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457941200417050
Ano: 2025Banca: Instituto UniqueOrganização: Câmara de Sena Madureira - ACDisciplina: Informática BásicaTemas: Excel 2016 e 365 | Planilhas Eletrônicas - Excel e Calc
Qual é o atalho para inserir uma nova planilha em um arquivo do Excel 2016?
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2

457941200662670
Ano: 2025Banca: Instituto UniqueOrganização: Câmara de Sena Madureira - ACDisciplina: Legislação Municipal (Acre)Temas: Legislação Municipal de Sena Madureira | Lei Orgânica Municipal de Sena Madureira
São condições de elegibilidade para o mandato de Vereador na forma da lei federal: (Lei Orgânica, Art. 15 § 3º).

I - a nacionalidade brasileira;

II - o pleno exercício dos direitos políticos;

III - o alistamento eleitoral;

IV - o domicílio eleitoral na circunscrição;

V - a filiação partidária;

VI - a idade mínima de dezoito anos;

VII - ser alfabetizado.

É CORRETO o que se afirma em:
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3

457941201599904
Ano: 2025Banca: Instituto UniqueOrganização: Câmara de Sena Madureira - ACDisciplina: Gestão de Arquivos e DocumentosTemas: Técnicas de Armazenamento e Acondicionamento | Gestão de Conservação e Preservação
Uma instituição está realizando a reorganização de seus arquivos, que incluem documentos físicos e digitais acumulados ao longo de vários anos. A equipe de administração decidiu aplicar os conceitos fundamentais da arquivologia para garantir o acesso rápido e eficiente às informações. No entanto, enfrentam dificuldades em classificar corretamente os documentos, especialmente em relação aos critérios de temporalidade e destinação. De acordo com os princípios arquivísticos, qual dos procedimentos abaixo é mais adequado para garantir a eficiência no armazenamento e recuperação de informações?
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4

457941201523995
Ano: 2025Banca: Instituto UniqueOrganização: Câmara de Sena Madureira - ACDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Cálculo de Porcentagem | Aritmética
Uma determinada prefeitura está planejando a construção de uma escola e estima que 15% do orçamento total será destinado à compra de materiais eletrônicos. Se o orçamento total é de R$ 1.200.000,00, qual o valor destinado à compra de materiais eletrônicos?
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5

457941201762179
Ano: 2025Banca: Instituto UniqueOrganização: Câmara de Sena Madureira - ACDisciplina: Informática BásicaTemas: Sistemas Operacionais | Microsoft Windows 10
Qual tecla de atalho no Windows 10 é utilizada para abrir o Gerenciador de Tarefas?
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6

457941201810497
Ano: 2025Banca: Instituto UniqueOrganização: Câmara de Sena Madureira - ACDisciplina: Gestão PúblicaTemas: Agenda, Formulação e Implementação de Políticas | Gestão de Políticas Públicas
O Analista Legislativo - Administrativo da Câmara Municipal de Sena Madureira é responsável por organizar a agenda de compromissos da presidência e realizar follow-up das deliberações das sessões plenárias. Durante uma semana, a agenda inclui:

        •     Uma reunião com vereadores para discutir a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO);

        •     Acompanhamento do prazo para a apresentação de emendas ao Plano Plurianual (PPA);

        •     Uma audiência pública para debater projetos de infraestrutura no município.

Considerando as práticas administrativas, qual abordagem é mais eficiente para gerenciar essa agenda e assegurar o cumprimento dos prazos?
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7

457941201693302
Ano: 2025Banca: Instituto UniqueOrganização: Câmara de Sena Madureira - ACDisciplina: Raciocínio Lógico e QuantitativoTemas: Combinatória em Lógica
Durante a organização de um evento, a Prefeitura de Sena Madureira contratou 5 fornecedores para fornecer materiais. Se cada fornecedor pode entregar os materiais em 3, 5 ou 7 dias, qual é o número total de combinações possíveis de prazos de entrega para os 5 fornecedores?
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8

457941200110136
Ano: 2025Banca: Instituto UniqueOrganização: Câmara de Sena Madureira - ACDisciplina: Raciocínio Lógico e QuantitativoTemas: Combinatória em Lógica
A Prefeitura de Sena Madureira está organizando um evento cultural e precisa selecionar 3 artistas locais para se apresentarem. Se há 8 artistas disponíveis para a seleção, quantas diferentes combinações de 3 artistas podem ser formadas?
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9

457941200266120
Ano: 2025Banca: Instituto UniqueOrganização: Câmara de Sena Madureira - ACDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Recursos Estilísticos | Análise Textual
Texto associado
A Amazônia fora dos trilhos

Márcio Souza desnuda o custo da ‘civilização’ em ‘Mad Maria’, que é reeditado em momento decisivo da região.

