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457941201163777
Ano: 2015Banca: FUMARCOrganização: Prefeitura de Ipuã - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Legislação Educacional | Direito Constitucional à Educação
Pela Constituição de 1988, a educação é um direito de todos, dever do Estado e da família. Ela visa ao pleno desenvolvimento da pessoa, ao seu preparo para o exercício da cidadania e à qualificação para o trabalho. 

É CORRETO afirmar que o ensino deve ser ministrado, levando-se em conta 
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2

457941200168920
Ano: 2015Banca: FUMARCOrganização: Prefeitura de Ipuã - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Normas de Qualidade para Educação Pré-Escolar | Currículo de Educação Pré-Escolar | Desenvolvimento de Conceitos Científicos na Infância | Educação Pré-Escolar
Maria Angélica é uma professora de matemática muito experiente, com mais de cinco anos de experiência no ensino fundamental. Ela foi aprovada em um concurso público municipal e no ano que vem vai assumir uma turma na educação infantil. Ela gosta muito de criança e pretende desenvolver um bom trabalho com seus novos alunos. 

Analise as assertivas a seguir e verifique aquelas que devem compor um elenco de orientações para o novo campo de atuação de Maria Angélica: 
 
I. A definição legal da Educação Infantil como primeira etapa da Educação Básica representa um marco histórico relevante em nosso país. 

II. Quanto mais cedo as histórias orais e escritas entrarem na vida da criança, maiores as chances de ela gostar de ler. 

III. O atendimento à criança será de, no mínimo, três horas diárias para o turno parcial e de sete horas para a jornada integral.

IV. A criança lê do seu jeito muito antes da alfabetização, folheando e olhando figuras, ainda que não decodifique palavras e frases escritas. 

V. O controle de frequência pela instituição de educação pré-escolar deverá exigir a frequência mínima de 75% do total de horas.

VI. As crianças dessa etapa de educação devem ser envolvidas em atividades práticas para aprender sobre a solidariedade e o respeito ao meio ambiente e às diferentes culturas, identidades e singularidades.
 
Está CORRETO o que se afirma em: 
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3

457941201488166
Ano: 2015Banca: FUMARCOrganização: Prefeitura de Ipuã - SPDisciplina: Contabilidade: Análise de BalançosTemas: Indicadores de Liquidez | Análise de Índices
Dos demonstrativos contábeis da Companhia Dom Nievas foram extraídos os seguintes dados, referentes ao exercício social de 2014: 


Ativo Total = R$ 440.000,00. 

Custos das Vendas = R$ 210.000,00. 

Despesas Administrativas e Gerais = R$ 32.000,00. 

Despesas Financeiras = R$ 5.500,00. 

Passivo Não Circulante = R$ 18.500,00. 

Ativo Não Circulante equivale a 60% do Ativo Total. 

Capital Próprio equivale a 60% do Ativo Total. 

As receitas operacionais líquidas equivalem a 85% do valor do Ativo Total. 

Imposto de Renda e Contribuição Social = R$ 24.500,00.

Realizáveis a Longo Prazo = R$ 30.000,00.


Levando-se em conta os dados , pode-se afirmar que a Liquidez Corrente da Companhia Dom Nievas é: 
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4

457941201793185
Ano: 2016Banca: FUMARCOrganização: Prefeitura de Ipuã - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Tipos Textuais | Compreensão e Interpretação Textual | Categorias Textuais | Análise Textual
Texto associado

Texto 2


A LINGUAGEM POLITICAMENTE CORRETA


José Luiz Fiorin (USP)



    No conto Negrinha, de Monteiro Lobato, lemos a seguinte passagem: “A excelente Dona Inácia era mestra na arte de judiar de crianças” (Monteiro Lobato: textos escolhidos. Rio de Janeiro, Agir, 1967, p. 75). No capítulo III, de Clara dos Anjos, de Lima Barreto, aparece a seguinte passagem: “Marramaque, poeta raté, tinha uma grande virtude, como tal: não denegrir os companheiros que subiram nem os que ganharam celebridade” (Prosa seleta. Rio de Janeiro, Nova Aguilar, 2001, p. 661). Em Machado de Assis, no conto Aurora sem dia, lê-se: “Ah! meu amigo, [...] não imagina quantos invejosos andam a denegrir meu nome” (Obra completa. Rio de Janeiro, Nova Aguilar, vol. II, p. 224). Diante desses textos não faltaria quem apontasse o dedo acusador para os três autores, tachando-os de racistas. Afinal, denegrir significa “diminuir a pureza, o valor de; conspurcar, manchar” e é construído com a mesma raiz da palavra negro; judiar quer dizer “tratar mal física ou moralmente, atormentar, maltratar” e é formado com o termo judeu. Mas será que podemos fazer essa acusação? Machado e Lima Barreto eram descendentes de negros; Lobato posicionou-se contra o nazifascismo e pode-se dizer que, à maneira de seu tempo, era antirracista. 

