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457941201400379
Ano: 2016Banca: FGVOrganização: MREDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado

Texto 2 – No começo era o pé

Sim, no começo era o pé. Se está provado, por descobertas arqueológicas, que há sete mil anos estes brasis já eram habitados, pensai nestas legiões e legiões de pés que palmilharam nosso território. E pensai nestes passos, primeiro sem destinos, machados de pedra abrindo as iniciais picadas na floresta. E nos pés dos que subiam às rochas distantes, já feitos pedra também, e nos que se enfeitaram de penas e receberam as primeiras botas dos conquistadores e as primeiras sandálias dos pregadores; pés barrentos, nus, ou enrolados de panos dos caminheiros, pés sobre-humanos dos bandeirantes que alargaram um império, quase sempre arrastando passos e mais passos em chãos desconhecidos, dos marinheiros dos barcos primitivos e dos que subiram aos mastros das grandes naus. Depois o Brasil se fez sedentário numa parte de seu povo. Houve os pés descalços que carregaram os pés calçados, pelas estradas. A moleza das sinhazinhas de pequeninos pés redondos, quase dispensáveis pela falta de exercício. E depois das cadeirinhas, das carruagens, das redes carregadas por escravos, as primeiras grandes estradas já com postos de montaria organizados, o pedágio de vinténs estabelecido já no século XVIII. Mas além da abertura dos portos, depois da primeira etapa da industrialização, com os navios a vapor, as estradas de ferro, o pé de sete milênios da terra do Brasil ainda faz seu caminho.

                                                                          (Dinah Silveira de Queiroz)

“...o pedágio de vinténs estabelecido já no século XVIII"; o termo “já" é o que se denomina modalizador, ou seja, através dele o autor do texto manifesta uma opinião sobre o assunto abordado.

Nesse caso, falando do pedágio, a autora do texto 2 nos diz que o considera:

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2

457941200426666
Ano: 2023Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: MREDisciplina: Direito AdministrativoTemas: Licitações e Lei nº 14.133/2021 | Modalidades e Critérios de Julgamento
Inovação da Lei n.º 14.133/2021, o diálogo competitivo é aplicável à contratação de 
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3

457941200800845
Ano: 2016Banca: FGVOrganização: MREDisciplina: Raciocínio Lógico e QuantitativoTemas: Equivalência Lógica e Negação de Proposições
Considere a sentença:

“Corro e não fico cansado".

Uma sentença logicamente equivalente à negação da sentença dada é: 

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4

457941201595062
Ano: 2016Banca: FGVOrganização: MREDisciplina: Legislação FederalTemas: Regime Jurídico dos Servidores do Serviço Exterior Brasileiro
Os cursos de formação, treinamento e aperfeiçoamento dos integrantes das Carreiras de Oficial de Chancelaria são organizados pela Divisão de Recursos Humanos, na forma de regulamento do Ministro de Estado das Relações Exteriores. De acordo com o Decreto nº 1.565/95:
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5

457941200468296
Ano: 2016Banca: FGVOrganização: MREDisciplina: Direito FinanceiroTemas: Legislação Orçamentária: PPA, LDO e LOA | Orçamento: Conceitos Gerais
A Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2014 de um ente da Federação continha autorização para execução de um projeto que não foi executado no referido exercício. Esse projeto:
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6

457941201971696
Ano: 2016Banca: FGVOrganização: MREDisciplina: Direito FinanceiroTemas: Lei de Responsabilidade Fiscal | Restos a Pagar
Os restos a pagar são despesas que não completaram todos os estágios da execução orçamentária até o encerramento de um exercício financeiro. De acordo com as disposições da Lei de Responsabilidade Fiscal, os restos a pagar:
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7

457941201546401
Ano: 2016Banca: FGVOrganização: MREDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Semântica Contextual | Morfologia | Análise Textual | Preposições
Texto associado

Texto 2 – No começo era o pé

Sim, no começo era o pé. Se está provado, por descobertas arqueológicas, que há sete mil anos estes brasis já eram habitados, pensai nestas legiões e legiões de pés que palmilharam nosso território. E pensai nestes passos, primeiro sem destinos, machados de pedra abrindo as iniciais picadas na floresta. E nos pés dos que subiam às rochas distantes, já feitos pedra também, e nos que se enfeitaram de penas e receberam as primeiras botas dos conquistadores e as primeiras sandálias dos pregadores; pés barrentos, nus, ou enrolados de panos dos caminheiros, pés sobre-humanos dos bandeirantes que alargaram um império, quase sempre arrastando passos e mais passos em chãos desconhecidos, dos marinheiros dos barcos primitivos e dos que subiram aos mastros das grandes naus. Depois o Brasil se fez sedentário numa parte de seu povo. Houve os pés descalços que carregaram os pés calçados, pelas estradas. A moleza das sinhazinhas de pequeninos pés redondos, quase dispensáveis pela falta de exercício. E depois das cadeirinhas, das carruagens, das redes carregadas por escravos, as primeiras grandes estradas já com postos de montaria organizados, o pedágio de vinténs estabelecido já no século XVIII. Mas além da abertura dos portos, depois da primeira etapa da industrialização, com os navios a vapor, as estradas de ferro, o pé de sete milênios da terra do Brasil ainda faz seu caminho.

