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1

457941201661002
Ano: 2015Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: COHAB MINASDisciplina: Informática BásicaTemas: Fundamentos de Correio Eletrônico | Sistemas de Correio Eletrônico
As mensagens trocadas entre dois usuários conectados à internet são chamadas de
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2

457941201113372
Ano: 2015Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: COHAB MINASDisciplina: Direito AdministrativoTemas: Regime Jurídico | Bens Públicos
Analise as afirmativas a seguir sobre bens públicos, assinalando com V as verdadeiras e com F as falsas.

( ) Os bens públicos dominicais podem ser alienados, atendidas as exigências da lei.

( ) Os bens públicos estão sujeitos à prescrição aquisitiva.

( ) Os bens públicos têm a gratuidade como inerente a seu uso comum.

( ) Os bens públicos de uso comum do povo e os bens públicos de usos especiais são inalienáveis enquanto conservarem a sua qualificação.

Assinale a sequência CORRETA. 
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3

457941201425083
Ano: 2015Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: COHAB MINASDisciplina: Informática BásicaTemas: Microsoft PowerPoint | Editores de Apresentações
Ao inserir um losango em um slide de uma apresentação do Power Point 2010, o usuário inseriu um(a):
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4

457941200574352
Ano: 2015Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: COHAB MINASDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Advérbios | Análise Textual | Morfologia
Texto associado
       Muita gente pensa que as palavras têm um sentido fixo e verdadeiro. Entre os defensores dessa tese, os mais sofisticados argumentam em nome de um sentido antigo, supostamente originário. Não deixa de estar implícita nessa tese uma generalização dela, segundo a qual antigamente tudo era melhor (do paraíso antes da queda às línguas antes de Babel). Entretanto, o que melhor se pode saber sobre as línguas decorre da observação cotidiana do que fazem com ela os falantes. E o que os falantes mais fazem com ela é puxá-la para seu lado. 
      Se se quer entender minimamente uma língua, talvez o melhor caminho seja olhá-la com olhos de sociólogo (em vez de consultar uma gramática ou um dicionário): e o que primeiro se vê é que ela não é (nenhuma delas) uniforme – assim como não o é nenhuma sociedade.
      É mais comum que se observe a heterogeneidade de uma língua com base na diversidade de sotaques e de construções gramaticais (de que 'nós vamos' / 'nós vai' pode ser uma espécie de símbolo). Mas há tanta variedade de sentidos quanto de pronúncias ou de concordâncias verbais e nominais.
      Muitos pensam que, assim, nunca nos entenderemos. Mas é óbvio que não. Se nos entendêssemos, por que existiria a história de Babel?

                                          POSSENTI, Sírio. Disputa de sentidos. Instituto Ciência Hoje. Disponível em:
                                               <http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/palavreado/d...> .
                                                                                                      Acesso em: 11 ago. 2015. Adaptado.
“Entre os defensores dessa tese, os mais sofisticados argumentam em nome de um sentido antigo, supostamente originário."

A palavra destacada confere a esse trecho
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5

457941200594631
Ano: 2015Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: COHAB MINASDisciplina: Direito AmbientalTemas: Instrumentos da Política Ambiental Nacional | Licenciamento Ambiental
Analise as afirmativas a seguir sobre o licenciamento ambiental, assinalando com V as verdadeiras e com F as falsas.

( ) Os empreendimentos e atividades são licenciados ou autorizados, ambientalmente, por um único ente federativo, em conformidade com as atribuições estabelecidas em lei complementar.

( ) Os entes federativos interessados podem figurar como participantes do licenciamento, situação na qual se manifestam ao órgão responsável pela licença ou autorização, de maneira não vinculante, respeitados os prazos e procedimentos do licenciamento ambiental.

( ) A fiscalização do empreendimento constitui dever, obrigação (e não faculdade) de todos os entes federativos, mesmo quando o ente figurar apenas como participante do licenciamento.

( ) Em caso da fiscalização ser promovida por mais de um ente, não há preferência de um auto de infração ambiental em detrimento do outro, promovendo-se seguimento àquele que tiver sido lavrado primeiro, conforme data e horário.

