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457941200037471
Ano: 2019Banca: IMAOrganização: Prefeitura de Pastos Bons - MADisciplina: Psicologia GeralTemas: Psicologia da Saúde | Psicologia e Políticas Públicas de Saúde | Políticas Públicas em Saúde Mental | Saúde Mental
Um profissional da psicologia foi chamado para proferir uma palestra sobre o Centro de Atenção Psicossocial de Álcool e outras drogas (CAPSad) para esclarecer dúvidas quanto ao tipo de tratamento oferecido neste espaço. O psicólogo afirmou que:


I. O CAPSad oferece atendimento diário a pacientes que fazem uso prejudicial de álcool e outras drogas e realizam planejamento terapêutico individualizado e de evolução contínua, possibilitando, assim, intervenções precoces. A equipe profissional do CAPSad é treinada para a identificação dos problemas pessoais, não se responsabilizando pelo desenvolvimento de estratégias para o suporte de tais problemas.



II. O CAPSad desenvolve uma gama de atividades que vão desde o atendimento individual (medicamento, psicoterápico, de orientação, entre outros) até atendimento em grupos ou oficinas terapêuticas e visitas domiciliares.



III. No CAPs ad, a prevenção voltada para o uso abusivo de álcool e outras drogas pode ser definida como um processo de planejamento, implantação e implementação de múltiplas estratégias voltadas para a redução dos fatores de riscos específicos e fortalecimento dos fatores de proteção.



IV. O paciente do CAPSad deve receber informações sobre os danos do álcool e outras drogas, alternativas para lazer e atividades livres de drogas e fortalecimento dos vínculos afetivos, o estreitamento dos laços sociais e a melhora da auto-estima do indivíduo.



Julgue as afirmações do psicólogo como verdadeiras ou falsas e marque a alternativa correta.
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2

457941201502033
Ano: 2019Banca: IMAOrganização: Prefeitura de Pastos Bons - MADisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Doenças Infecciosas e Parasitárias
É uma doença infecciosa causada por fungos:
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3

457941202007331
Ano: 2018Banca: IMAOrganização: Prefeitura de Pastos Bons - MADisciplina: Psicologia GeralTemas: Saúde Mental | Psicologia da Saúde | Psicologia e Políticas Públicas de Saúde | Políticas Públicas em Saúde Mental
O surgimento das diretrizes da Política Nacional de Saúde Mental tem como base, a lei 10.216 de 6 de abril de 2001 que aborda a temática de proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtorno mentais. A respeito dessas diretrizes, julgue as afirmativas e marque a alternativa correta.

I. É uma política que visa reestruturação da assistência psiquiátrica hospitalar através do programa de redução planificada de leitos, programa “de volta para casa”, expansão dos serviços residenciais terapêuticos, leitos em hospitais gerais. 
II. Expansão e consolidação a rede de Atenção Psicossocial através dos seus vários tipos, atendimentos e atividades terapêuticas. Sendo excluído apenas o atendimento aos usuários de álcool e outras drogas, pois estes possuem diretrizes diferenciadas. 
 III. Inclusão de ações em saúde mental na Atenção Básica, através da Estratégia de Saúde da Família e Programa Permanente de Formação de profissionais para a Reforma Psiquiátrica. 
IV. Inclusão social e emponderamento através da geração de renda e trabalho, mobilização de usuários e familiares. 

Das afirmativas acima: 
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4

457941200814657
Ano: 2019Banca: IMAOrganização: Prefeitura de Pastos Bons - MADisciplina: Terapia OcupacionalTemas: Terapia Ocupacional em Ambientes Hospitalares e Reabilitação Física
Acerca da terapia ocupacional em deficientes físicos, assinale a alternativa INCORRETA:
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5

457941201852401
Ano: 2019Banca: IMAOrganização: Prefeitura de Pastos Bons - MADisciplina: Psicologia GeralTemas: Terapia Centrada na Pessoa | Terapia Gestalt | Terapia Cognitivo-Comportamental | Psicanálise | Teorias e Técnicas de Psicoterapia | Terapia de Grupos Terapêuticos
Um grupo de psicólogo se reúne para estudar e discutir casos referente a sua abordagem de trabalho. Ana diz que a sua abordagem trabalha na perspectiva de que o comportamento do indivíduo está diretamente relacionado com suas emoções e pensamentos e cita um exemplo de uma paciente:


Menina, 11 anos, apresenta gagueira e baixa autoestima.
Situação: Não conseguir falar em público
Pensamento: Vão rir de mim
Emoção: ansiedade
Comportamento: Esquiva de falar público, faltando a aula quando tem alguma apresentação.


