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457941201050483
Ano: 2023Banca: Instituto ConsulplanOrganização: CORE-MGDisciplina: Legislação FederalTemas: Lei Nº 4.886/1965 - Regulamentação dos Representantes Comerciais Autônomos
De acordo com a Lei Federal nº 4.886/1965, que regula as atividades dos representantes comerciais autônomos, assinale a afirmativa correta.
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457941201780455
Ano: 2023Banca: Instituto ConsulplanOrganização: CORE-MGDisciplina: Conhecimentos AtuaisTemas: Sustentabilidade e Mudanças Climáticas
O que está em jogo na cúpula que discute o futuro da Amazônia

Às vésperas da Cúpula da Amazônia, que ocorrerá em Belém entre 8 e 9 de agosto, líderes dos países amazônicos se preparam para discutir questões cruciais relacionadas ao desenvolvimento sustentável da região. Políticas públicas amazônicas e o fortalecimento da Organização do Tratado de Cooperação da Amazônia (OTCA) estarão em destaque.

(Disponível em: https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2023/08/05/o-que-esta-em-jogo-na-cupula-que-discute-o-futuro-da-amazonia.ghtml. Acesso em: 05/08/2023. Adaptado.)

A Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) é uma entidade permanente, formada por oito países amazônicos. Seu principal objetivo é promover a preservação da Amazônia, melhorar a qualidade de vida das comunidades locais e realizar ações conjuntas na região. Considerando o exposto, são países pertencentes a OTCA: Brasil; 
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3

457941200159745
Ano: 2023Banca: Instituto ConsulplanOrganização: CORE-MGDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Álgebra | Problemas Algébricos
Uma equipe de 5 contadores foi designada para fazer uma análise prévia da documentação fiscal de determinada empresa. Para que nenhum dos contadores ficasse sobrecarregado, eles dividiram igualmente entre si as pastas contendo os documentos que deveriam ser analisados. Após a equipe emitir o primeiro relatório, outra equipe formada por 7 contadores ficará responsável por fazer conferências e correções necessárias nestas pastas. Tendo em vista que a segunda equipe também tentou dividir o número de pastas igualmente entre seus integrantes, mas foi constatado que um dos integrantes terá que analisar uma pasta a mais que os seus companheiros, conclui-se que a menor quantidade de pastas que podem ser divididas conforme as regras das duas equipes é um valor entre: 
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4

457941200538221
Ano: 2023Banca: Instituto ConsulplanOrganização: CORE-MGDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Mínimo Múltiplo Comum e Máximo Divisor Comum | Aritmética
Gustavo e Gabriel são dois motociclistas que usam em suas motos dois tipos de óleos lubrificantes diferentes. Gustavo usa um tipo de óleo sintético que precisa ser trocado a cada 4 meses, enquanto Gabriel usa um tipo de óleo lubrificante mineral que precisa ser trocado a cada 5 meses. Se ambos trocarem os óleos das suas motocicletas em um mesmo dia, após 10 anos, o número de vezes em que os dois amigos terão que trocar os óleos de suas motocicletas juntos é:
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5

457941201774188
Ano: 2023Banca: Instituto ConsulplanOrganização: CORE-MGDisciplina: Recursos Humanos e Gestão de PessoasTemas: Monitoramento e Avaliação | Absenteísmo e Turnover | Gestão de Pessoas
Considere a situação hipotética: alguns membros da equipe vêm apresentando baixo desempenho em certa área de uma organização pública, o que está gerando conflitos, pois alguns funcionários se sentem sobrecarregados. O departamento de gestão de pessoas tem discutido, junto ao gestor desta equipe, algumas propostas possíveis para a resolução desta situação. São propostas adequadas ao problema relatado, EXCETO:
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6

457941201697301
Ano: 2023Banca: Instituto ConsulplanOrganização: CORE-MGDisciplina: Conhecimentos AtuaisTemas: Sustentabilidade e Mudanças Climáticas
Recorde de calor: BH registra maior temperatura para o mês de agosto em mais de 60 anos

Belo Horizonte alcançou, nesta quinta-feira (24/08/2023), a temperatura mais alta já registrada em um mês de agosto desde 1961, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Os termômetros marcaram 34,3° C na estação da Pampulha entre 14h e 15h.