Assinale a sequência CORRETA. 
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6

457941200867804
Ano: 2015Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: COHAB MINASDisciplina: Direito AmbientalTemas: Responsabilidade Ambiental | Lei de Crimes Ambientais - Lei nº 9.605/1998
Sobre os crimes ambientais e a responsabilidade de pessoas físicas e jurídicas, assinale a alternativa CORRETA.
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7

457941201372136
Ano: 2015Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: COHAB MINASDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual
Texto associado
Pesquisadores da Universidade de Yale acabam de publicar um estudo sobre como é formada a opinião a respeito do aquecimento global. Isso se baseia numa pesquisa que abordou três quesitos: quantas pessoas têm consciência de que ele existe; e, desses, quantos acreditam que seja causado por seres humanos; e quantos o consideram uma ameaça.

No mundo todo, apenas 40% das pessoas têm a mais vaga ideia do que é mudança climática. Índia (35%), Egito (25%) e África do Sul (31%) ficam abaixo da média. O Brasil não está mal. Aqui, 79% das pessoas sabem que existe a mudança climática, dos quais 80% acreditam que é causada pela atividade humana e 76% a tomam por uma ameaça séria.

Apenas países ricos marcam mais de 90% no quesito consciência. Curiosamente, mais pessoas neles é cética quanto à causa humana. Nos Estados Unidos, apenas 49% atribuem a nós a culpa pela mudança climática. O campeão em ceticismo entre os ricos é a Holanda, onde apenas 44% das pessoas acreditam que a causa seja humana. O quesito ameaça também tem suas curiosidades: na Rússia, onde 85% sabem do aquecimento e 52% não são céticos, apenas 39% o consideram uma ameaça.

Como explicar essas discrepâncias? De acordo com Anthony Leiserowitz, principal cientista por trás do estudo, “o mais importante é a realização educacional, que é o fator mais associado com consciência [do aquecimento] mundialmente". Depois disso, entram em jogo coisas como o acesso à mídia e como ela trata as questões. Em países como os Estados Unidos e a Holanda, opiniões céticas encontram mais divulgação que aqui. E, neles, a questão é politizada: conservadores tendem ao ceticismo quanto às causas humanas, progressistas, à aceitação. Um tanto obviamente, quem demonstra mais preocupação com o ambiente em geral também tende a considerar o aquecimento como algo causado pelos seres humanos e um grande perigo.


MARTON, Fábio. Como o Mundo enxerga a mudança climática? Super Interessante. Disponível em:<http://super.abril.com.br/ciencia/como-o-mundo-enx...ça-climatica> . Acesso em: 5 ago. 2015. Adaptado.


O fator que exerce maior influência na forma como as pessoas percebem as mudanças climáticas é a
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8

457941201699030
Ano: 2015Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: COHAB MINASDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual
Texto associado
                                           Um programa mínimo

Um dos principais problemas escolares (e talvez culturais) do Brasil é o ensino de língua na escola. Exames mostram que se lê e se escreve com alguma precariedade. Testes não cessam de mostrar uma série de problemas. Às vezes, são problemas falsos, ou menores, como certos desvios de grafia e de gramática que até os profissionais da escrita cometem (e que os revisores limpam). A ênfase nesses detalhes ajuda a emperrar projetos interessantes. Tais problemas às vezes são considerados graves por ignorância do que são os problemas graves. Mas, como são os únicos conhecidos...

Em diversas áreas, como a agricultura e a indústria, todos sabem que o desenvolvimento científico é crucial para seu sucesso (basta ver o que a Embrapa fez e faz). 

No entanto, na área do ensino de língua, não só o que se sabe sobre línguas e sobre seu aprendizado é pouco levado em conta, como chega a ocorrer o contrário: as informações científicas são consideradas uma ameaça.

Levando em conta o que se sabe, poder-se-ia desenhar um programa mínimo para a escola brasileira, no qual eu esboçaria o seguinte plano:

1. Uma decisão não ligada à questão do ensino de português, mas que é condição essencial de seu sucesso é que os alunos permaneçam na escola pelo menos durante oito anos.

2. A segunda preliminar é não lamentar que a realidade seja como é. É provavelmente verdade que seria bom que fosse outra, mas nada é mais prejudicial a um projeto do que escamotear problemas. Explicitando: não adianta lamentar que os alunos falem como falam e, portanto, que seu saber linguístico esteja mais ou menos distanciado do padrão que se quer atingir.

