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457941201662476
Ano: 2013Banca: CEPERJOrganização: CEDERJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado
MEIO SÉCULO DEPOIS...
Cristovam Buarque, O Globo, 07/09/2013

    A quase totalidade dos discursos de políticos é irrelevante. São logo esquecidos. Mas, nesta semana, comemora-se em todo o mundo os 50 anos do discurso do dr. Martin Luther King em que ele disse que tinha sonhos: de que seus quatro filhos não sofreriam preconceitos por causa da cor da pele; e de que os filhos dos ex-escravos e os filhos dos ex-donos de escravos seriam capazes de sentar juntos na mesma mesa, como irmãos.
   Meio século depois, nós também temos sonhos.
   Sonhamos que um dia nenhum dos filhos do Brasil será privado de uma educação de qualidade que lhes permita entender a lógica do mundo, deslumbrar-se com suas belezas, indignar-se com suas injustiças, falar e escrever seus idiomas, ter uma profissão que lhes permita usufruir e melhorar o mundo onde vivem.
    Para isso, sonhamos fazer com que a mais pobre criança tenha, desde sua primeira infância, uma escola com a qualidade das melhores do mundo, que um dia os filhos dos trabalhadores estudarão nas escolas dos filhos de seus patrões, os filhos das favelas nas escolas dos filhos dos condomínios e, em consequência, o Brasil terá pontes em lugar de muros entre suas classes e seus espaços urbanos.
      Sonhamos que não está distante o dia em que todos os brasileiros acreditarão que isso é preciso e é possível. Deixarão de considerar o sonho como um delírio de utopista ou demagogia de político. Olharão ao redor e verão que muitos outros países já fizeram esta revolução, que chegará tardia ao Brasil, como nos chegou tardiamente a libertação dos escravos. Lembrarão que até 1863, na terra do dr. King, e, por décadas mais no Brasil, a ideia de que os negros um dia seriam livres do cativeiro era vista como estupidez. E hoje o presidente da República deles é negro.
     Sonhamos também que, acreditando nos seus sonhos, o Brasil se levantará para realizá-los. Porque o sonho não se realiza quando ele é solitário, nem tampouco quando os sonhadores continuam deitados em berço esplêndido. Só quando é de todos e todos se levantam é que ele começa a ser realidade.
“Para isso, sonhamos fazer com que a mais pobre criança tenha, desde sua primeira infância, uma escola com a qualidade das melhores do mundo...”; nesse segmento do quarto parágrafo do texto, o autor:
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457941201126893
Ano: 2013Banca: CEPERJOrganização: CEDERJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado
MEIO SÉCULO DEPOIS...
Cristovam Buarque, O Globo, 07/09/2013

    A quase totalidade dos discursos de políticos é irrelevante. São logo esquecidos. Mas, nesta semana, comemora-se em todo o mundo os 50 anos do discurso do dr. Martin Luther King em que ele disse que tinha sonhos: de que seus quatro filhos não sofreriam preconceitos por causa da cor da pele; e de que os filhos dos ex-escravos e os filhos dos ex-donos de escravos seriam capazes de sentar juntos na mesma mesa, como irmãos.
   Meio século depois, nós também temos sonhos.
   Sonhamos que um dia nenhum dos filhos do Brasil será privado de uma educação de qualidade que lhes permita entender a lógica do mundo, deslumbrar-se com suas belezas, indignar-se com suas injustiças, falar e escrever seus idiomas, ter uma profissão que lhes permita usufruir e melhorar o mundo onde vivem.
    Para isso, sonhamos fazer com que a mais pobre criança tenha, desde sua primeira infância, uma escola com a qualidade das melhores do mundo, que um dia os filhos dos trabalhadores estudarão nas escolas dos filhos de seus patrões, os filhos das favelas nas escolas dos filhos dos condomínios e, em consequência, o Brasil terá pontes em lugar de muros entre suas classes e seus espaços urbanos.
      Sonhamos que não está distante o dia em que todos os brasileiros acreditarão que isso é preciso e é possível. Deixarão de considerar o sonho como um delírio de utopista ou demagogia de político. Olharão ao redor e verão que muitos outros países já fizeram esta revolução, que chegará tardia ao Brasil, como nos chegou tardiamente a libertação dos escravos. Lembrarão que até 1863, na terra do dr. King, e, por décadas mais no Brasil, a ideia de que os negros um dia seriam livres do cativeiro era vista como estupidez. E hoje o presidente da República deles é negro.
     Sonhamos também que, acreditando nos seus sonhos, o Brasil se levantará para realizá-los. Porque o sonho não se realiza quando ele é solitário, nem tampouco quando os sonhadores continuam deitados em berço esplêndido. Só quando é de todos e todos se levantam é que ele começa a ser realidade.
O discurso de Martin Luther King é evocado pelo autor do texto porque:
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3