                                                                          (Dinah Silveira de Queiroz)

A preposição DE mostra diferentes valores semânticos em língua portuguesa; indique a opção em que esse valor é indicado incorretamente:
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8

457941201962151
Ano: 2016Banca: FGVOrganização: MREDisciplina: Língua InglesaTemas: Substantivos Contáveis e Incontáveis | Substantivos e Compostos | Plural dos Substantivos
Texto associado

TEXT III

Use of language in diplomacy

What language should one use when speaking to diplomats, or what language should diplomats use? Or, to be more precise, what language/languages should a (young) diplomat try to learn to be more successful in his profession? 

The term "language in diplomacy" obviously can be interpreted in several ways. First, as tongue ("mother" tongue or an acquired one), the speech "used by one nation, tribe, or other similar large group of people"; in this sense we can say, for example, that French used to be the predominant diplomatic language in the first half of the 20th century. Second, as a special way of expressing the subtle needs of the diplomatic profession; in this way it can be said, for example, that the delegate of such-andsuch a country spoke of the given subject in totally nondiplomatic language. Also, the term can refer to the particular form, style, manner or tone of expression; such as the minister formulated his conditions in unusually strong language. It may mean as well the verbal or non-verbal expression of thoughts or feelings: sending the gunships is a language that everybody understands.

All of these meanings - and probably several others - can be utilised in both oral and written practice. In any of these senses, the use of language in diplomacy is of major importance, since language is not a simple tool, vehicle for transmission of thoughts, or instrument of communication, but very often the very essence of the diplomatic vocation, and that has been so from the early beginnings of our profession. That is why from early times the first envoys of the Egyptian pharaohs, Roman legates, mediaeval Dubrovnik consuls, etc., had to be educated and trained people, well-spoken and polyglots.

Let us first look into different aspects of diplomatic language in its basic meaning - that of a tongue. Obviously, the first problem to solve is finding a common tongue. Diplomats only exceptionally find themselves in the situation to be able to communicate in one language, common to all participants. This may be done between, for example, Germans and Austrians, or Portuguese and Brazilians, or representatives of different Arab countries, or British and Americans, etc. Not only are such occasions rare, but very often there is a serious difference between the same language used in one country and another. 

There are several ways to overcome the problem of communication between people who speak different mother tongues. None of these ways is ideal. One solution, obviously, is that one of the interlocutors speaks the language of the other. Problems may arise: the knowledge of the language may not be adequate, one side is making a concession and the other has an immediate and significant advantage, there are possible political implications, it may be difficult to apply in multilateral diplomacy, etc. A second possibility is that both sides use a third, neutral, language. A potential problem may be that neither side possesses full linguistic knowledge and control, leading to possible bad misunderstandings. Nevertheless, this method is frequently applied in international practice because of its political advantages. A third formula, using interpreters, is also very widely used, particularly in multilateral diplomacy or for negotiations at a very high political level - not only for reasons of equity, but because politicians and statesmen often do not speak foreign languages. This method also has disadvantages: it is time consuming, costly, and sometimes inadequate or straightforwardly incorrect. […] Finally, there is the possibility of using one international synthetic, artificial language, such as Esperanto; this solution would have many advantages, but unfortunately is not likely to be implemented soon, mostly because of the opposition of factors that dominate in the international political - and therefore also cultural and linguistic - scene.

So, which language is the diplomatic one? The answer is not simple at all […].

Words are bricks from which sentences are made. Each sentence should be a wound-up thought. If one wants to be clear, and particularly when using a language which he does not master perfectly, it is better to use short, simple sentences. On the contrary, if one wishes to camouflage his thoughts or even not say anything specific, it can be well achieved by using a more complicated style, complex sentences, digressions, interrupting one's own flow of thought and introducing new topics. One may leave the impression of being a little confused, but the basic purpose of withholding the real answer can be accomplished.

(adapted from http://www.diplomacy.edu/books/language_and_ diplomacy/texts/pdf/nick.PDF)

The word that forms the plural in the same way as “fora” in “The United States and Brazil are also advancing human rights issues in bilateral and multilateral fora” is:
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9

457941201015604
Ano: 2016Banca: FGVOrganização: MREDisciplina: Raciocínio Lógico e QuantitativoTemas: Equivalência Lógica e Negação de Proposições
João olhou as dez bolas que havia em um saco e afirmou:

“Todas as bolas desse saco são pretas".

Sabe-se que a afirmativa de João é falsa.

É correto concluir que: 

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10

457941200405828
Ano: 2016Banca: FGVOrganização: MREDisciplina: Raciocínio Lógico e QuantitativoTemas: Teoria das Probabilidades | Lógica Matemática
Considere três caixas A, B e C. Na caixa A há dez bolas brancas, na caixa B há doze bolas pretas e na caixa C há oito bolas azuis.

Inicialmente, retiram-se seis bolas da caixa A, que são colocadas na caixa B. A seguir, retiram-se aleatoriamente oito bolas da caixa B, que são colocadas na caixa C. Por último, retiram-se aleatoriamente seis bolas da caixa C, que são colocadas na caixa A.

Ao final desse processo, é correto concluir que: 

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