    A linguagem politicamente correta é a expressão do aparecimento na cena pública de identidades que eram reprimidas e recalcadas: mulheres, negros, homossexuais, etc. Revela ela a força dessas “minorias”, que eram discriminadas, ridicularizadas, desconsideradas. Pretende-se, com ela, combater o preconceito, proscrevendo-se um vocabulário que é fortemente negativo em relação a esses grupos sociais. A ideia é que, alterando-se a linguagem, mudam-se as atitudes discriminatórias.

    Em 2004, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República publicou uma cartilha intitulada Politicamente correto e direitos humanos, em que mostrava que determinadas palavras, expressões e anedotas revelam preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Essa publicação gerou muita polêmica e levou o governo a recolhê-la. Muitos intelectuais proeminentes acusaram o governo de estar instaurando a censura (por exemplo, João Ubaldo Ribeiro, no artigo “O programa Fala Zero”, publicado em O Estado de S. Paulo, de 8/5/2005, p. D3, e Ferreira Gullar, no artigo “A coisa está branca”, publicado na Folha de S. Paulo, de 15 de maio de 2005, p. E 12). Declaravam que se tratava de um ato autoritário de um governo que pretendia até mesmo controlar o que as pessoas dizem; que o poder público tinha coisas mais importantes, como a educação e a saúde, com que se preocupar. Chegaram a afirmar que poderíamos ser presos, se disséssemos alguma coisa que contrariasse as normas linguísticas governamentais. Bradavam que se pretendia engessar a língua, impedindo o seu desenvolvimento.

    Não vamos fazer a maldade de argumentar, dizendo que chama atenção que esses furiosos críticos do governo (no geral, articulistas dos principais jornais do país) não tivessem tido a mesma irada reação, quando os jornais em que escrevem vetaram o uso, em suas páginas, de uma série de palavras ou expressões por denotarem preconceito, discriminação ou ofensa em relação a determinados grupos sociais (conferir, por exemplo, o verbete “preconceito” do Manual de redação da Folha de S. Paulo (2001, p. 94) ou o verbete “ética interna” do Manual de redação e estilo de O Estado de S. Paulo (1990, p. 34-38)).

    A linguagem politicamente correta leva-nos a pensar em uma série de aspectos a respeito do funcionamento da linguagem (meus argumentos concordam com os de Sírio Possenti, difundidos em comunicações e textos). O primeiro é que, como já ensinava Aristóteles, na Retórica, aquele que fala ou escreve cria, ao produzir um texto, uma imagem de si mesmo. Sem dúvida nenhuma, a presença de certas palavras num determinado texto faz que ele seja racista, machista, etc., criando uma imagem de que seu autor é alguém que tem preconceito contra as mulheres, os negros, os índios, os homossexuais e assim por diante. O que é preciso saber é se combater o uso de palavras ou expressões que patenteiam a discriminação é um instrumento eficaz de luta contra ela.

