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O poder do “não”
Pedrinho tinha um sorriso com dentinhos brancos e alinhados e o cabelinho repartido na lateral, inclinado da esquerda para a direita. Vestia uma camisa xadrezinha de vermelho e preto, uma calça jeans com elástico na cintura e não aparentava mais de 4 ou 5 anos. Não fosse pelo comportamento, poderia dizer que era uma graça de criança.
Numa tarde de domingo, num shopping center, Pedrinho se jogou no chão, fez birra e gritou na porta de uma loja. Queria que a mãe lhe comprasse uma dessas sandalinhas crocs com estampas de uma famosa porquinha dos desenhos animados de tevê.
A mãe ficou completamente quieta diante da situação. Depois, constrangida, ficou entre ignorar o filho ou pedir a ele, sem nenhuma firmeza, que ficasse quieto. Cara de tacho definiria bem a expressão dela. Aquela era uma criança que cresceria sem limites, alienada de tudo aquilo que signifique cordialidade, adequação, limite e respeito.
O “não” tem uma força impressionante. Não pela negativa em si, mas pelos limites que impõe. Dizer “sim” é muito mais fácil, o “sim” não machuca, não contraria, não requer explicações. É o “não” que ensina respeito, delimita espaço, dimensiona o mundo. Afinal, não vivemos sozinhos, e viver em sociedade é algo que vai sendo moldado pelo “não”. Deixar de dizer “não” é perder o compromisso com o legado para o futuro, com o respeito e a civilidade.
(Jamil Alves. O anjo Miguel – crônicas da vida que insiste em dar certo.
São Paulo: Scortecci, 2018. Adaptado)
O Parlamento do Reino Unido aprovou nesta terça-feira (29.01.19) uma emenda que autoriza a premiê Theresa May a renegociar os termos da saída do país da União Europeia, o chamado Brexit.
O acordo atualmente fechado com a UE não recebeu o apoio suficiente no Parlamento. Agora, May pode tentar renegociar esse ponto, mas não está claro se a UE está disposta a voltar sobre o tema.
(Correio Braziliense – https://bit.ly/2WfDqoJ – Acesso em 19.03.19. Adaptado)
Os termos da saída do Reino Unido da União Europeia não atendem ao parlamento inglês devido
Cerca de um mês após anunciar que o Brasil sairia do Pacto Global para a Migração, o governo Jair Bolsonaro confirmou a medida às Nações Unidas, nesta terça-feira (08.01.19.), em telegrama enviado às missões brasileiras da ONU em Nova York e em Genebra.
(Globo – https://glo.bo/2Ctv9Gc – Acesso em 19.03.19. Adaptado)
Para o presidente,