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457941200527386
Ano: 2022Banca: VUNESPOrganização: CAU-SPDisciplina: Arquitetura e UrbanismoTemas: Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU)
Um fornecedor de pisos ofereceu ao arquiteto que gerencia uma obra residencial particular, pagamento, por ele denominado “Reserva Técnica”, correspondente a um percentual sobre o valor dos pisos dele adquiridos. A aceitação desse pagamento constituiria, nos termos da Resolução CAU/BR nº 52/2013,
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457941200735411
Ano: 2015Banca: MakiyamaOrganização: CAU-SPDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Frações e Decimais | Aritmética
Tenho 1/5 da idade de minha mãe. Já a idade de meu pai é igual ao dobro da idade de minha mãe menos o quádruplo de minha idade. Se minha mãe tem 40 anos, qual a idade de meu pai?
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457941200209534
Ano: 2018Banca: CKM ServiçosOrganização: CAU-SPDisciplina: Direito Processual do TrabalhoTemas: Dissídio Coletivo e Tipos | Medidas Especiais no Processo Trabalhista
Quanto aos dissídios coletivos como previstos na Consolidação das Leis do Trabalho, assinale a alternativa correta:
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457941201537070
Ano: 2022Banca: VUNESPOrganização: CAU-SPDisciplina: Arquitetura e UrbanismoTemas: Gestão de Projetos | Briefing de Projeto
A partir de programa de necessidades detalhado pelo cliente, um arquiteto elaborou projeto de edificação passível de repetição, estando em discussão, junto ao contratante, os direitos autorais envolvidos em uma possível repetição do uso desse projeto para a construção de outra edificação. Não houve qualquer previsão contratual de transmissão de direitos relativos à autoria do projeto.

Nesse contexto, é correto afirmar que os direitos autorais
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457941200966238
Ano: 2022Banca: VUNESPOrganização: CAU-SPDisciplina: Arquitetura e UrbanismoTemas: Acessos Verticais e Horizontais | Dimensões Mínimas | Acessibilidade e Design Universal
Um projeto de edificação a ser construída no Estado de São Paulo envolverá o dimensionamento de escadas que atenderão a locais com lotações diversas, inclusive locais de reunião. Pelas normas aplicáveis a espaços de circulação vertical, neste caso específico, o dimensionamento de cada uma das escadas que sejam parte de percurso caracterizado como rota de saída deverá apresentar largura mínima de
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457941201858891
Ano: 2022Banca: VUNESPOrganização: CAU-SPDisciplina: Arquitetura e UrbanismoTemas: Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU)
Um profissional irá efetuar o Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) relativo a um contrato que compreende serviços de projeto de tipologia habitacional e implantação de um conjunto habitacional, vinculado a programa de Habitação de Interesse Social (HIS) e que se enquadra em legislações vigentes correlatas às Leis Federais nº 11.124/2005, nº 11.888/2008 e nº 13.465/2017. O registro dessa atividade no CAU será efetuado por meio de um RRT
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457941201278734
Ano: 2015Banca: MakiyamaOrganização: CAU-SPDisciplina: Informática BásicaTemas: Sistemas Operacionais | Microsoft Windows
Qual a opção que permite colocar um computador com sistema operacional Windows 8 em um estado de baixa utilização de energia, de modo que ele possa ser inicializado rapidamente?
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8

457941201998494
Ano: 2014Banca: MakiyamaOrganização: CAU-SPDisciplina: Raciocínio Lógico e QuantitativoTemas: Lógica Matemática
Em determinada cidade, 80% das famílias moram na área urbana. Por sua vez, dentre as que moram na área urbana, 25% moram em casa própria. Sendo assim, em relação ao total de moradores da cidade, o percentual de moradores que moram em casa própria e na área urbana corresponde a:
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457941200123731
Ano: 2018Banca: CKM ServiçosOrganização: CAU-SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Dificuldades da Língua Padrão
Texto associado
Relatório da ONU comprova que os esforços para recuperar a cobertura atmosférica da Terra vêm finalmente dando resultado. Isso, claro, se não tirarmos o pé
Por Guilherme Eler
9 nov 2018, 12h46


        A importância dela para a existência humana é algo que você escuta desde as aulas de ciências: sem a proteção da camada de ozônio, uma película de gases que envolve a Terra a 18 km de altura, a vida que levamos hoje simplesmente não seria possível. Se essa barreira invisível sumisse, abrindo passagem para todo raio ultravioleta ultrapassar a atmosfera, um simples banho de sol de cinco minutos já seria suficiente para tostar nossa pele – algo que ameaçaria animais, tornaria o solo infértil e extinguiria variedades inteiras de plantas, por tabela.
          O famigerado “buraco”, que a cada dia diminuía a proteção de ozônio do planeta, tornou-se uma preocupação ambiental tão grave quanto o aumento da temperatura dos oceanos. Em 1974, com uma descoberta que arremataria o Nobel de Química anos mais tarde, os gases CFC (clorofluorcarbonetos) assumiram o posto de grandes vilões a serem combatidos. Eliminados para o ar com o borrifo de aerossóis ou pelo funcionamento de ar-condicionados e geladeiras, tais gases eram nocivos à proteção natural da atmosfera. Isso porque os átomos de cloro, presentes nos CFCs, quando em contato com o ozônio (O3) quebram suas moléculas.
          Estava dado o ultimato. Se não quiséssemos virar camarões já a partir das décadas seguintes, tínhamos de frear a utilização de gases do tipo. O chamado Acordo de Montreal, assinado em 24 países em 1987, foi a primeira grande medida que limitou a aplicação dos CFCs. Isso fez a indústria de eletrodomésticos passar a pesquisar alternativas. Em 2010, o uso de químicos do tipo acabou completamente banido – com exceção da China, outro poluidor de peso.
      E foi importante que tenha acontecido exatamente assim. Se o tratado climático não tivesse vingado, o rombo na película protetora poderia ser de 40% até 2013, projetavam os cientistas em um levantamento feito há três anos.
      Na linha do que sinalizou uma pesquisa publicada na revista científica Nature em 2016, um relatório elaborado pela ONU (Organização das Nações Unidas) afirma que a camada de ozônio está se recuperando e já não corre tanto risco.

