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457941201633312
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: Câmara de Carmo do Cajuru - MGDisciplina: Comunicação SocialTemas: Gêneros e Formatos de Jornalismo | Nota e Notícia
Sobre a valorização dos elementos da notícia, numere corretamente a coluna da direita de acordo com a da esquerda:

(1) Com três tiros de revólver, Zequinha da Serra matou Jorge da Silva, casado, aposentado, residente à Rua Ubiraitá, 1.034, ontem às 21 horas, na esquina das ruas Imbiaçá com Ibirapitanga, porque a vítima, ao ser assaltada, tinha em sua carteira apenas uma nota de cinco reais. 

(2) Ontem às 21 horas, na esquina ruas Imbiaçá com Ibirapitanga, Zequinha da Serra matou, com três tiros de revólver, o aposentado Jorge da Silva, casado, residente à Rua Ubiraitá, 1.034, porque, ao assaltá-lo, encontrou em sua carteira apenas uma nota de cinco reais.

(3) Por haver encontrado apenas uma nota de cinco reais na carteira de Jorge da Silva, aposentado, residente à Rua Ubiraitá, 1.034, a quem assaltara, Zequinha da Serra o matou com três tiros de revólver, ontem às 21 horas, na esquina das ruas Imbiaçá com Ibirapitanga

(4) No cruzamento das ruas Imbiaçá com Ibirapitanga, Zequinha da Serra matou, ontem às 21 horas, com três tiros de revólver, Jorge da Silva, casado, aposentado, residente à Rua Ubiraitá, 1.034, porque, ao assaltá-lo, encontrou em sua carteira apenas uma cédula de cinco reais.

( ) Valorização do por que
( ) Valorização do como
( ) Valorização do onde
( ) Valorização do quando

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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2

457941202031471
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: Câmara de Carmo do Cajuru - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Regência Verbal e Nominal | Sintaxe
Texto associado
O HOMEM QUE CONHECEU O AMOR 

Affonso Romano de Sant’Anna 


    Do alto de seus oitenta anos, me disse: “na verdade, fui muito amado.” E dizia isto com tal plenitude como quem dissesse: sempre me trouxeram flores, sempre comi ostras à beira-mar. 
    Não havia arrogância em sua frase, mas algo entre a humildade e a petulância sagrada. Parecia um pintor, que, olhando o quadro terminado, assina seu nome embaixo. Havia um certo fastio em suas palavras e gestos. Se retirava de um banquete satisfeito. Parecia pronto para morrer, já que sempre estivera pronto para amar. 
    Se eu fosse rei ou prefeito teria mandado erguer-lhe uma estátua. Mas, do jeito que falava, ele pedia apenas que no seu túmulo eu escrevesse: “aqui jaz um homem que amou e foi muito amado”. E aquele homem me confessou que amava sem nenhuma coerção. Não lhe encostei a faca no peito cobrando algo. Ele que tinha algo a me oferecer. Foi muito diferente daqueles que não confessam seus sentimentos nem mesmo debaixo de um “pau de arara”: estão ali se afogando de paixão, levando choques de amor, mas não se entregam. E no entanto, basta-lhes a ficha que está tudo lá: traficante ou guerrilheiro do amor. Uns dizem: casei várias vezes. Outros assinalam: fiz vários filhos. Outro dia li numa revista um conhecido ator dizendo: tive todas as mulheres que quis. Outros ainda, dizem: não posso viver sem fulana (ou fulano). Na Bíblia está que Abraão gerou Isaac, Isaac gerou Jacó e Jacó gerou as doze tribos de Israel. Mas nenhum deles disse: “Na verdade, fui muito amado”.
    Mas quando do alto de seus oitenta anos aquele homem desfechou sobre mim aquela frase, me senti não apenas como o homem que quer ser engenheiro como o pai. Senti-me um garoto de quatro anos, de calças curtas, se dizendo: quando eu crescer quero ser um homem de oitenta anos que diga: “amei muito, na verdade, fui muito amado.” Se não pensasse nisto não seria digno daquela frase que acabava de me ser ofertada. E eu não poderia desperdiçar uma sabedoria que levou 80 anos para se formar. É como se eu não visse o instante em que a lagarta se transformara em libélula. 
    Ouvindo-o, por um instante, suspeitei que a psicanálise havia fracassado; que tudo aquilo que Freud sempre disse, de que o desejo nunca é preenchido, que se o é, o é por frações de segundos, e que a vida é insatisfação e procura, tudo isto era coisa passada. Sim, porque sobre o amor há várias frases inquietantes por aí... Bilac nos dizia salomônico: “eu tenho amado tanto e não conheci o amor”. O Arnaldo Jabor disse outro dia a frase mais retumbante desde “Independência ou morte” ao afirmar: “o amor deixa muito a desejar”. Ataulfo Alves dizia: “eu era feliz e não sabia”. 
    Frase que se pode atualizar: eu era amado e não sabia. Porque nem todos sabem reconhecer quando são amados. Flores despencam em arco-íris sobre sua cama, um banquete real está sendo servido e, sonolento, olha noutra direção. 
    Sei que vocês vão me repreender, dizendo: deveria ter nos apresentado o personagem, também o queríamos conhecer, repartir tal acontecimento. E é justa a reprimenda. Porque quando alguém está amando, já nos contamina de jasmins. Temos vontade de dizer, vendo-o passar - ame por mim, já que não pode se deter para me amar a mim. Exatamente como se diz a alguém que está indo à Europa: por favor, na Itália, coma e beba por mim. 
    Ver uma pessoa amando é como ler um romance de amor. É como ver um filme de amor. Também se ama por contaminação na tela do instante. A estória é de outro, mas passa das páginas e telas para a gente.
    Todo jardineiro é jardineiro porque não pode ser flor. 
    Reconhece-se a 50m um desamado, o carente. Mas reconhece-se a 100m o bem-amado. Lá vem ele: sua luz nos chega antes de suas roupas e pele. 
    Sim, batem nas dobras de seu ser. Pássaros pousam em seus ombros e frases. Flores estão colorindo o chão em que pisou.
    O que ama é um disseminador.
    Tocar nele é colher virtudes. 
    O bem-amado dá a impressão de inesgotável. E é o contrário de Átila: por onde passa renascem cidades. 
    O bem-amado é uma usina de luz. Tão necessário à comunidade, que deveria ser declarado um bem de utilidade pública. 