Antes de se embrenhar nas páginas de Mad Maria, o leitor é avisado de que “há muito de verdadeiro” no relato da construção da ferrovia Madeira-Mamoré nos primeiros anos do século 20, mas que o livro “não passa de um romance”. Ainda assim, se algo soar familiar, não será por engano, pois “o capitalismo não tem vergonha de se repetir”. Os tratores que derrubavam a floresta para estender em alguns quilômetros o delírio chamado Transamazônica ratificavam o comentário de Márcio Souza enquanto o manauara escrevia o romance, entre 1977 e 1980. Essa repetição persiste na Amazônia, a julgar por projetos como Belo Monte, a BR-319 e o avanço do garimpo que extermina flora, fauna e povos da floresta. Neste momento em que a região cresce em relevância no debate público, temos a sorte de reencontrar o livro, que acaba de ganhar reedição após quase vinte anos fora de catálogo.

O plano de uma ferrovia que funcionasse como alternativa ao traiçoeiro rio Madeira no transporte da borracha remonta a fins do século 19, mas foram as escaramuças entre Brasil e Bolívia que impulsionaram o projeto. O Tratado de Petrópolis, assinado pelos dois países em 1903, reconheceu o Acre como território brasileiro e formalizou a nossa promessa de construir uma estrada de ferro que contribuiria para o escoamento da produção boliviana. Souza, aliás, estreou na literatura com o divertido Galvez, imperador do Acre (1976), romance folhetinesco que narra as desventuras do espanhol Luis Galvez Rodríguez de Arias nesse período.

Mad Maria - Márcio Souza

Mad Maria, que carrega no título o apelido da locomotiva da Madeira-Mamoré, se passa em 1911, quando a construção da “ferrovia do diabo” já contabilizava quatro anos e milhares de operários — imigrantes aliciados primeiro nas periferias da Europa e do Caribe e depois na Índia — mortos em decorrência das condições desumanas de trabalho e de doenças como malária e beribéri. Para praticamente todos os envolvidos na obra nessa porção de Mato Grosso (hoje Rondônia), os 366 quilômetros de trilhos não ligavam Porto Velho a Guajará-Mirim, mas o nada a parte alguma, com uma parada no inferno no meio do caminho. A narrativa elege seis personagens para acompanharmos mais detidamente: o médico norte-americano Richard Finnegan e o engenheiro britânico Stephan Collier, funcionários da Madeira-Mamoré Railway Company; a boliviana Consuelo e um indígena karipuna que acabam envolvidos com a obra; o dono do empreendimento, o empresário norte-americano Percival Farquhar, e o então ministro da Viação e Obras Públicas, J. J. Seabra — esses dois verídicos.

Atmosfera de terror

Dividido em capítulos curtos que fragmentam a ação e alternam sempre o foco do narrador, o livro pode ser lido como um romance de aventura, mas sem qualquer leveza. A batalha política travada no Rio de Janeiro entre Farquhar e Seabra em ambientes luxuosamente decorados só atenua a atmosfera de terror deixada pelos eventos na frente de trabalho da estrada de ferro, que incluem decapitações, mutilações e execuções. Finnegan, recém-chegado ao canteiro de obras, conserva um certo idealismo. “É que aqui estamos vivendo uma espécie de guerra. É a civilização que está avançando, vencendo a barbárie. Numa guerra acontecem coisas ruins, em geral. Mas sempre o homem consegue fazer conquistas”, pensa o médico. Isso o contrapõe a Collier, engenheiro que trabalhou na construção do canal do Panamá para quem o progresso nada mais é que “uma política de ladrões enganando povos inteiros”. Não são apenas árvores que caem diante dos trilhos da Madeira-Mamoré, mas também qualquer noção edulcorada da humanidade, como atesta a transformação do médico ao longo da narrativa, que ecoa o Coração das trevas de Joseph Conrad.
embate entre homem e natureza, entre “civilização e barbárie” é proposto em diversos momentos, e não só na Amazônia. A um aliado, Farquhar desabafa: “Meus pedidos de concessões no Paraná estão paralisados. E por um motivo ridículo, dizem que há índios ali”. É verdade, porém, que o livro poderia dar mais espaço ao seu único personagem indígena. O trecho em que ele narra um mito karipuna que explica a razão das chuvas é de uma beleza singular e reluz em meio a tanta desgraça. É uma pena que, a partir de certo ponto, deixemos de acompanhar o que se passa na mente de Joe Caripuna, batizado assim por Finnegan.