    De um lado, é verdade que a linguagem modela sentimentos e emoções. Se alguém sempre ouviu certos termos ou expressões, como negro, bicha ou coisa de mulher, ditos com desdém ou com raiva, certamente vai desenvolver uma atitude machista ou racista. Quem é tratado com gritos ou com ameaças seguramente não vai introjetar atitudes de bondade ou doçura. Portanto, usar uma linguagem não marcada por fortes conotações pejorativas é um meio de diminuir comportamentos preconceituosos ou discriminatórios. De outro lado, porém, é preciso atentar para dois aspectos. O primeiro é que o cuidado excessivo na busca de eufemismos para designar certos grupos sociais revela a existência de preconceitos arraigados na vida social. Se assim não fosse, poder-se-ia empregar, sem qualquer problema, por exemplo, o vocábulo negro, sem precisar recorrer à expressão afrodescendente. Em segundo lugar, os defensores da linguagem politicamente correta acreditam que existam termos neutros ou objetivos, o que absolutamente não é verdade. Todas as palavras, ensina Bakhtin, são assinaladas por uma apreciação social. Considera-se que os termos bicha, veado, fresco são mais preconceituosos que a designação gay. Isso é parcialmente verdadeiro, pois os três primeiros estão marcados por pesada conotação negativa. No entanto, o termo gay também vai assumindo valor pejorativo, tanto que, à semelhança do aumentativo bichona e do diminutivo bichinha, criaram-se gayzaço e gayzinho. Isso ocorre porque as condições de produção de discursos sobre a mulher, o negro, o homossexual, etc. são as de existência de fortes preconceitos em nossa formação social. Isso significa que não basta mudar a linguagem para que a discriminação deixe de existir. Entretanto, como a conotação negativa é uma questão de grau, não é irrelevante deixar de usar os termos mais fortemente identificados com atitudes racistas, machistas, etc. [...]


http://www.letras.ufscar.br/linguasagem/edicao01/artigos_alinguagempoliticament ecorreta.htm [adaptado] 

Considerando a configuração e o funcionamento dos textos, pode-se dizer que o texto anterior caracteriza-se como:
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457941200693728
Ano: 2016Banca: FUMARCOrganização: Prefeitura de Ipuã - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Temas Pedagógicos | Inclusão e Exclusão
Inclusão social escolar nos remete a repensar o sentido atribuído à educação, às nossas concepções e à ressignificação do processo de construção de todo o indivíduo. Como profissional da educação, o desafio do educador frente à inclusão social é
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457941201678986
Ano: 2015Banca: FUMARCOrganização: Prefeitura de Ipuã - SPDisciplina: Serviço Social e Políticas PúblicasTemas: Assistência Social | Sistema Único de Assistência Social (SUAS) | Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS)
De acordo com o Art. 6º, do Capítulo III, da Lei Federal no 8.742, que dispõe sobre a organização da Assistência Social, a gestão das ações na área da assistência social fica organizada da seguinte forma: 
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7

457941200657023
Ano: 2015Banca: FUMARCOrganização: Prefeitura de Ipuã - SPDisciplina: Pedagogia e Didática
A creche deve iniciar a criança na compreensão dos acontecimentos, formá-la para o reconhecimento dos problemas e para a participação na tomada de decisões nos assuntos que lhe dizem respeito. Nesse sentido, a tarefa educativa da creche é educar as crianças para 
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457941201236776
Ano: 2015Banca: FUMARCOrganização: Prefeitura de Ipuã - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Planejamento e Organização Curricular | Teoria e Prática Curricular
O currículo da Educação Infantil, segundo o RECNEI, é concebido como um “conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento” 
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9

457941201216610
Ano: 2016Banca: FUMARCOrganização: Prefeitura de Ipuã - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Projeto Político-Pedagógico | Temas Pedagógicos
O projeto político pedagógico define a identidade da escola e indica os caminhos para ensinar com qualidade. Ele traz os objetivos que a escola deseja alcançar, as metas a cumprir e os sonhos a realizar, apresentando sua história, o conjunto dos seus currículos, dos seus métodos, dos seus atores internos e externos e o seu modo de vida. Não se constrói um projeto sem um norte, sem um rumo; por isso, dizemos que todo projeto pedagógico da escola é também
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10

457941201477365
Ano: 2015Banca: FUMARCOrganização: Prefeitura de Ipuã - SPDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Diagnósticos de Enfermagem | Processo e Sistematização da Assistência de Enfermagem
“O trabalho de denominação e classificação das intervenções de enfermagem que se iniciou no fim da década de 80, nos EUA, se caracteriza pela continuidade. Teve como impulso o trabalho da NANDA, porque, quando é formulado um diagnóstico de enfermagem, o enfermeiro tem o dever de fazer algo sobre ele”.

(DOCHTERMAN, BULECHEK e CHIANCA, 2003).

Sobre a classificação das intervenções de enfermagem (NIC), é CORRETO afirmar: 
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