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457941200627174
Ano: 2010Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Sertaneja - PRDisciplina: Legislação Municipal (Paraná)Temas: Legislação Municipal de Sertaneja | Lei Orgânica do Município de Sertaneja
Analise as alternativas:

I. Prover e extinguir cargos públicos e expedir os demais atos referentes à situação funcional dos servidores.

II. Promulgar as resoluções, bem como as leis como sanção tática ou cujo veto tenha sido rejeitado pelo Plenário da Câmara.

III. Exercer, com o auxílio dos Secretários Municipais, a direção superior da administração pública municipal.

IV. Baixar, mediante Ato, as medidas que digam respeito aos Vereadores.

V. Decretar desapropriações, autorizado por órgão competente.

Pode-se afirmar que são atribuições do Prefeito Municipal:
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2

457941200967121
Ano: 2010Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Sertaneja - PRDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual
Texto associado
A educação possível 

A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e escolas é mais nociva do que  
uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. 

   Educação é algo bem mais amplo do que escola. Começa em casa, onde precisam ser dadas as primeiras informações  sobre o mundo (com criança também se conversa!), noções de postura e compostura, respeito, limites. Continua na vida  pública, nem sempre um espetáculo muito edificante, na qual vemos políticos concedendo-se um bom aumento em cima  dos seus já polpudos ganhos, enquanto professores recebem salários escrachadamente humilhantes, e artistas fazendo  propaganda de bebida num momento em que médicos, pais e responsáveis lutam com a dependência química de milhares  de jovens. Quem é público, mesmo que não queira, é modelo: artistas, líderes, autoridades. Não precisa ser hipócrita nem  bancar o santarrão, mas precisa ter consciência de que seus atos repercutem, e muito.   Mas vamos à educação nas escolas: o que é educar? Como deveria ser uma boa escola? Como se forma e se mantém  um professor eficiente, como se preparam crianças e adolescentes para este mundo competitivo onde todos têm direito de  construir sua vida e desenvolver sua personalidade?
   É bem mais simples do que todas as teorias confusas e projetos inúteis que se nos apresentam. Não sou contra  colocarem um computador em cada sala de aula neste reino das utopias, desde que, muito mais e acima disso, saibamos  ensinar aos alunos o mais elementar, que independe de computadores: nasce dos professores, seus métodos, sua  autoridade, seu entusiasmo e seus objetivos claros. A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e  escolas prejudica mais do que uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. Estudar não é brincar, é  trabalho. Para brincar temos o pátio e o bar da escola, a casa.  
  Sair do primeiro grau tendo alguma consciência de si, dos outros, da comunidade onde se vive, conseguindo contar,  ler, escrever e falar bem (não dá para esquecer isso, gente!) e com naturalidade, para se informar e expor seu pensamento,  é um objetivo fantástico. As outras matérias, incluindo as artísticas, só terão valor se o aluno souber raciocinar, avaliar,  escolher e se comunicar dentro dos limites de sua idade.  
   No segundo grau, que encaminha para a universidade ou para algum curso técnico superior, o leque de  conhecimentos deve aumentar. Mas não adianta saber história ou geografia americana, africana ou chinesa sem conhecer  bem a nossa, nem falar vários idiomas se nem sequer dominamos o nosso. Quer dizer, não conseguimos nem nos colocar  como indivíduos em nosso grupo nem saber o que acontece, nem argumentar, aceitar ou recusar em nosso próprio  benefício, realizando todas as coisas que constituem o termo tão em voga e tão mal aplicado: “cidadania”.  
   O chamado terceiro grau, a universidade, incluindo conhecimentos especializados, tem seu fundamento eficaz nos  dois primeiros. Ou tudo acabará no que vemos: universitários que não sabem ler e compreender um texto simples, muito  menos escrever de forma coerente. Universitários, portanto, incapazes de ter um pensamento independente e de aprender  qualquer matéria, sem sequer saber se conduzir. Profissionais competindo por trabalho, inseguros e atordoados, logo,  frustrados.  
   Sou de uma família de professores universitários. Fui por dez anos titular de linguística em uma faculdade particular.  Meu desgosto pela profissão – que depois abandonei, embora gostasse do contato com os alunos – deveu-se em parte à  minha dificuldade de me enquadrar (ah, as chatíssimas e inócuas reuniões de departamento, o caderno de chamada, o  currículo, as notas...) e em parte ao desalento. Já nos anos 70 recebíamos na universidade jovens que mal conseguiam  articular frases coerentes, muito menos escrevê-las. Jovens que não sabiam raciocinar nem argumentar, portanto  incapazes de assimilar e discutir teorias. Não tinham cultura nem base alguma, e ainda assim faziam a faculdade, alguns  com sacrifício, deixando-me culpada quando os tinha de reprovar.  
   Em tudo isso, estamos melancolicamente atrasados. Dizem que nossa economia floresce, mas a cultura, senhores, que  inclui a educação (ou vice-versa, como queiram...), anda mirrada e murcha. Mais uma vez, corrigir isso pode ser muito  simples. Basta vontade real. Infelizmente, isso depende dos políticos, depende dos governos. Depende de cada um de nós,  que os escolhemos e sustentamos.
(<>>Lya Luft. Veja. 23 de maio de 2007. Adaptado)
<>