457941200167316
Ano: 2013Banca: CEPERJOrganização: CEDERJDisciplina: Linguagens de ProgramaçãoTemas: JavaScript | Linguagens de Programação
No que diz respeito aos operadores relacionais na linguagem JavaScript, para x = 10 e y = 15, as operações (x == 10) && (y < 10), (x == 10) || (y == 10) e !(x == y) resultarão, respectivamente, nos seguintes valores lógicos:
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4

457941202070360
Ano: 2013Banca: CEPERJOrganização: CEDERJDisciplina: Redes de Computadores e Segurança de RedesTemas: Protocolos | IP
De acordo com a arquitetura TCP/IP, os endereços IPv4 das classes A, B e C possuem números no primeiro octeto, compreendidos, respectivamente, entre as seguintes faixas de valores:
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5

457941201247450
Ano: 2013Banca: CEPERJOrganização: CEDERJDisciplina: Engenharia de SoftwareTemas: Diagrama de Casos de Uso | Linguagem de Modelagem Unificada
Na UML, um sistema pode ser descrito por meio de cinco visões independentes. Uma dessas visões descreve o sistema do ponto de vista externo como um conjunto de interações entre o sistema e os agentes externos ao sistema. Essa visão, que é criada inicialmente e direciona o desenvolvimento das outras visões do sistema, é conhecida por Visão de:
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6

457941201966760
Ano: 2013Banca: CEPERJOrganização: CEDERJDisciplina: Direito ConstitucionalTemas: Estrutura Econômica e Financeira | Gestão Agrícola e Fundiária
Hélio é um pequeno produtor rural, segundo os critérios definidos em lei. Em determinado momento, é surpreendido por comunicação oficial de que sua propriedade não seria considerada produtiva e estaria relacionada para integrar projeto para distribuição de terras vinculado ao programa de reforma agrária. Nos termos das normas previstas na Constituição Federal, o comentário correto é:

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7

457941201135384
Ano: 2020Banca: CEPERJOrganização: CEDERJDisciplina: BiologiaTemas: Fisiologia: Sistema Digestório | Biologia dos Organismos
Diversas embalagens de alimentos apresentam os dizeres "Contém Glúten”. Tal aviso é importante, pois muitos indivíduos são alérgicos a esse composto nutricional. O glúten pertence ao grupo de nutrientes classificado como:
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8

457941201087521
Ano: 2020Banca: CEPERJOrganização: CEDERJDisciplina: Física GeralTemas: Cinemática | Introdução à Cinemática
A andorinha é aquele animal que empoleira em nossas varandas, que faz seus ninhos em nossas casas e que vai de um lado para o outro de nossas cidades. As migrações de andorinhas começam em setembro e se estendem por cerca de dois meses. Estima-se que uma andorinha pode viajar cerca de71 mil quilômetros por ano.

Uma pesquisa publicada na revista Science em 2009 destaca que, graças a um dispositivo eletrônico, uma espécie de "mochila eletrônica” de 1,5 g colocada nas costas dessas pequenas aves, foi possível calcular a velocidade média das andorinhas no trajeto entre os hemisférios Norte e Sul.

