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O poder do “não”
Pedrinho tinha um sorriso com dentinhos brancos e alinhados e o cabelinho repartido na lateral, inclinado da esquerda para a direita. Vestia uma camisa xadrezinha de vermelho e preto, uma calça jeans com elástico na cintura e não aparentava mais de 4 ou 5 anos. Não fosse pelo comportamento, poderia dizer que era uma graça de criança.
Numa tarde de domingo, num shopping center, Pedrinho se jogou no chão, fez birra e gritou na porta de uma loja. Queria que a mãe lhe comprasse uma dessas sandalinhas crocs com estampas de uma famosa porquinha dos desenhos animados de tevê.
A mãe ficou completamente quieta diante da situação. Depois, constrangida, ficou entre ignorar o filho ou pedir a ele, sem nenhuma firmeza, que ficasse quieto. Cara de tacho definiria bem a expressão dela. Aquela era uma criança que cresceria sem limites, alienada de tudo aquilo que signifique cordialidade, adequação, limite e respeito.
O “não” tem uma força impressionante. Não pela negativa em si, mas pelos limites que impõe. Dizer “sim” é muito mais fácil, o “sim” não machuca, não contraria, não requer explicações. É o “não” que ensina respeito, delimita espaço, dimensiona o mundo. Afinal, não vivemos sozinhos, e viver em sociedade é algo que vai sendo moldado pelo “não”. Deixar de dizer “não” é perder o compromisso com o legado para o futuro, com o respeito e a civilidade.
(Jamil Alves. O anjo Miguel – crônicas da vida que insiste em dar certo.
São Paulo: Scortecci, 2018. Adaptado)
Na programação das aulas de Educação Física na escola, é recomendável promover o estudo de conceitos básicos de anatomia e fisiologia humanas, biomecânica e bioquímica com a finalidade de levar os alunos a perceberem as próprias possibilidades e limitações ao realizarem atividades corporais.
O bloco de conteúdos, preconizado pelos Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental e mencionado por Sales (2010), que trata dessa temática, recebe o nome de
Analise a seguinte situação hipotética.
Os alunos do Ensino Fundamental, após terem refletido nas aulas de Educação Física sobre a importância de reconhecer e valorizar os espaços da escola e do próprio tempo livre, solicitaram à direção da escola a abertura da quadra, aos finais de semana, para que eles próprios realizassem programas extracurriculares de jogos e atividades de lazer com a comunidade. Segundo Sanches Neto (In: Darido e Rangel, 2005), esse tipo de atitude evidencia que os alunos
Morais (2012) defende uma concepção construtivista que pressupõe que a escrita alfabética é um sistema notacional e não um código. Segundo o autor, cada criança reconstrói em sua mente o sistema alfabético e que é preciso ajudar as crianças a cedo descobrirem as regras ou propriedades de um sistema alfabético.
Assinale a alternativa que denomina o fator em que o autor
considera mais importante nesse processo.