Question address both the teaching of English as a foreign language and the Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs)
Despite the problems created by big classes, there are things which teachers can do to overcome them (Harmer, 1998:128). The author provides a list of such activities and advises teachers to avoid:
Em conformidade com a Lei de Execução Penal – Lei 7.210 de 11 de julho de 1984 e modificações posteriores – quanto à assistência educacional é correto afirmar:
No treinamento e desenvolvimento, a mudança no comportamento da pessoa através da incorporação de novos hábitos, atitudes, conhecimentos e destrezas, é um processo de:
Durante a filosofia escolástica, destaca-se o nome de Guilherme de Ockham, por conta de seu pensamento pautado por um princípio de economia. Segundo Etienne Gilson, em A filosofia na Idade Média, Ockham não se cansava de repetir que, se quisermos uma proposição que nos garanta, ao mesmo tempo, a sua verdade e a realidade que ela afirma, precisaremos de uma:
Quando a formação integral é a finalidade principal do ensino e seu objetivo é o desenvolvimento de todas as capacidades da pessoa, os pressupostos da avaliação devem pautar-se:
A aprendizagem de habilidades motoras progride sequencialmente de forma previsível e independente da idade do aprendiz. Gallahue e Ozmun (2003) classificam o desenvolvimento dessa aprendizagem nos níveis inicial, intermediário e avançado, caracterizados respectivamente por movimentos:
A Lei Federal nº 9394/1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – no parágrafo 2º do Artigo 1º define que “A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social.” É possível, pois, afirmar que:
Segundo Daólio (2004), as questões socioculturais começam a ganhar corpo no debate acadêmico da Educação Física a partir da década de 1980, questionando o predomínio biológico. Para o autor, a discussão da área a partir da consideração da cultura ganha relevância com Elenor Kunz, Valter Bracht e Mauro Betti. Embora percorram caminhos diferentes, os autores chegam a alguns denominadores comuns. Entre tais denominadores, é possível destacar:
João tem uma fazenda de gado, e a quantidade de animais cresce regularmente 20% a cada ano. Certo dia, João diz: “se todas as condições continuarem as mesmas, daqui a n anos minha boiada será 10 vezes maior que a de hoje”. O menor valor inteiro de n que torna essa afirmação verdadeira é: Obs: dado log12 = 1,08
As conhecidas “entrelinhas” são uma boa metáfora visual para aquilo que poderíamos designar, de maneira mais apropriada, como o “não-dito” de um texto. Entre uma linha e outra não há supostamente nada exceto o branco da página, da mesma maneira que o não-dito obviamente não foi escrito, logo, não pode ser lido.
Entretanto, lembremos que a linguagem humana é simultaneamente pletórica e insu?ciente: sempre se diz mais e menos do que se queria dizer. Até mesmo um texto prosaico e informativo esconde algumas informações e sugere outras, que se nos revelam se soubermos ler... nas entrelinhas. Ora, um texto de ?cção amplia conscientemente o espaço das suas entrelinhas, justamente para poder tanto esconder quanto sugerir mais informações. Desse modo, ele desa?a o seu leitor a decifrá-lo, vale dizer, a escavar as suas entrelinhas.
Nos dois parágrafos acima, por exemplo. O que se encontra nas entrelinhas? O que eu não disse? O que estou escondendo?
Quando digo que “um texto de ficção amplia conscientemente o espaço das suas entrelinhas” e “desafia o seu leitor a decifrá-lo”, vejo-me escondendo nada menos do que o próprio autor do texto, porque empresto consciência e vontade a uma coisa, isto é, a um texto. Se o meu leitor percebe que fiz isto, ou seja, se o meu leitor lê nas entrelinhas do meu texto, ele pode me interpretar ou de um modo conservador ou de um modo mais ousado.
O meu leitor conservador pode entender que apenas recorri a uma metonímia elegante, dizendo “texto” no lugar de “autor do texto” por economia de palavras e para dar estilo ao que escrevo. O meu leitor ousado já pode especular que sobreponho o texto ao seu autor para sugerir que a própria escrita modifica quem escreve, e o faz no momento mesmo do gesto de escrever.
Ambas as interpretações me parecem válidas, embora eu goste mais da segunda. Talvez haja outras leituras igualmente válidas, embora nem tudo se possa enfiar impunemente nas entrelinhas alheias. Em todo caso, creio que achei um bom exemplo de leitura de entrelinhas no próprio texto que fala das entrelinhas...
Se posso ler nas entrelinhas de textos teóricos ou informativos como este que vos fala, o que não dizer de textos de ficção? Este meu texto não se quer propositalmente ambíguo ou plurissignificativo, mas o acaba sendo de algum modo, por força das condições internas de toda a linguagem, o que abre espaço para suas entrelinhas, isto é, para seus não-ditos.
Um texto de ficção, entretanto, já se quer ambíguo e plurissignificativo, assumindo orgulhosamente suas entrelinhas. Estas entrelinhas são maiores ou menores, mais ou menos carregadas de sentido, dependendo, é claro, do texto que contornam. Textos menores e mais densos, por exemplo, tendem a conter entrelinhas às vezes maiores do que eles mesmos.
É o caso do menor conto do mundo, do hondurenho Augusto Monterroso, intitulado “O Dinossauro”. O conto tem apenas sete palavras e cabe em apenas uma linha: “quando acordou, o dinossauro ainda estava ali”. As entrelinhas cercam este conto, provocando muitas perguntas, como, por exemplo:
1. Quem acordou? 2. Quem fala? 3. Onde é ali? 4. O dinossauro ainda estava ali porque também se encontrava lá antes de a tal pessoa dormir, ou porque ela sonhara com o dinossauro e ele saiu do sonho para a sua realidade? 5. O dinossauro que ainda estava ali é o animal extinto ou um símbolo? 6. Se for o animal extinto e supondo que o conto se passa na nossa época, como ele chegou ali? 7. Se não se passa na nossa época, então em que época se passa a história? 8. Se, todavia, o dinossauro é um símbolo, o que simboliza?
Na verdade, as entrelinhas contêm as perguntas que um texto nos sugere, muito mais do que as respostas que ele porventura esconde. A nossa habilidade de ler nas entrelinhas se desenvolve junto com a nossa habilidade de seguir as sugestões do texto e de formular perguntas a respeito dele e mesmo contra ele, para explorá-las sem necessariamente respondê-las de uma vez para sempre.
Gustavo Bernardo (Adaptado de: revista.vestibular.uerj.br/coluna/)
Em “dizendo ‘texto’ no lugar de ‘autor do texto’ por economia de palavras” (8º parágrafo), a preposição “por” introduz termo com o seguinte valor semântico