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No Brasil, a disartria está entre as alterações neuromotoras de fala mais comuns em pacientes com doenças neurológicas, em especial nos casos de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), que é um dos primeiros sintomas em aproximadamente 25% dos pacientes. Segundo Donneys Valencia et al. (2022), estratégias fonoaudiológicas baseadas em evidências ainda são escassas, mas têm se mostrado fundamentais para melhorar aspectos como a inteligibilidade da fala, controle da zona oral e soluções articulatórias. Diante dessas informações, considere o caso de um paciente de 65 anos que apresenta fala lenta, voz áspera e dificuldades para palavras articulares. Durante a avaliação, foram testadas dificuldades musculares e limitações dos movimentos articulatórios. A história clínica indica um diagnóstico prévio de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).
Com base nos resultados clínicos apresentados e nos tipos de disartria, identifique o diagnóstico fonoaudiológico e marque uma alternativa CORRETA:
Ribeiro, Mancini e Bicalho (2023) realizaram um estudo longitudinal entre 2019 e 2022 com 50 idosos diagnosticados com disfunção vestibular submetidos à reabilitação vestibular (RV). O estudo avaliou o impacto da RV na funcionalidade, equilíbrio, tontura e sintomas depressivos, utilizando testes como o Vídeo Head Impulse Test (v-HIT), o Potencial Evocado Miogênico Vestibular (VEMP), a Escala de Equilíbrio de Berg (EEB), o Dizziness Handicap Inventory (DHI) e a Escala Geriátrica de Depressão (GDS-15). Os resultados demonstraram benefícios da RVem diversos aspectos da qualidade de vida dos idosos.
Com base nos conhecimentos acerca dos protocolos e procedimentos da Reabilitação Vestibular, assinale a alternativa CORRETA.