Com qual abordagem esse grupo de psicólogos trabalha?
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6

457941201973978
Ano: 2019Banca: IMAOrganização: Prefeitura de Pastos Bons - MADisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Reumatologia e Imunologia | Colagenoses
É uma doença do sistema imunológico, na qual ocorre o endurecimento da pele, que se torna espessa, lisa e sem elasticidade. A causa desta doença não é conhecida.


A doença citada acima é:
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7

457941201431875
Ano: 2019Banca: IMAOrganização: Prefeitura de Pastos Bons - MADisciplina: Psicologia GeralTemas: Psicologia da Saúde | Psicologia e Políticas Públicas de Saúde
Sobre a importância dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) no âmbito da Reforma Psiquiátrica Brasileira, marque a opção correta.
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8

457941201110871
Ano: 2019Banca: IMAOrganização: Prefeitura de Pastos Bons - MADisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Ginecologia e Obstetrícia
O parto normal pode ser realizado em posições variadas, como deitada, de cócoras ou utilizando uma cadeira de parto. Há também a possibilidade de ser realizado na água, em uma banheira apropriada. Quanto aos locais, em maternidades há mais recursos de assistência para a mãe e o recém-nascido, mas há quem opte por ter o bebê em casas de parto ou no próprio domicílio. Nem sempre o parto normal é possível. Nesses casos, a cesariana é uma cirurgia decisiva para garantir a segurança da mãe e do bebê.


Considere as assertivas.


I. HIV materno.

II. Placenta prévia.

III. Desproporção cefalopélvica.


Apresenta(m) contraindicação(ões) absoluta(s) ao parto normal em:
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9

457941201995770
Ano: 2019Banca: IMAOrganização: Prefeitura de Pastos Bons - MADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Preposições | Morfologia
Texto associado
Não é próprio falar sobre os alunos...


