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1

457941200043639
Ano: 2019Banca: UFTMOrganização: UFTMDisciplina: PsiquiatriaTemas: Psiquiatria
São constituintes da rede de atenção psicossocial na atenção básica os seguintes serviços, EXCETO:
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2

457941201729156
Ano: 2019Banca: UFTMOrganização: UFTMDisciplina: BiologiaTemas: Bioquímica | Biologia Celular e Tecidual
Vitaminas são parte do meio de cultura celular, devido ao papel delas no metabolismo celular e a incapacidade das células de mamíferos de sintetizá-las. Porém, nem todas as vitaminas precisam ser usadas rotineiramente. O ácido ascórbico deve ser suplementado em qual das condições de cultura listadas abaixo?
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3

457941200153611
Ano: 2019Banca: UFTMOrganização: UFTMDisciplina: Técnicas LaboratoriaisTemas: Preparação de Meios de Cultura e Reagentes
Sobre o acondicionamento de amostras biológicas, assinale a opção INCORRETA:
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4

457941202054501
Ano: 2019Banca: UFTMOrganização: UFTMDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Uso da Crase
Texto associado

                 A saúde mental dos jovens brasileiros: Como prevenir?
 
      A ocorrência de vários suicídios de adolescentes em curto espaço de tempo não é um fenômeno restrito à atualidade. No século 18, um famoso livro, Os Sofrimentos do Jovem Werther, tornou-se um marco do Romantismo e uma febre entre os jovens. Nele conta-se a história de um adolescente que vive uma paixão impossível por uma mulher na casa dos trinta anos.

      A estratégia adotada pelo autor do livro, Johann Wolfgang von Goethe – ele deixou para o exame do leitor as cartas trocadas pelo casal de amantes –, fez a narrativa parecer muito crível. Adolescentes passaram a se matar vestidos como nas ilustrações do livro, tendo-o em mãos e usando o mesmo método letal – um tiro de pistola. Ensinado nos cursos de Jornalismo, o Efeito Werther acabou por reforçar o tabu social de evitar o assunto, e nada se publicava sobre suicídio.

      Os tempos mudaram. Nos dias atuais, a internet tornou-se a nova ameaça a angariar jovens para a morte. O suicídio é assunto nas redes sociais virtuais e seriados, caso do 13 ReasonsWhy, que gira em torno do suicídio de uma adolescente. Mas, com certeza, a natureza do suicídio juvenil da atualidade muito se distancia dos suicídios românticos [no quesito literatura] de três séculos atrás. O que estaria acontecendo? Como compreender melhor esse fenômeno? Como evitar que jovens vulneráveis o cometam?

      Precisamos conversar sobre isso, pois a mortalidade por suicídio vem crescendo no Brasil. Diariamente, 32 pessoas tiram a própria vida, segundo estatísticas do Ministério da Saúde. De 2005 a 2016, de acordo com os últimos dados oficiais disponíveis, o suicídio de adolescentes entre 10 e 14 anos aumentou 31%; e entre aqueles que estão na faixa dos 15 aos 19 anos o aumento é de 26%. Na população indígena, há uma tragédia silenciosa: metade do elevado número de suicídios é cometido por adolescentes.

      No espectro do comportamento autoagressivo, o suicídio é a ponta de um iceberg. Estima-se que o número de tentativas de suicídio supere o de suicídios em pelo menos dez vezes. O grau variável da intenção letal é apenas um dos componentes da tentativa de tirar a própria vida. O ato também representa uma comunicação, que pode funcionar como denúncia, grito de socorro, vingança ou a fantasia de renascimento. Por isso, ideias, ameaças e tentativas – mesmo aquelas que parecem calculadas para não resultarem em morte – devem ser encaradas com seriedade, como um sinal de alerta a indicar sofrimento e atuação de fenômenos psíquicos e sociais complexos. Não devemos banalizá-las.

      O mundo psíquico de um adolescente está em ebulição, ainda não atingiu a maturidade emocional. Há maior dificuldade para lidar com conflitos interpessoais, término de relacionamentos, vergonha ou humilhação e rejeição pelo grupo social. A tendência ao imediatismo e à impulsividade implica maior dificuldade para lidar com a frustração e digerir a raiva. Perfeccionismo e autocrítica exacerbada, problemas na identidade sexual, bem como bullying, são outros fatores que se combinam para aumentar o risco.

      Um adolescente pode ter centenas de likes na rede social virtual, mas pouquíssimos, ou nenhum, seres humanos reais com quem compartilhar angústias. O mundo adulto, como um ideal cultural alcançável por pequena parcela de vencedores, fragiliza a autoestima e a autoconfiança de quem precisa encontrar o seu lugar em uma sociedade marcada pelo individualismo, pelo exibicionismo estético, pela satisfação imediata e pela fragilidade dos vínculos afetivos.