3. Uma consequência desse item é que a escola precisa conhecer como fala sua clientela. Em termos práticos, isso significa que é necessário elaborar (os professores podem perfeitamente fazer isso) uma descrição mínima do português tal como é falado em cada circunscrição escolar: descrever os traços mais salientes da fonologia e/ou da pronúncia local (por exemplo, se há variações como “bicicleta / bicicreta", “alho / aio", “menino / mininu", “louro / loro", “feito / feitcho" etc.), da morfologia (qual é a flexão verbal realmente empregada, por exemplo) e de alguns aspectos da sintaxe (há ou não variações como “os meninos / os menino", “viu-me / me viu / viu eu" etc.) e de léxico (em que medida regionalismos ou gírias caracterizam de fato – insisto nisso: de fato – a fala da região). Em suma: saber de onde a escola pode partir. Nem se devem esconder os fatos, por vergonha e preconceito, nem se devem inventar falsos problemas – o que é muito frequente.

Claro, não mencionei as duas tarefas mais fundamentais da escola: ler muito e escrever muito. O que foi dito acima é apenas para limpar o terreno, cheio de preconceitos e de desinformação.

                                             POSSENTI, Sírio. Um programa mínimo. Instituto Ciência Hoje. Disponível em:

                                                     <http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/palavreado/um-programa-minimo> .

                                                                                                               Acesso em: 11 ago. 2015. Adaptado.



O programa mínimo sugerido pelo autor do texto inclui
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9

457941201704326
Ano: 2015Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: COHAB MINASDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual
Texto associado
Uma das lendas mais fantásticas dos povos sumérios e que mostra a riqueza de sua literatura foi a Epopeia de Gilgamesh. Possivelmente a obra literária mais antiga já produzida pelos seres humanos, ela é composta por doze cantos com cerca de 300 versos cada um. A lenda conta a história de Gilgamesh, rei sumério e fundador da cidade de Uruk, que governou a região por volta do ano 2700 a.C. Essa epopeia é conhecida graças à descoberta de uma placa de argila escrita em caracteres cuneiformes em ruínas da região mesopotâmica, sendo traduzida por volta de 1890 d. C.
A trajetória de Gilgamesh o mostra como um grande conhecedor das coisas do mundo, inclusive de sua origem e de coisas existentes nas profundezas dos mares. Mas o rei Gilgamesh era despótico e, dentre as várias obrigações que impunha a seu povo, encontravase a construção de uma gigantesca muralha fortificada ao longo da cidade de Uruk. O povo amedrontado com o trabalho imensamente fatigante clamou pela ajuda da deusa Ishtar, que os ouviu e enviou Enkidu. Este, que era protegido da deusa e vivia nas florestas de cedros, deveria desafiar e vencer Gilgamesh em um duelo, matando-o em seguida. Ao chegar ao palácio do rei, iniciou o combate. Entretanto, não houve vitorioso, sendo que Gilgamesh e Enkidu se tornaram amigos. A amizade os levou a diversas aventuras, destruindo monstros e harmonizando o mundo.
Esse trecho da Epopeia de Gilgamesh é um dos mais conhecidos e influenciou várias lendas na antiguidade oriental. A epopeia se tornou famosa no mundo pela sua antiguidade e pela semelhança com a lenda do dilúvio bíblico hebreu.

PINTO, Tales dos Santos. A epopeia de Gilgamesh e o dilúvio. Mundo Educação. Disponível em:<http://www.mundoeducacao.com/historiageral/a-epopeia-gilgamesh-diluvio.htm?> . Acesso em: 14 ago. 2015. Adaptado.
A complicação da narrativa inicia-se quando
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10

457941200476037
Ano: 2015Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: COHAB MINASDisciplina: Informática BásicaTemas: Microsoft Word | Processadores de Texto - Microsoft Word e LibreOffice Writer
Observe o quadro a seguir.

                          Produto     Recurso 1    Recurso 2     Preço

                               P1             120                90          250,00

                               P2             100              110          200,00

O elemento do Word 2010 usado para a construção do quadro é conhecido como:
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