Disponível em: https://books.google.com.br/books?id=A7NcBAAAQBAJ&pg=PT116&lpg=PT116&dq=o+homem+que+conheceu+o+amor+cronica&source Acesso em: 06 ago. 2018. 
A regência verbal está correta, EXCETO em:
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3

457941200161774
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: Câmara de Carmo do Cajuru - MGDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Teoria das Funções | Função Exponencial
O crescimento exponencial de uma determinada cultura de bactérias em função do tempo de observação se expressa por f(t) = Be k t sendo B e K constantes positivas e t é o tempo em horas. Se, no instante inicial da observação, estão presentes 1.500 bactérias, e esse total duplica em 4 horas, então é CORRETO afirmar que o total de bactérias presentes ao final de seis horas de observação é igual a
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4

457941201887197
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: Câmara de Carmo do Cajuru - MGDisciplina: Jornalismo e MídiaTemas: Comunicação Jornalística | Jornalismo Radiofônico
Em relação ao texto jornalístico para rádio, são recomendações para redatores, repórteres e editores:

(1) O uso do ontem no lead envelhece a notícia no rádio.
(2) Evite os gerúndios, pois deixam as frases longas e enfraquecem o texto.
(3) Os artigos devem ser suprimidos, especialmente nas manchetes.
(4) A adjetivação reforça a densidade indispensável ao texto jornalístico.
(5) Evite o lead com uma negativa, o que dificilmente interessará ao ouvinte.

Estão CORRETOS os itens:
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5

457941201097776
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: Câmara de Carmo do Cajuru - MGDisciplina: Desenvolvimento e Arquitetura de SoftwareTemas: Serviços Web
Um serviço Web implementado na arquitetura REST poderá fornecer uma resposta estruturada nos seguintes padrões de conteúdo, dentre outros, EXCETO:
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6

457941201634315
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: Câmara de Carmo do Cajuru - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sentido Literal e Figurado | Análise Textual
Texto associado
O HOMEM QUE CONHECEU O AMOR 