 “Universitários, portanto, incapazes de ter um pensamento independente e de aprender qualquer matéria, sem sequer saber se conduzir. Profissionais competindo por trabalho, inseguros e atordoados, logo, frustrados.” (6º§)

De acordo com os termos destacados anteriormente, assinale a alternativa correta:
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3

457941201647615
Ano: 2020Banca: Instituto UniFilOrganização: Prefeitura de Sertaneja - PRDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Patologias Ocupacionais | Enfermagem Ocupacional
A relação entre o trabalho e o processo de adoecimento dos (as) trabalhadores (as) pode ser melhor compreendida ao considerar a classificação proposta por Schilling, que combina a abordagem clínico-individual com a coletivo-epidemiológica e agrupa as doenças, segundo a contribuição ou o “papel causal” desempenhado pelo trabalho no adoecimento. Assinale a alternativa que apresenta exemplos da categoria I - trabalho como causa necessária.
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4

457941200648339
Ano: 2020Banca: Instituto UniFilOrganização: Prefeitura de Sertaneja - PRDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Cronograma de Vacinação | Vacinação
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) e Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), os casos notificados de sarampo triplicaram no primeiro semestre de 2019, em comparação com o mesmo período em 2018. Os maiores surtos estão em países com baixa cobertura vacinal, deixando muitos indivíduos suscetíveis à doença. Para prevenir o aparecimento de novos casos, o Ministério da Saúde está recomendando vacinação de reforço em determinadas situações e faixas etárias. Sobre a vacinação de reforço contra o sarampo, assinale a alternativa correta.
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457941201261345
Ano: 2020Banca: Instituto UniFilOrganização: Prefeitura de Sertaneja - PRDisciplina: Sistema Único de Saúde (SUS) e Saúde ColetivaTemas: Princípios e Diretrizes do SUS | Gestão e Planejamento em Saúde Pública
O Conselho de Saúde é um órgão colegiado, deliberativo e permanente do Sistema Único de Saúde (SUS) em cada esfera de governo. Faz parte da estrutura das secretarias de saúde dos municípios, dos estados e do governo federal. Sobre Os Conselhos de Saúde, assinale a alternativa incorreta.
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6

457941200726086
Ano: 2020Banca: Instituto UniFilOrganização: Prefeitura de Sertaneja - PRDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Problemas Algébricos | Álgebra
Em um pequeno Colégio, de uma cidade do interior, a diretora resolveu enviar um grupo de alunos para participarem de uma gincana escolar na capital do Estado. A diretora fez a inscrição de 6 alunos para participarem na competição de xadrez, 8 alunos para participarem na competição de jogo de dama. Sabendo que 4 alunos participaram nas duas modalidades de jogos, xadrez e dama. Assinale a alternativa que representa a quantidade de alunos que a professora levou para a gincana.
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7

457941201082455
Ano: 2020Banca: Instituto UniFilOrganização: Prefeitura de Sertaneja - PRDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Legislação Educacional | Lei nº 8.069/1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente
Segundo o Art. 3º do Estatuto da Criança e do Adolescente, a criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por Lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade. Estes direitos estão reunidos em três dimensões, que são
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457941200143341
Ano: 2020Banca: Instituto UniFilOrganização: Prefeitura de Sertaneja - PRDisciplina: Psicologia GeralTemas: Legislação e Normas do Conselho Federal de Psicologia | Manual de Elaboração de Documentos Psicológicos (Resolução CFP n° 006/2019)
O Atestado Psicológico é um dos documentos permitidos ao psicólogo, decorrente da prestação de serviços psicológicos. Sobre essa modalidade, assinale a alternativa incorreta.
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457941200327550
Ano: 2020Banca: Instituto UniFilOrganização: Prefeitura de Sertaneja - PRDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado
‘Por que decidi ser uma esposa tradicional e estar submissa a
meu marido, como nos casamentos dos anos 50’



