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O gerenciamento de dados tornou-se uma das atividades mais importantes nas organizações. À medida que nossa sociedade se orienta cada vez mais para a informação, organizar dados para maximizar sua utilidade mostra-se um desafio para o profissional que lida com essa área. Atualmente, as empresas que mantêm um volume muito grande de dados distribuídos em diversos sistemas pela organização têm optado por uma forma de gerir suas informações: o Data Warehouse. A respeito dos Data Warehouse, tem-se as seguintes afirmações:
I- É um banco de dados que armazena correntes e históricos de potencial interesse para os tomadores de decisão de toda a empresa.
II- Os dados se originam de muitos sistemas operacionais centrais.
III- O data warehouse consolida e padroniza as informações oriundas de diferentes bancos de dados operacionais.
Classifique com V as sentenças Verdadeiras e F as sentenças Falsas e em seguida, assinale a opção CORRETA que representa a sequência desta questão:
O óleo utilizado em veículos também merece atenção e cuidado em relação ao seu descarte. Analise os itens abaixo sobre o tema:
I. A destinação desse óleo pode ser o lixo comum.
II. Utilize o sistema normal de esgotos para descarte do óleo.
III. Faça valas em terrenos de areia e derrame o óleo, pois ele no contato com a areia se torna uma mistura que não polui.
IV. O óleo de veículos descartado próximo a mananciais de água não compromete a qualidade da água.
Analisados os itens é CORRETO afirmar que:
Relativamente ao princípio da impessoalidade da Administração, julgue os itens a seguir:
I- O princípio da impessoalidade estabelece um dever de imparcialidade na defesa do interesse público, impedindo discriminações e privilégios indevidamente dispensados a particulares no exercício da função administrativa.
II- Ao agir visando a finalidade pública prevista na lei, a Administração Pública necessariamente imprime impessoalidade e objetividade na atuação, evitando tomar decisões baseadas em preferência pessoal.
III- A impessoalidade nada tem a ver com o princípio chamado “finalidade”.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as
assertivas VERDADEIRAS:
Leia a notícia abaixo:
A COMLURB retirou 21,8 toneladas de peixes mortos da Lagoa Rodrigo de Freitas, Zona Sul do Rio, até o fim da manhã desta sexta-feira (21).
Na manhã de quinta, uma grande quantidade de peixes mortos boiando chamou a atenção de quem passava pelo local. Segundo o biólogo Mario Moscatelli, as mortes dos peixes podem ter sido causadas por um conjunto de fatores.
"A princípio, você tem lançamento de esgoto, tem o canal do Jardim de Alah que está assoreado e não está havendo troca de água. E esse maçarico ligado. Eu já entrei aqui dentro da água e a água parece banho-maria. Não tem oxigênio para os peixes e o bicho está morrendo", explicou o biólogo.
Fonte: https://g1.globo.com/rj/rio-dejaneiro/noticia/2018/12/21/toneladas-de-peixesmortos-sao-retirados-da-lagoa-rodrigo-defreitas.ghtml em 10/02/2019
Esse fenômeno é muito conhecido pelos biólogos e piora significativamente em dias onde as temperaturas são elevadas. O processo na qual levou a mortandade elevada dos peixes é chamada de:
TEXTO I
Relatório aponta 53 mortes em MS de indígenas envolvendo conflitos no campo e desnutrição de crianças
Estudo do Cimi mostra tensão envolvendo índios, invasores e produtores rurais. Apesar da redução do número de homicídios, no ano passado, violência permanece alta.
Esta semana o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) divulgou um novo relatório sobre a violência contra os povos indígenas. A maioria dos assassinatos tem como causa conflitos no campo. O estudo mostra em números a tensão envolvendo índios, invasores e produtores rurais. Apesar da redução do número de homicídios, no ano passado, a violência permanece alta.
Segundo o Cimi, em 2017, 110 índios foram assassinados no país, 17 deles em Mato Grosso do Sul. Em 2016, 118 é o número de mortes constatadas. A principal causa é o conflito no campo. “Onde há resistência indígena, geralmente pessoas são marcadas como líderes e aí passam a sofrer todo tipo de repressão, ameaças e inclusive assassinatos”, afirmou o coordenador Roberto Liebgott.
O relatório também destaca mortes de crianças por diarreia, desnutrição e outros problemas, que poderiam ser evitados com melhor assistência da saúde. Em 2017, 702 crianças, de até 5 anos de idade, morreram em todo o país. Deste número, 36 delas eram indígenas de Mato Grosso do Sul.
A invasão de terras indígenas é outro problema grave. As áreas são cada vez mais cobiçadas por causa da riqueza natural. O número de invasões aumentou de forma expressiva, de 59 registros em 2016 para 96 casos no ano passado, sendo 5 deles no estado. Para o Cimi, tudo reflexo da falta de demarcação das terras e proteção às comunidades.
“Em relação aos procedimentos de demarcação, há uma paralisia e isto potencializa e eterniza os conflitos”, finalizou Cleber Buzatto, diretor do Cimi.
Texto disponível em: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/ 2018/09/30/relatorio-aponta-53-mortes-em-ms-de-indigenas-envolvendo-conflitos-no-campo-e-desnutricao-de-criancas.ghtml Acessado em:
11 de janeiro de 2019 (com adaptações).