      Quando dominados por sentimentos de frustração e desamparo, alguns adolescentes veem na autoagressão um recurso para interromper a dor que o psiquismo não consegue processar. Quando o pensar não dá conta de ordenar o mundo interno, o vazio e a falta de sentido fomentam ainda mais o sofrimento, fechando-se assim um círculo vicioso que pode conduzir à morte. Nos suicídios impulsivos, a ação letal se dá antes de haver ideias mais elaboradas capazes de dar outro caminho para a dor psíquica. O ato suicida ocorre no escuro representacional, como um curto-circuito, um ato-dor.

      Há, também, os suicídios que se vinculam a transtornos mentais que incidem na adolescência, como a depressão, o transtorno afetivo bipolar e o abuso de drogas. Diagnóstico tardio, carência de serviços de atenção à saúde mental e inadequação do tratamento agravam a evolução da doença e, em consequência, o risco de suicídio.

      Pensamentos suicidas são frequentes na adolescência, principalmente em épocas de dificuldades diante de um estressor importante. Na maioria das vezes, são passageiros; por si só não indicam psicopatologia ou necessidade de intervenção. No entanto, quando os pensamentos suicidas são intensos e prolongados, o risco de levar a um comportamento suicida aumenta.

      Prevenção do suicídio entre os adolescentes não quer dizer evitar todos os suicídios, e sim uma só morte que possa ser evitada, a do adolescente que está ao seu lado. O que fazer? De modo simplificado, sugerimos três passos. Memorize o acrônimo ROC: Reparar no Risco, Ouvir com atenção, Conduzir para um atendimento.

      A prevenção do suicídio, ainda que não seja tarefa fácil, é possível. Não podemos silenciar sobre a magnitude e o impacto do suicídio de adolescentes em nossa sociedade. Não todas, mas considerável porção de mortes pode ser evitada.  

(BOTEGA, Neury José. A saúde mental dos jovens brasileiros: Como prevenir? -  Adaptado. Disponível em  https://www.sescsp.org.br/online/ artigo/12517_A+SAUDE+MENTAL+DOS+JOVENS+BRASILEIROS . Acessado em 03/01/2019)

Releia o trecho “A tendência ao imediatismo e à impulsividade implica maior dificuldade para lidar com a frustração e digerir a raiva”, no 6º parágrafo, e assinale a opção em que o acento indicativo de crase ocorreu pelo mesmo motivo:
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5

457941200810669
Ano: 2018Banca: VUNESPOrganização: UFTMDisciplina: Orçamento e Finanças PúblicasTemas: Despesas Pendentes | Despesas de Exercícios Anteriores em Administração Financeira e Orçamentária
A distinção para classificar como Restos a Pagar ou como Despesas de Exercícios Anteriores decorre
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6

457941200072216
Ano: 2016Banca: UFTMOrganização: UFTMDisciplina: Direito SanitárioTemas: Gestão e Controle Sanitário

Um profissional de saúde mediu a pressão arterial em mmHg de 30 hipertensos antes e depois de tomarem, durante uma semana, um novo medicamento destinado a reduzir a pressão arterial. Deseja-se verificar se a nova droga tem o efeito desejado. Considere que a variável pressão arterial é quantitativa contínua e a população de estudo segue a distribuição normal. O teste de significância estatística apropriado para esse estudo é:

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7

457941201045875
Ano: 2018Banca: VUNESPOrganização: UFTMDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado

                           ‘Me corrige’, pede o pronome


             Uma das principais marcas do português brasileiro

                          permanece alijada da escrita


      Me parece cada vez mais claro que o pronome átono em início de frase, como o que acabo de cometer, será o último dos últimos tabus normativos a ser quebrado pelo inexorável abrasileiramento da língua que se entende e se pratica como nossa norma culta.

      É claro que me refiro à língua escrita. Sabe-se que, falando, a maior parte dos brasileiros iniciaria assim esta frase: “Se sabe que...”. Isso inclui pessoas de alta escolaridade e não exclui situações em que a comunicação prevê certa cerimônia.

      No livro “Oficina de Texto”, um guia de redação sensatamente equilibrado entre tradição e modernidade, o linguista Carlos Alberto Faraco e o romancista Cristovão Tezza, colunista da Folha, escrevem o seguinte: “Resta praticamente uma única regra universal na colocação de pronomes da língua-padrão escrita: jamais comece uma sentença com pronome átono”.

      Logo em seguida reconhecem que talvez esse não seja bem o único mandamento restante. Para poupar dor de cabeça com revisores e corretores de provas, dizem, vale a pena seguir também a regra “bastante duvidosa” das tais palavras atrativas, como “que”, “quando” e “não”, que sempre puxariam o pronome átono para junto de si.