Se uma andorinha-azul fez o trajeto entre a Amazônia e o Estado americano da Pensilvânia em apenas 15 dias, considerando que a distância entre as duas localidades seja de 15.480 km, o tempo que essa mesma andorinha, mantendo a velocidade média da viagem relatada, percorreria a distância entre Rio de Janeiro e São Paulo, de 430 km, seria de:
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9

457941201766881
Ano: 2020Banca: CEPERJOrganização: CEDERJDisciplina: Língua InglesaTemas: Compreensão de Texto
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What about the artists?

The Guardian - Wed 14 Oct 2020


The government is deaf to the plight of freelance musicians and othercreatives


      On Monday, a number of British arts organisations finally heard whether they had received grants from the £1.57bn bailout fund announced in July by the chancellor, Rishi Sunak. Not a moment too soon, institutions such as Wigmore Hall in London, Bristol Old Vic and the City of Birmingham Symphony Orchestra have been given a cash bufferthatshould keep them alive until March.

     The welcome announcement has been marred, though, by the failure of the government to address the question of freelancers and self-employed people in the arts. In an interview with ITV last week, Mr. Sunak was asked what he thought professional musicians ought to do, given that they can’t earn enough to live. He answered that up to 3 million people in the country qualified for help under the self-employed support scheme. Pressed on whether musicians oughttofind differentwork, he mentioned retraining schemes that are "providing new and fresh opportunity”. People must adapt, he said. He added that it was untrue that there was no work for musicians. Music lessons, in his own household at least, were still going on.

     The interviewer’s question was specifically about musicians - a third of whom have been ineligible for the selfemployed support scheme. So even if, as he later asserted, Mr Sunak was talking about the workforce as a whole rather than cultural workers in particular when he spoke of the need to retrain, he certainly gave a strong impression of indifference to and ignorance of musicians’ plight. This was reinforced on Monday when a government-backed advertisement went viral, launching hundreds of derisive parodies. Aiming to recruit workers into cybersecurity roles, it showed a dancer doing up her ballet shoes. It read: "Fatima’s next job could be in cyber (she just doesn’t know it yet)”. 
     The culture secretary, Oliver Dowden, was forced to condemn the advertisement as "crass” as his day of good news descended into farce and contumely. The government seems unable to grasp that putting money into the arts infrastructure is only part of the solution; creatives themselves need to be helped to survive economically too. Though some institutions are putting work on stage - and will be helped to do so in the months to come by the rescue package - these events will necessarily be small-scale, representing a drop in the ocean compared with the industry working at full tilt.
     New digital business models are being explored, but they are in their infancy and are not going to pay next month’s rent. Moreover, performance dates in the diary - that is, employment opportunities for freelancers - amount to perilous bets against the future course of the virus. As infections soar, organisations are bound, quite rightly, to be cautious, particularly in the face of the catastrophic failure of the government’s test-and-trace scheme.
     Meanwhile, musicians and others are certainly "adapting” - often to unskilled, low-paid work, though there is not much of that to go around. The government’s continued implication that musicians and other creative workers - many of whom have trained since childhood for some of the most demanding, competitive and highly skilled work in the economy - are somehow not "viable” is both insulting and ignorant. Underlying Mr Sunak’s remarks was the tired old Tory notion that creative jobs are not "real jobs”, and are undertaken by some fantastical species who are not, in fact, real people. Perhaps the chancellor should ask his family’s music teacher what it’s really like for artists right now - and actually listen to the answer.

Source: The Guardian, available at https://www.theguardian. com/commentisfree/2020/oct/14/the-guardian-view-on-saving-thearts-what-about-the-artists, accessed on October21st, 2020.

The "3 million people in the country qualified for help under the self-employed support scheme” (2nd paragraph) includes the following group of people:
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10

457941200090865
Ano: 2013Banca: CEPERJOrganização: CEDERJDisciplina: Informática BásicaTemas: Atalhos de Teclado | Gerenciador de Arquivos do Windows - Organização de Pastas e Arquivos
No gerenciador de arquivos Windows Explorer para uso em sistema operacional Windows, um usuário seleciona a pasta DOCUMENTOS no disco C: e, nessa pasta, o arquivo CONTRATO170913.DOCX. Para renomear o arquivo selecionado para CONTRATO200913.DOCX, ele deve, após selecionar CONTRATO170913.DOCX, teclar em:
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