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Leia o texto para responder a questão.
“Em uma área com 100 mil habitantes estavam em tratamento, no ano de 2013, cerca de 500 portadores de
tuberculose. Ao longo de 2014 outros 30 casos foram notificados, além de 5 óbitos e 5 curas.”
Nossos velhos
Pais heróis e mães rainhas do lar.
Passamos boa parte da nossa existência cultivando estes estereótipos. Até que um dia o pai herói começa a passar o tempo todo sentado, resmunga baixinho e puxa uns assuntos sem pé nem cabeça. A rainha do lar começa a ter dificuldade de concluir as frases e dá pra implicar com a empregada. O que papai e mamãe fizeram para caducar de uma hora para ou…tra? Fizeram 80 anos. Nossos pais envelhecem. Ninguém havia nos preparado pra isso. Um belo dia eles perdem o garbo, ficam mais vulneráveis e adquirem umas manias bobas.
Estão cansados de cuidar dos outros e de servir de exemplo: agora chegou a vez de eles serem cuidados e mimados por nós, nem que pra isso recorram a uma chantagenzinha emocional. Têm muita quilometragem rodada e sabem tudo, e o que não sabem eles inventam. Não fazem mais planos a longo prazo, agora dedicam-se a pequenas aventuras, como comer escondido tudo o que o médico proibiu. Estão com manchas na pele. Ficam tristes de repente. Mas não estão caducos: caducos ficam os filhos, que relutam em aceitar o ciclo da vida. É complicado aceitar que nossos heróis e rainhas já não estão no controle da situação.
Estão frágeis e um pouco esquecidos, têm este direito, mas seguimos exigindo deles a energia de uma usina. Não admitimos suas fraquezas, seu desânimo. Ficamos irritados se eles se atrapalham com o celular e ainda temos a cara-de-pau de corrigi-los quando usam expressões em desuso: calça de brim? frege? auto de praça? Em vez de aceitarmos com serenidade o fato de que as pessoas adotam um ritmo mais lento com o passar dos anos, simplesmente ficamos irritados por eles terem traído nossa confiança, a confiança de que seriam indestrutíveis como os super-heróis. Provocamos discussões inúteis e os enervamos com nossa insistência para que tudo siga como sempre foi. Essa nossa intolerância só pode ser medo. Medo de perdê-los, e medo de perdermos a nós mesmos, medo de também deixarmos de ser lúcidos e joviais. É uma enrascada essa tal de passagem do tempo.
Nos ensinam a tirar proveito de cada etapa da vida, mas é difícil aceitar as etapas dos outros, ainda mais quando os outros são papai e mamãe, nossos alicerces, aqueles para quem sempre podíamos voltar, e que agora estão dando sinais de que um dia irão partir sem nós.
(Martha Medeiros. Disponível em: http://www.viva50.com.br/nossos-velhos-cronica-de-martha-medeiros/. Acesso em: 24/06/2016. Adaptado.)
No trecho “Um belo dia eles perdem o garbo, ficam mais vulneráveis e adquirem umas manias bobas.” (2º§), o termo destacado, de acordo com o contexto textual, se refere aos
“Idoso, internado há 3 dias por pielonefrite, apresenta como doença de base insuficiência cardíaca congestiva. Exame físico: normocorado, hidratado, acianótico e afebril, presença de turgência jugular; avaliação cardiovascular: presença de 3ª bulha, ausência de sopros, FC = FP = 125bpm; avaliação pulmonar: murmúrio vesicular globalmente presente, presença de crepitações em pulmão esquerdo, FR = 24 irpm; abdômen: globoso, normotenso, ruídos hidroaéreos presentes, ausência de massas palpáveis ou visceromegalias, dor à palpação da região infraumbilical, macicez à percussão; MMII: pulsos pediosos palpáveis, edema bilateral de tornozelos 2+/4+, panturrilhas livres; raio-x de tórax: área cardíaca aumentada, pulmões sem alterações.” De acordo com esse relato, quantos critérios (maiores e menores) de Framingham esse paciente apresenta?
As alterações determinadas pelo envelhecimento afetam desde os mecanismos de controle até as estruturas pulmonares e extrapulmonares que interferem no processo de respiração. Essas alterações podem ocasionar o agravamento das manifestações determinadas por afecções que comprometem as vias respiratórias e os pulmões. Diante do exposto, assinale a afirmativa correta.
Os extintores de incêndio, dispositivos de segurança utilizados como primeira linha de ataque contra incêndio de tamanho limitado, são necessários mesmo que o local esteja equipado com chuveiros automáticos, hidrantes e mangueiras, ou outro sistema fixo de proteção. De acordo com o exposto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) ABNT NBR 12693:2010: estabelece os requisitos exigíveis para projeto, seleção e instalação de extintores de incêndio portáteis e sobre rodas, em edificações e áreas de risco, para combate a princípio de incêndio.
( ) ABNT NBR 12693:2010: não se aplica à proteção de aeronaves, embarcações e veículos, nem a outras classes de fogos que não sejam A, B e C.
( ) Extintor portátil: é o extintor de incêndio que pode ser transportado manualmente, sendo que sua massa total não pode ultrapassar 25 kg.