O poeta no divã Redação Quatro Cinco Um Divulgação Científica Um manual para usar alucinógenos Carlos Minuano como os arquivos da Madeira-Mamoré Railway Company foram destruídos, Souza teve de “sair pelo mundo buscando informações”. Na mesma entrevista ele mencionou a Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro, o Museu Britânico e a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos como algumas das fontes de sua pesquisa. A formação em ciências sociais o moveu a sempre fundamentar bem o que escreve. Talvez por isso, Souza é um autor tão competente de romances históricos: além de Galvez e Mad Maria, que ganhou uma adaptação da Globo em 2005, merece lembrança a tetralogia Crônicas do Grão-Pará e Rio Negro, na qual o amazonense se inspira em O tempo e o vento de Érico Veríssimo para contar a “desformação” do Norte do Brasil no século 19.

Quando a Madeira-Mamoré foi enfim aberta, em 1912, o ciclo brasileiro da borracha já havia sofrido um duro golpe. O látex oriundo dos seringais da Malásia começava a invadir o mercado global, pavimentando a hegemonia inglesa no setor. Natimorta, a ferrovia passou para as mãos do governo na década de 30. Em 1972, foi desativada definitivamente. Naquele mesmo ano, o presidente Emílio Garrastazu Médici inaugurou o primeiro trecho da Transamazônica.

Fonte: Adaptado – Revista 451 - Guilherme Magalhães -24 fev 2023 | Edição #67.

Disponível em: https://quatrocincoum.com.br/resenhas/literatura/literatura-brasileira/a-amazonia-fora-dos-trilhos/
No trecho "Essa repetição persiste na Amazônia, a julgar por projetos como Belo Monte, a BR-319 e o avanço do garimpo que extermina flora, fauna e povos da floresta", observa-se a expressão "o avanço do garimpo que extermina flora, fauna e povos da floresta".

Considerando as figuras de linguagem presentes, qual das alternativas abaixo identifica CORRETAMENTE a figura de linguagem utilizada na expressão "o avanço do garimpo que extermina flora, fauna e povos da floresta"?
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10

457941201075260
Ano: 2025Banca: Instituto UniqueOrganização: Câmara de Sena Madureira - ACDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Modalidades de Discurso | Análise Textual
Texto associado
Leia o texto a seguir e responda à questão.

DIA NACIONAL DA CULTURA: O ACRE ALÉM DAS ARTES

Cultura é um conjunto de tradições, características e costumes de um povo, em todas as suas pluralidades e particularidades. Envolve as artes, a culinária, as linguagens escritas, orais, o modo de se vestir, de se portar, dentre tantos outros detalhes que tornam cada sociedade única.

O Acre é um estado rico em cultura. Apenas citando nossa culinária típica, é possível identificar o tacacá, o açaí e o pirarucu, tão comuns também nos irmãos do Norte do Brasil. Dos vizinhos da América do Sul, herdamos a saltenha, a chicha, o chouriço; dos povos mediterrâneos, as sfihas, kaftas e kibes em seus mais variados sabores. Quem nunca parou em uma banquinha no centro da cidade para comer um kibe de arroz bem crocante, embebido em molho de pimenta?

A culinária, no entanto, é apenas uma ramificação da imensa árvore cultural que forma o Aquiri. Ao andar pelas ruas das cidades, pode-se identificar as falas tão típicas do povo acreano: “Ei maninha!”, alguém grita para um conhecido, enquanto “baldeia” a calçada. Você gosta de tomar um açaí gelado com leite condensado e cereal? “Marrapaz, gosto mermo é de tomar com açúcar e farinha!”, o acreano responde.

E o que dizer da cultura musical do acreano? Dos bailes no Casarão, os forrós da velha guarda unidos nos senadinhos, ao baque acreano, fruto da nossa forte influência dos cearenses, que vieram para os seringais durante o ciclo da borracha, no final do século XIX.

O estado mais oeste do país, onde o vento faz a curva, celebra mais um Dia Nacional da Cultura. E não tem essa de dizer que o Acre não existe e não tem cultura. Ele existe exatamente porque tem cultura, uma cultura cheia de influências e de particularidades, rica e única. Acreaníssima.

Fonte: Fundação de Cultura Elias Mansur – (acessado em: 12/12/2024)

Disponível em: https://www.femcultura.ac.gov.br/dia-nacional-da-cultura-o-acre-alem-das-artes/
No trecho "Ei maninha!”, alguém grita para um conhecido, enquanto “baldeia” a calçada", o autor utiliza um tipo de discurso em que a fala do personagem é direta, sem qualquer intermediação. Considerando esse exemplo, qual das alternativas abaixo descreve CORRETAMENTE o tipo de discurso utilizado nesta parte do texto?
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