      No mais, Faraco e Tezza dão ao leitor a bússola de colocação pronominal que julgo definitiva: “Prefira a forma que soar melhor”. Se você é brasileiro, isso exclui quase certamente a mesóclise, além de limitar a lusitana ênclise. Nossa inclinação é naturalmente proclítica.

      O gramático Manuel Said Ali (1861-1953) foi um pioneiro defensor da colocação de pronomes à moda da casa, contra o lusocentrismo dominante em sua época e ainda hoje presente na gramática normativa.

      Argumentava que “a pronúncia brasileira diversifica da lusitana; daí resulta que a colocação pronominal em nosso falar espontâneo não coincide perfeitamente com a do falar dos portugueses”.

      Tudo isso é lindo, mas convém ter sempre em mente o último tabu. Me faça o favor de contrariar sua fala e escrever “Faça-me o favor”, a menos que queira marcar uma posição. Se prepare, nesse caso, para as consequências.

(Sérgio Rodrigues, “‘Me corrige’, pede o pronome”. Em: Folha de S.Paulo, 02.08.2018. Adaptado)

As informações textuais permitem afirmar que
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8

457941201340523
Ano: 2016Banca: UFTMOrganização: UFTMDisciplina: BiologiaTemas: Biologia Celular e Tecidual | Introdução à Biologia Celular
As células eucariontes apresentam duas partes morfologicamente bem distintas: citoplasma, envolto pela membrana plasmática, e o núcleo, envolto pelo envoltório nuclear. Além disso, uma característica importante das células eucariontes é sua riqueza de membranas, formando compartimentos que separam os diversos processos metabólicos existentes. A partir do texto lido e de seus conhecimentos, julgue as afirmativas a seguir em verdadeiras (V) ou falsas (F) e, após, assinale a alternativa CORRETA:
1. O nucléolo apresenta maior tamanho quando as células são ativas no processo de síntese de proteínas.
2. Nas mitocôndrias, a quantidade de cristas mitocondrias está intimamente relacionada com a quantidade de ATP produzido.
3. As cadeias de polipetídeos sintetizadas nos polirribossomos acoplados às membranas do retículo endoplasmático rugoso são transferidas para o interior das cisternas após o término do processo de tradução.
4. Cloroplastos são envolvidos por uma única membrana da qual partem lamelas que formam os tilacoides, que são estruturas que apresentam, na sua membrana, os fotossistemas I e II, implicados com a fotossíntese.
5. O complexo de Golgi, dentre suas muitas funções, é responsável pela destinação e exportação corretas de macromoléculas.
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9

457941201809075
Ano: 2018Banca: VUNESPOrganização: UFTMDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Legislação Educacional | Lei nº 9.394/1996 - LDBEN

Severino, no texto “Ensino Superior Brasileiro: novas configurações e velhos desafios” (2008), observa que a Constituição de 1988 dedica poucos artigos ao ensino superior, entre os quais, o da autonomia didático-científica e o de gestão financeira e patrimonial. A LDBEN, Lei n° 9.394/96, por sua vez, trata do ensino superior nos artigos de n° 43 a 57. Severino aponta que, antes e depois da promulgação dessa Lei, vários dispositivos legais regulamentaram o ensino superior, evidenciando-se assim um claro processo de reforma universitária. Para ele, “esse fulminante ardor legislativo expressa bem, de um lado, a adesão explícita à via da ______________, (...) e, de outro, a aceitação de que pode haver boa formação universitária sem produção de conhecimentos, sem pesquisa na área de ensino a que uma instituição se dedica”.


Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do texto.

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10

457941200155603
Ano: 2019Banca: UFTMOrganização: UFTMDisciplina: PsiquiatriaTemas: Legislação e Pesquisa Psiquiátrica
Julgue os itens a seguir em V (verdadeiro) e F (falso):

I. ( ) A lei nº 10.216, de 6 de abril de 2001, descreve três tipos de internação psiquiátrica: internação voluntária; internação involuntária e a internação compulsória.
II. ( ) A lei nº 10.216, de 6 de abril de 2001, descreve quatro tipos de internação psiquiátrica: internação voluntária; internação involuntária; internação voluntária que se torna involuntária e a internação compulsória.
III. ( ) A lei n° 10.216, de 6 de abril de 2001, estabelece que a internação sem consentimento do paciente só é permitida quando o mesmo for considerado incapaz, seja de forma temporária ou permanente.
IV. ( ) A lei nº 10.216, de 6 de abril de 2001, estabelece que a presença de transtorno mental que acarrete em risco de suicídio e heteroagressividade são condições que justificam internação contra a vontade do paciente.

A sequência CORRETA é:
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