( ) Capacidade extintora: é a medida do poder de extinção de fogo de um extintor, obtida em ensaio prático normalizado.
( ) Carga de incêndio: é a soma das caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis em um espaço, inclusive os revestimentos das paredes, divisórias, pisos e tetos.
( ) Distância máxima a ser percorrida: é a distância máxima real, em metros, a ser percorrida pelo operador, do ponto de fixação do extintor a qualquer ponto da área protegida por ele.
( ) Extintor sobre rodas: é o extintor de incêndio, montado sobre rodas, cuja massa total não pode ultrapassar 150 kg, operado e transportado por um único operador.
A sequência está correta em
Read the text to answer 33, 34 and 35.
As epoch-making as Gutenberg’s printing press, 3-D printing is changing the future.
By Roff Smith
Rocket engine parts, chocolate figurines, functional replica pistols, a Dutch canal house, designer sunglasses, a zippy two-seater car, a rowboat, a prototype bionic ear, pizzas — hardly a week goes by without a startling tour de force in the rapidly evolving technology of three-dimensional printing. What sounds like something out of Star Trek — the starship’s replicator could synthesize anything — is increasingly becoming a reality. Indeed, NASA is testing a 3-D printer on the International Space Station to see if it might provide a way to fabricate meals, tools, and replacement parts on long missions. Back on Earth, long-term business plans are being reimagined. Airbus envisions that by 2050 entire planes could be built of 3-D printed parts. GE is already using printers to make fuel-nozzle tips for jet engines. And interest isn’t limited just to corporate giants.
The high cost of tooling up a factory has long been a barrier to developing niche products. But now anyone with an idea and money could go into small-scale manufacturing, using computer-aided design software to create a threedimensional drawing of an object and letting a commercial 3-D printing firm do the rest. Since a product’s specifications can be “retooled” at a keyboard, the technology is perfect for limited production runs, prototypes, or one-time creations — like the one-third-scale model of a 1964 Aston Martin DB5 that producers of the James Bond film Skyfall had printed, then blew up in a climactic scene. And because a 3-D printer builds an object a bit at a time, placing material only where it needs to be, it can make geometrically complex objects that can’t be made by injecting material into molds — often at a considerable savings in weight with no loss in strength. It can also produce intricately shaped objects in a single piece, such as GE’s titanium fuel-nozzle tips, which otherwise would be made of at least 20 pieces. “People read about the fabulous things that are being made with 3-D printing technology, and they are led to believe that they will be able to make these things themselves at home and that what they turn out will be of a really high standard of workmanship, it won’t be.” Dr. Rowly, a tech expert says. While consumer printers may one day allow us to make whatever we like, Rowley envisions a different grassroots revolution, one where people can test ideas that once would never have made it off the back of an envelope.
(Available: http://ngm.nationalgeographic.com/2014/12/3d-printer.)
“The high cost of tooling up a factory has long been a barrier to developing niche products.” (L 9) matches:
Read the text to answer 33, 34 and 35.
As epoch-making as Gutenberg’s printing press, 3-D printing is changing the future.
By Roff Smith
Rocket engine parts, chocolate figurines, functional replica pistols, a Dutch canal house, designer sunglasses, a zippy two-seater car, a rowboat, a prototype bionic ear, pizzas — hardly a week goes by without a startling tour de force in the rapidly evolving technology of three-dimensional printing. What sounds like something out of Star Trek — the starship’s replicator could synthesize anything — is increasingly becoming a reality. Indeed, NASA is testing a 3-D printer on the International Space Station to see if it might provide a way to fabricate meals, tools, and replacement parts on long missions. Back on Earth, long-term business plans are being reimagined. Airbus envisions that by 2050 entire planes could be built of 3-D printed parts. GE is already using printers to make fuel-nozzle tips for jet engines. And interest isn’t limited just to corporate giants.
The high cost of tooling up a factory has long been a barrier to developing niche products. But now anyone with an idea and money could go into small-scale manufacturing, using computer-aided design software to create a threedimensional drawing of an object and letting a commercial 3-D printing firm do the rest. Since a product’s specifications can be “retooled” at a keyboard, the technology is perfect for limited production runs, prototypes, or one-time creations — like the one-third-scale model of a 1964 Aston Martin DB5 that producers of the James Bond film Skyfall had printed, then blew up in a climactic scene. And because a 3-D printer builds an object a bit at a time, placing material only where it needs to be, it can make geometrically complex objects that can’t be made by injecting material into molds — often at a considerable savings in weight with no loss in strength. It can also produce intricately shaped objects in a single piece, such as GE’s titanium fuel-nozzle tips, which otherwise would be made of at least 20 pieces. “People read about the fabulous things that are being made with 3-D printing technology, and they are led to believe that they will be able to make these things themselves at home and that what they turn out will be of a really high standard of workmanship, it won’t be.” Dr. Rowly, a tech expert says. While consumer printers may one day allow us to make whatever we like, Rowley envisions a different grassroots revolution, one where people can test ideas that once would never have made it off the back of an envelope.
(Available: http://ngm.nationalgeographic.com/2014/12/3d-printer.)
According to what the text mentions, 3-D printing is able to produce