1 Gosto de ouvir conversas. Mania de psicanalista. É que nas conversas moram mundos diferentes do meu. Thomas Mann, no seu livro José do Egito, conta de um diálogo entre José e o mercador que o comprara para vendê-lo como escravo, no Egito: “Estamos a um metro de distância um do outro. E, no entanto, ao seu redor gira um universo do qual o centro és tu e não eu. E ao meu redor gira um universo do qual o centro sou eu, e não tu.”
2 Fascinam-me esses universos que me tangenciam e que, no entanto, estão distantes de mim. Gosto de ouvir conversas para viajar por outros mundos. Por vários anos eu viajei diariamente de trem, de Campinas para Rio Claro, onde eu era professor na antiga Faculdade de Filosofia. No mesmo vagão viajavam também muitos professores a caminho das escolas onde trabalhavam. Iam juntos, alegres e falantes... Por anos escutei o que falavam. Falavam sempre sobre as escolas. Era ao redor delas que giravam os seus universos. Falavam sobre diretores, colegas, salários, reuniões, relatórios, férias, programas, provas. Mas nunca, nunca mesmo, eu os ouvi falar sobre os seus alunos. Parece que no universo em que viviam não havia alunos, embora houvesse escolas. Se não falavam sobre alunos é porque os alunos não tinham importância. 
3 Participei da banca que examinou uma tese de doutorado cujo tema eram os livros em que, nas escolas, são registradas as reuniões de diretores e professores. A candidata se dera ao trabalho de examinar tais reuniões para saber sobre o que falavam diretores e professores. As coisas registradas eram as coisas importantes que mereciam ser guardadas para a posteridade. Nos livros estavam registradas discussões sobre leis, portarias, relatórios, assuntos administrativos e burocráticos, eventos, festas. Mas não havia registros de coisas relativas aos alunos. Os alunos, aqueles para os quais as escolas foram criadas, para os quais diretores e professoras existem, ausentes. Não, não era bem assim: os alunos estavam presentes quando se constituíam em perturbações da ordem administrativa. Os alunos, meninos e meninas, alegres, brincalhões, curiosos, querendo aprender, alunos como companheiros dessa brincadeira que se chama ensinar e aprender –– sobre tais alunos o silêncio era total.
4 Essa ausência do aluno –– não do aluno a quem o discurso administrativo das escolas se refere como “o perfil dos nossos alunos”, nem esse nem aquele, todos, aluno abstrato –– não esse mas aquele aluno de rosto inconfundível e nome único: esse aluno de carne e osso que é a razão de ser das escolas. Ah, é importante nunca se esquecer disso: alunos não são unidades bio-psicológicas móveis sobre os quais devem-se gravar os mesmos saberes, não importando que sejam meninos nas praias do Nordeste, nas montanhas de Minas, às margens do Amazonas, ou nas favelas do Rio. Os alunos são crianças de carne e osso que sofrem, riem, gostam de brincar, têm o direito de ter alegrias no presente, e não vão à escola para serem transformados em unidades produtivas no futuro. E é essa ausência desse aluno de carne e osso que está progressivamente marcando os universos que giram em torno da escola. Os professores não falam sobre os alunos.
5 Na verdade, não é próprio que os professores falem com entusiasmo e alegria sobre os alunos. Os alunos não são tema de suas conversas. Acontece nas escolas primárias (ainda escrevo do jeito antigo porque não acredito que a mudança de nomes mude a realidade...). Mas não só nelas. Lembro-me de uma brincadeira séria que corria entre os professores de uma de nossas universidades mais respeitadas. Diziam os professores que, para que a dita universidade fosse perfeita, só faltava uma coisa: acabar com os alunos... Brincadeira? Psicanalista não acredita na inocência das brincadeiras.
6 Com isso concordam os critérios de avaliação dos docentes, impostos pelos órgãos governamentais: o que se computa, para fins de avaliação de um docente, não são as suas atividades docentes, relação com os alunos, mas a publicação de artigos em revistas indexadas internacionais. O que esses critérios estão dizendo aos professores é o seguinte: “Vocês valem os artigos que publicam: publish or perish”!
7 Num universo assim definido pelo discurso dos burocratas o aluno, esse aluno em particular, cujo pensamento é obrigação do professor provocar e educar, se constitui num empecilho à atividade que realmente importa. Os raros professores que têm prazer e se dedicam aos seus alunos estão perdendo o tempo precioso que poderiam dedicar aos seus artigos. “Aquele que é um verdadeiro professor toma a sério somente as coisas que estão relacionadas com os seus estudantes – inclusive a si mesmo” (Nietzsche). Eu sonho com o dia em que os professores, em suas conversas, falarão menos sobre os programas e as pesquisas e terão mais prazer em falar sobre os seus alunos.


Extraído de: http://www.aedmoodle.ufpa.br/pluginfile.php?file=%2F212282%2Fmod_resource%2Fcontent%2F1%2FDesejodeEnsinarB log.pd
“Gosto de ouvir conversas para viajar por outros mundos” (2º parágrafo).


Assinale a alternativa em que a preposição para possui o mesmo valor semântico da preposição em destaque no exemplo acima dado:
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10