Affonso Romano de Sant’Anna 


    Do alto de seus oitenta anos, me disse: “na verdade, fui muito amado.” E dizia isto com tal plenitude como quem dissesse: sempre me trouxeram flores, sempre comi ostras à beira-mar. 
    Não havia arrogância em sua frase, mas algo entre a humildade e a petulância sagrada. Parecia um pintor, que, olhando o quadro terminado, assina seu nome embaixo. Havia um certo fastio em suas palavras e gestos. Se retirava de um banquete satisfeito. Parecia pronto para morrer, já que sempre estivera pronto para amar. 
    Se eu fosse rei ou prefeito teria mandado erguer-lhe uma estátua. Mas, do jeito que falava, ele pedia apenas que no seu túmulo eu escrevesse: “aqui jaz um homem que amou e foi muito amado”. E aquele homem me confessou que amava sem nenhuma coerção. Não lhe encostei a faca no peito cobrando algo. Ele que tinha algo a me oferecer. Foi muito diferente daqueles que não confessam seus sentimentos nem mesmo debaixo de um “pau de arara”: estão ali se afogando de paixão, levando choques de amor, mas não se entregam. E no entanto, basta-lhes a ficha que está tudo lá: traficante ou guerrilheiro do amor. Uns dizem: casei várias vezes. Outros assinalam: fiz vários filhos. Outro dia li numa revista um conhecido ator dizendo: tive todas as mulheres que quis. Outros ainda, dizem: não posso viver sem fulana (ou fulano). Na Bíblia está que Abraão gerou Isaac, Isaac gerou Jacó e Jacó gerou as doze tribos de Israel. Mas nenhum deles disse: “Na verdade, fui muito amado”.
    Mas quando do alto de seus oitenta anos aquele homem desfechou sobre mim aquela frase, me senti não apenas como o homem que quer ser engenheiro como o pai. Senti-me um garoto de quatro anos, de calças curtas, se dizendo: quando eu crescer quero ser um homem de oitenta anos que diga: “amei muito, na verdade, fui muito amado.” Se não pensasse nisto não seria digno daquela frase que acabava de me ser ofertada. E eu não poderia desperdiçar uma sabedoria que levou 80 anos para se formar. É como se eu não visse o instante em que a lagarta se transformara em libélula. 
    Ouvindo-o, por um instante, suspeitei que a psicanálise havia fracassado; que tudo aquilo que Freud sempre disse, de que o desejo nunca é preenchido, que se o é, o é por frações de segundos, e que a vida é insatisfação e procura, tudo isto era coisa passada. Sim, porque sobre o amor há várias frases inquietantes por aí... Bilac nos dizia salomônico: “eu tenho amado tanto e não conheci o amor”. O Arnaldo Jabor disse outro dia a frase mais retumbante desde “Independência ou morte” ao afirmar: “o amor deixa muito a desejar”. Ataulfo Alves dizia: “eu era feliz e não sabia”. 
    Frase que se pode atualizar: eu era amado e não sabia. Porque nem todos sabem reconhecer quando são amados. Flores despencam em arco-íris sobre sua cama, um banquete real está sendo servido e, sonolento, olha noutra direção. 
    Sei que vocês vão me repreender, dizendo: deveria ter nos apresentado o personagem, também o queríamos conhecer, repartir tal acontecimento. E é justa a reprimenda. Porque quando alguém está amando, já nos contamina de jasmins. Temos vontade de dizer, vendo-o passar - ame por mim, já que não pode se deter para me amar a mim. Exatamente como se diz a alguém que está indo à Europa: por favor, na Itália, coma e beba por mim. 
    Ver uma pessoa amando é como ler um romance de amor. É como ver um filme de amor. Também se ama por contaminação na tela do instante. A estória é de outro, mas passa das páginas e telas para a gente.
    Todo jardineiro é jardineiro porque não pode ser flor. 
    Reconhece-se a 50m um desamado, o carente. Mas reconhece-se a 100m o bem-amado. Lá vem ele: sua luz nos chega antes de suas roupas e pele. 
    Sim, batem nas dobras de seu ser. Pássaros pousam em seus ombros e frases. Flores estão colorindo o chão em que pisou.
    O que ama é um disseminador.
    Tocar nele é colher virtudes. 
    O bem-amado dá a impressão de inesgotável. E é o contrário de Átila: por onde passa renascem cidades. 
    O bem-amado é uma usina de luz. Tão necessário à comunidade, que deveria ser declarado um bem de utilidade pública. 

Disponível em: https://books.google.com.br/books?id=A7NcBAAAQBAJ&pg=PT116&lpg=PT116&dq=o+homem+que+conheceu+o+amor+cronica&source Acesso em: 06 ago. 2018. 
As palavras estão utilizadas em sentido conotativo em:
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7

457941200145473
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: Câmara de Carmo do Cajuru - MGDisciplina: Engenharia de SoftwareTemas: Gerenciamento de Projetos de Software
Considere que um projeto tenha:

• Valor Agregado (VA ou EV): 450
• Custo Real (CR ou AC): 500
• Valor Planejado (VP ou PV): 400


Qual é a Variação do Custos (VC ou CV) deste projeto?
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8

457941201219942
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: Câmara de Carmo do Cajuru - MGDisciplina: Engenharia de SoftwareTemas: Requisitos de Software
De acordo com Sommerville (2011), requisitos não funcionais podem ter as seguintes classificações, EXCETO:
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9

457941200174245
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: Câmara de Carmo do Cajuru - MGDisciplina: Comunicação SocialTemas: Regulamentação em Comunicação Social
De acordo com Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, o jornalista, explicitamente, não pode:

(1) Disseminar informações falsas ou enganosas ou permitir a difusão de notícias que não possam ser comprovadas por meio de fatos conhecidos e demonstráveis.

(2) Impedir a manifestação de opiniões divergentes ou o livre debate de ideias.

(3) Permitir o exercício da profissão por pessoas não habilitadas.

(4) Deturpar ou apresentar de maneira capciosa elementos de pesquisa ou estatísticas.

(5) Submeter-se a diretrizes contrárias à precisa apuração dos acontecimentos e à correta divulgação da informação.

Estão CORRETOS os itens: 
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10

457941201294101
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: Câmara de Carmo do Cajuru - MGDisciplina: Engenharia de SoftwareTemas: Linguagem de Modelagem Unificada | Diagrama de Sequência | Diagrama de Componentes | Diagrama de Atividades
Analise as afirmativas a seguir sobre os diagramas da UML:

I. Diagrama de Sequência é um diagrama de interação que dá ênfase à ordenação temporal das mensagens entre os objetos de um sistema.
II. Diagramas de Componentes são diagramas comportamentais da UML.
III. Diagrama de Atividades mostra o fluxo sequencial ou ramificado de uma atividade para outra e os objetos que realizam ou sofrem ações.


Estão CORRETAS as afirmativas:
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