         Agora, dá até para fazer projeções mais otimistas: os dados estimam que, se não tirarmos o pé das medidas que já vêm dando certo, podemos recuperar por completo a camada de ozônio até a década de 2060. Em certas áreas, como as polares, é possível que a recuperação aconteça até antes. Acredita-se que zonas como o Ártico e latitudes médias possam chegar lá ainda em 2030.
         Algo que pode jogar água no chope, contudo, é o aumento da emissão de gases de efeito estufa. Como aponta o relatório, tal fator pode alterar a circulação de massas de ar atmosféricas, e causar uma distribuição desigual do ozônio. Com o aquecimento global, é possível que haja menor concentração de ozônio em regiões tropicais (o que inclui o Brasil), no Ártico e nas áreas de latitudes médias – onde a camada de ozônio já é menos densa.
      Alegria de terráqueo costuma mesmo durar pouco. O que, no caso, pode até ser um bom sinal. Pelo menos assim, não relaxamos com o ambiente – e jogamos pela janela o que demorou algumas décadas para começarmos a consertar.


(Disponível em: <https://super.abril.com.br/ciencia/camada-de-ozonio-podese-recuperar-por-completo-ate-2060/>. Adaptado.)

(...) ou pelo funcionamento de ar-condicionados e geladeiras (...)


Na palavra sublinhada no excerto, nota-se um claro erro de

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457941200830876
Ano: 2014Banca: MakiyamaOrganização: CAU-SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Semântica Contextual | Recursos Estilísticos | Análise Textual
Texto associado
                        Por que não discuto pelo Facebook

Este ano promete ser de grandes debates. Copa do Mundo e eleições - para ficar nos mais manjados - renderão milhões de opiniões, que levarão a curtidas, compartilhamentos e, inevitavelmente, a desentendimentos na caixa de comentários. É verdade que as redes sociais são a nova praça pública, o bar e a balada ao mesmo tempo. Mas há razões para sempre nos arrependermos de entrar em discussões no Reino de Zuckerberg.
A primeira é uma limitação do meio: textos e fotos não comunicam tudo. Lembre-se de um debate acalorado que você teve online com uma pessoa que pensa diferente e imagine a mesma discussão fora, em uma mesa de bar (com ambos ainda sóbrios). Quando estamos de frente para a pessoa, conseguimos decodificar a mensagem observando outros sinais: damos espaço para a réplica ao observar sobrancelhas arqueadas e, pelo riso no canto da boca, sabemos se o que estamos dizendo agrada ou não. No Facebook, todas essas nuances se perdem, mesmo com os emoticons, emojis e gifs animados. A mensagem é sempre truncada - basta ver o tanto de gente não entendendo textos irônicos recentemente.
A segunda questão é o calor dos holofotes. Quando escrevemos alguma opinião no nosso mural, estamos falando para centenas de pessoas - alguns amigos próximos, outros conhecidos que não vemos há anos. Isso traz um primeiro problema, de autocensura: calibramos a mensagem para não ofender. Mas sempre aparecerá alguém discordando e, de repente, dois amigos de diferentes círculos - um tio conservador e um amigo de faculdade bem de esquerda, talvez - acabam discutindo. O que fazer? Separar os grupos nas configurações é um caminho, mas é trabalhoso e imperfeito. Eu, quando discordo fortemente da opinião de alguém, mando mensagem particular ou e-mail. Mesmo que a conversa continue no teclado, aprendi que longe da multidão somos mais honestos e claros. Não é à toa que tanta gente foge do Facebook e vai para grupos privados do WhatsApp. E por último, se uma opinião sua for mal interpretada ou ofender uma pessoa, o recém-desafeto pode esconder as suas atualizações do feed de notícias. Aí coisas que você realmente gostaria de anunciar para todo mundo, como a chegada de um filho, não terão o alcance desejado. Tudo porque você discordou de maneira mais veemente da convocação de algum jogador. Então, resista à tentação e pense bem em qual o foro adequado para cada assunto. Às vezes, a única opção sensata é encontrar os amigos para conversar ao vivo. E esse bug do Facebook é ótimo.

                                                      http://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2014/02/por-que-nao-discuto-pelo-facebook.html

Mas há razões para sempre nos arrependermos de entrar em discussões no Reino de Zuckerberg.

A substituição da palavra Facebook pela expressão Reino de Zuckerberg no trecho acima é um exemplo claro de uma figura de linguagem que consiste na troca de uma palavra ou expressão por outra palavra ou expressão, não por serem sinônimas, mas por designarem uma mesma realidade ou referente. Essa figura de linguagem é a:
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