457941201875466
Ano: 2018Banca: IMAOrganização: Prefeitura de Pastos Bons - MADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
1 Era uma família grande, a nossa: pai, mãe, cinco filhos. Grande e pobre. Papai, pedreiro, mal conseguia nos sustentar. Mamãe ajudava como podia, fazendo faxinas e costurando para fora, mas mesmo assim a vida era bastante difícil. Papai vivia bolando formas de reforçar nosso orçamento doméstico ou de, pelo menos, diminuir as despesas. Foi assim que lhe ocorreu a ideia da horta. 
2 Morávamos numa minúscula casa de subúrbio, não longe de uma bela praia, que, contudo, raramente frequentávamos: era lugar de ricos. Casa pobre, a nossa, sem nenhum conforto. 
3 Mas, por alguma razão, tinha um quintal bastante grande. Do qual, para dizer a verdade, não cuidávamos. O capim ali crescia viçoso e no meio dele jaziam, abandonados, pneus velhos, latas, pedaços de tijolos e telhas. Papai olhava para aquilo, pesaroso: parecia-lhe um desperdício de espaço e de terra. Um dia chamou os dois filhos mais velhos, meu irmão Pedro e eu próprio, e anunciou: vamos fazer uma horta neste quintal. 
4 Proposta mais do que adequada. Nós quase não comíamos legumes e verduras, porque eram muito caros. Mas, se plantássemos ali tomate, alface, agrião, cenoura, teríamos uma fonte extra de alimento - e o mais importante, sem custo. 
5 Sem custo, mas não sem trabalho. Para começar, teríamos de capinar aquilo tudo e revirar a terra para depois plantar e colher. Meu pai não hesitou: vocês dois, que são os mais velhos, vão fazer isso. 
6 Não gostamos muito da determinação. Não éramos preguiçosos, mas preparar a terra para fazer uma horta não era bem o nosso sonho e representaria um grande esforço. Contudo, não tínhamos alternativa. Quando papai dava uma ordem, era para valer. E, no caso, ele tinha o decidido apoio da mamãe, que era de uma família de agricultores e gostava de plantar. 
7 Quem prepararia a terra? Foi a pergunta que fiz ao Pedro, que, além de mais velho, era o líder entre os irmãos. Pergunta para a qual ele já tinha a resposta: - Isso é coisa para o Antônio. 
8 Antônio era o irmão do meio. Com 
9 anos, era um menino quieto, sonhador. Mas não era muito do batente, de modo que fiquei em dúvida: como convencê-lo a fazer o trabalho? - Deixa comigo - disse Pedro, que se considerava muito esperto. - Eu sei como convencer o cara. 9 E sabia mesmo. Porque Pedro era dono de uma lábia fantástica, argumentava como ninguém. Ah, sim, e sabia contar histórias - inventadas por ele, claro. Era com uma história que pretendia motivar o Antônio a capinar o pátio. 
10 Eu estava junto, quando ele contou a tal história. Era uma boa história: segundo um famoso professor, séculos antes piratas franceses haviam andado pela nossa região e ali haviam enterrado um tesouro. Expulsos pelos portugueses, nunca mais tinham retornado, de modo que a arca com joias e moedas de ouro ainda estava no mesmo lugar, que podia ser o pátio de nossa casa. - O tesouro será a nossa salvação - concluiu Pedro , entusiasmado. 
11 Antônio estava impressionado. Se havia coisa em que acreditava, era em histórias. Aliás, estava sempre lendo - era o maior frequentador da biblioteca do colégio. - Quem sabe procuramos esse tesouro? - perguntou ele. Era exatamente o que Pedro queria ouvir. - Se você está disposto, eu lhe arranjo uma enxada... 
12 Antônio mostrava-se mais do que disposto. No dia seguinte, um feriado, lá estava ele, enxada em punho, cavando a terra, diante do olhar admirado da família. Papai até perguntou o que tinha acontecido. - Ele se ofereceu para fazer o trabalho - disse Pedro, dando de ombros. 
13 Para encurtar a história: tesouro algum apareceu, mas, um mês depois, tínhamos uma horta no quintal. Antônio acabou descobrindo a trama de Pedro, mas não ficou zangado. Inspirado pelo acontecimento, escreveu uma história, com a qual ganhou um prêmio literário da prefeitura. Uma boa grana, que ele usou para comprar livros. Hoje é um conhecido jornalista e escritor. Acho que ele acabou, mesmo, encontrando o tesouro. 
 
Extraído de: http://novaescola.org.br/fundamental-1/tesouro-quintal-634294.shtml 

 Apesar da determinação do papai, os meninos estavam planejando um modo de não trabalharem na preparação do terreno para a horta, de que maneira? 
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