(Disponível em: https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2023/08/24/recorde-de-calor-bh-registra-maior-temperatura-para-o-mes-de-agostoem-mais-de-60-anos.ghtml. Acesso em: 26/08/2023. Adaptado.)

Considerando que a onda de calor é resultado da influência do El Niño e das mudanças climáticas globais, sobre o El Niño, assinale a afirmativa correta. 
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7

457941201646885
Ano: 2023Banca: Instituto ConsulplanOrganização: CORE-MGDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Problemas Algébricos | Álgebra
José foi comprar pão para o seu pai em uma nova padaria que abriu no bairro. Ele pediu 5 pães sem perguntar o preço ao atendente, pagou com uma nota de R$ 10,00 e, ao conferir o troco, verificou que recebeu R$ 6,00 do caixa da padaria. Se todos os pães eram iguais e, consequentemente, com o mesmo valor, pode-se afirmar que o preço de cada unidade de pão é: 
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8

457941200805288
Ano: 2023Banca: Instituto ConsulplanOrganização: CORE-MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado
O padeiro

        Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é o lockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.
        Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
        – Não é ninguém, é o padeiro!
        Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo? “Então você não é ninguém?”
        Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “Não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém.
        Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação do jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina – e muitas vezes saía levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.
        Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar: e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!”. E assobiava pelas escadas.

(BRAGA, Rubem. Diário de notícias. Crônicas Escolhidas. Rio de Janeiro. Record. 1977.)
A crônica nos traz uma sequência de fatos que antecedem a memória do narrador do texto em relação à conversa com o padeiro; assinale-a.  
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9

457941200409802
Ano: 2023Banca: Instituto ConsulplanOrganização: CORE-MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Recursos Estilísticos | Análise Textual
Texto associado
A disciplina do amor

        Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta à casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe.
        Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.
        Todos os dias, com o passar dos anos (a memória dos homens!), as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando?… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.

(Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1980, p. 99-100.)
A articulista, através do excerto “Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.” (3º§), tem como pretensão:
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457941200828378
Ano: 2023Banca: Instituto ConsulplanOrganização: CORE-MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Semântica Contextual | Análise Textual
Texto associado
O cajueiro

        O cajueiro já devia ser velho quando nasci. Ele vive nas mais antigas recordações de minha infância, belo, imenso, no alto do morro, atrás de casa. Agora vem uma carta dizendo que ele caiu.
        Eu me lembro de outro cajueiro que era menor e morreu há muito mais tempo. Eu me lembro dos pés de pinha, do cajá- manga, da pequena touceira de espadas-de-são-jorge e da alta saboneteira que era nossa alegria e a cobiça de toda a meninada do bairro porque fornecia centenas de bolas pretas para o jogo de gude. Lembro-me da tamareira, e de tantos arbustos e folhagens coloridas, lembro-me da parreira que cobria o caramanchão, e dos canteiros de flores humildes, beijos, violetas. Tudo sumira, mas o grande pé de fruta-pão ao lado da casa e o imenso cajueiro lá no alto eram como árvores sagradas protegendo a família. Cada menino que ia crescendo ia aprendendo o jeito de seu tronco, a cica de seu fruto, o lugar melhor para apoiar o pé e subir pelo cajueiro acima, ver de lá o telhado das casas do outro lado e os morros além, sentir o leve balanceio na brisa da tarde.
        No último verão ainda o vi; estava como sempre carregado de frutos amarelos, trêmulo de sanhaços. Chovera; mas assim mesmo fiz questão de que Caribé subisse o morro para vê-lo de perto, como quem apresenta a um amigo de outras terras um parente muito querido.
        A carta de minha irmã mais moça diz que ele caiu numa tarde de ventania, num fragor tremendo pela ribanceira abaixo, e caiu meio de lado, como se não quisesse quebrar o telhado de nossa velha casa. Diz que passou o dia abatida, pensando em nossa mãe, em nosso pai, em nossos irmãos que já morreram. Diz que seus filhos pequenos se assustaram; mas depois foram brincar nos galhos tombados.
        Foi agora, em setembro. Estava carregado de flores.

(BRAGA, Rubem. Cem Crônicas Escolhidas. Rio, José Olímpio, 1956, pp. 320-22.)
“Foi agora, em setembro. Estava carregado de flores.” (5º§) A palavra “agora” declara, semanticamente, a ideia de 
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