          Se você pesquisar nas redes sociais a hashtag #tradwife, encontrará imagens de pratos preparados em casa e bolos recém-assados com legendas como "o lugar de uma mulher é em casa" ou "tentar ser como um homem é um desperdício para uma mulher".
          Este é o #TradWives (esposas tradicionais, em tradução livre), um movimento que cresce rapidamente na internet e é composto por mulheres que promovem papéis de gênero ultratradicionais. Alena Kate Pettitt é uma delas. Ela mora no Reino Unido e diz que quer "estar submissa ao seu marido e mimá-lo como se fosse 1959". Ela propaga sua mensagem em redes sociais e em seu blog, The Darling Academy. "Lá falo sobre etiqueta, estilo de vida feminino, tarefas domésticas e como ser uma esposa tradicional", afirma à BBC.
         Os maridos primeiro
      Em seus artigos, Alena defende, por exemplo, que "se você quer um casamento feliz, deve sempre colocar seu marido em primeiro lugar". "Não quero que meu marido volte para casa depois de um longo dia de trabalho e precise cozinhar para mim, porque meu papel é estar em casa, meu trabalho é essencialmente fazer tarefas domésticas", diz. O termo tradwife é controverso, principalmente nos Estados Unidos, porque possui associações com a extrema direita. Mas muitas mulheres que se descrevem como esposas tradicionais rejeitam essa associação. Para Alena, ser uma esposa tradicional é "ser uma dona de casa que fica feliz em estar submissa ao marido". "Muitas pessoas querem rotular o movimento e muitas vezes surgem nomes em que você nunca nem pensou", afirma. "Alguém disse uma vez que esse 'é o tipo de esposa que promoveu o Terceiro Reich', e eu não fazia ideia disso".
         "Me sentia estranha nos anos 90"
        Alena diz que quando era estudante, nos anos 90, não era "muito popular". "Não gostava da cultura da época e definitivamente me sentia uma estranha." "As mensagens da cultura da época eram 'você tem que brigar com os homens, você tem que sair de casa e ser independente, sair de sua zona de conforto', mas eu sentia que nasci para ser esposa e mãe", diz ela. "Me identificava mesmo com os antigos programas de TV das décadas de 1950 e 1960." Alena cresceu em um lar sem pai. Sua mãe saía para trabalhar todos os dias e a casa, conta, era "um enorme fardo" para ela. "Acho que ali percebi que não queria a mesma vida." "Minha vida mudou quando conheci meu marido. Ele também era muito tradicional, então se identificou com isso. Ele disse: 'Eu sei que você quer que um homem cuide de você e faça você se sentir segura' e se ofereceu para ser essa pessoa." De acordo com ela, o encontro com o marido foi como a realização de um conto de fadas. "Eu disse a mim mesma: 'Finalmente alguém percebe que posso finalmente ser eu mesma e não esconder o que sou."
            Aos 20 anos, Alena diz que ela era "a típica mulher de carreira".
          "Fui morar em Londres e trabalhei muito porque a cultura da época, refletida em séries como Sex and the City, era de que isso era fantástico e libertador, que eu tinha que estar em contato com a minha sexualidade." Mas ela percebeu que nas redes sociais havia um movimento "quase clandestino" de mulheres que se sentiam como ela, que sentiam falta de "todos os aspectos tradicionais de ser dona de casa". E assim surgiu a Darling Academy. Ela rejeita as críticas de feministas, para quem mulheres como Alena estão jogando fora tudo o foi obtido na luta pela igualdade de gênero. "Minha opinião sobre o feminismo é que se trata de escolhas. Se você diz que a mulher deve participar do mundo do trabalho e competir com homens, mas não pode ficar em casa, está tirando de mim essa opção", explica ela. "Acho que ser uma esposa tradicional é investir em seu marido, em sua família e inspirá-los a serem as melhores pessoas possíveis. É algo totalmente altruísta." "O oposto é ser alguém que é inerentemente egoísta e que apenas toma coisas dos outros."


Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/salasocial-51183651
De acordo com Alena, é possível afirmar que
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457941200515300
Ano: 2020Banca: Instituto UniFilOrganização: Prefeitura de Sertaneja - PRDisciplina: Psicologia GeralTemas: Psicologia da Saúde | Equipes de Saúde e Interdisciplinaridade | Atenção Primária à Saúde
Sobre a atuação do Psicólogo no NASF, assinale a alternativa incorreta.
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