificamente do Brasil, para descrever sua sociedade ideal, que significaria um renascimento para a humanidade, livre dos vícios do mundo antigo. Na Utopia de Morus o direito à educação e à saúde seria universal, a diversidade religiosa seria tolerada e a propriedade privada, proibida. O governo seria exercido por um príncipe eleito, que poderia ser substituído se mostrasse alguma tendência para a tirania, e as leis seriam tão simples que dispensariam a existência de advogados. Mas para que tudo isso funcionasse Morus prescrevia dois escravos para cada família, recrutados entre criminosos e prisioneiros de guerra. Além disso, o príncipe deveria ser sempre homem e as mulheres tinham menos direitos que os homens. Morus tirou o nome da sua sociedade perfeita da palavra grega para “lugar nenhum”, o que de saída já significava que ela só poderia existir mesmo na sua imaginação. 
   Platão imaginou uma república idílica em que os governantes seriam filósofos, ou os filósofos governantes. Nem ele nem os outros filósofos gregos da sua época se importavam muito com o fato de viverem numa sociedade escravocrata. Em “Candide”, Voltaire colocou sua sociedade ideal, onde havia muitas escolas mas nenhuma prisão, em El Dorado, mas “Candide” é menos uma visão de um mundo perfeito do que uma sátira da ingenuidade humana. Marx e Engels e outros pensadores previram um futuro redentor em que a emancipação da classe trabalhadora traria igualdade e justiça para todos. O sonho acabou no totalitarismo soviético e na sua demolição. Até John Lennon, na canção “Imagine”, propôs sua utopia, na qual não haveria, entre outros atrasos, violência e religião. Ele mesmo foi vítima da violência, enquanto no mundo todo e cada vez mais as pessoas se entregam a religiões e se matam por elas. 
    Quando surgiu e se popularizou o automóvel anunciou-se uma utopia possível. No futuro previsto os carros ofereceriam transporte rápido e lazer inédito em estradas magnetizadas para guiá-los mesmo sem motorista. Isso se os carros não voassem, ou se não houvesse um helicóptero em cada garagem. Nada disso aconteceu. Foi outra utopia que pifou. Hoje vivemos em meio à sua negação, em engarrafamentos intermináveis, em chacinas nas estradas e num caos que só aumenta, sem solução à vista. Mais uma vez, deu distopia.  
(Veríssimo, Luiz Fernando. O Globo, 22/12/2013)
“Dizem que ele se inspirou nas descobertas recentes do Novo Mundo, e mais especificamente do Brasil, para descrever sua sociedade ideal, que significaria um renascimento para a humanidade, livre dos vícios do mundo antigo”.

A forma reduzida “para descrever” poderia ser adequadamente substituída por:
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9

457941201751454
Ano: 2014Banca: FGVOrganização: CGE-MADisciplina: Direito TributárioTemas: Limitações Constitucionais ao Poder de Tributar | Princípio da Isonomia Tributária | Interpretação e Integração da Lei Tributária | Legislação Tributária | Princípio da Legalidade Tributária
Diante de situação fática não prevista expressamente na legislação, vislumbrada lacuna a ser superada, a autoridade judicial fez uso de norma expressa existente no ordenamento jurídico para hipótese semelhante à que deveria julgar.

Neste caso, a integração da lacuna se deu por
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10

457941201261680
Ano: 2014Banca: FGVOrganização: CGE-MADisciplina: Direito ConstitucionalTemas: Estrutura Econômica e Financeira | Estrutura Financeira Nacional
Nos termos das regras gerais sobre finanças públicas inscritas na Constituição Federal, a competência da União para a emissão de moeda cabe
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