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1

457941201532804
Ano: 2010Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Poço Redondo - SEDisciplina: Geografia e História RegionalTemas: História e Geografia de Sergipe
No livro “Poço Redondo – A saga de um povo” de Alcino Alves Costa, publicado pela editora do Diário Oficial, em janeiro de 2009, o autor inicia o capítulo sobre a “quarta eleição – 03 de outubro de 1966” com a seguinte afirmativa: “É muito difícil discorrer sobre a quarta, a sexta e a oitava eleição de Poço Redondo...”

O motivo da afirmação do autor refere-se ao fato de:

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2

457941200288024
Ano: 2010Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Poço Redondo - SEDisciplina: Odontologia ClínicaTemas: Odontologia Restauradora | Restaurações Odontológicas
“A cárie secundária ou recorrente é, na verdade, uma cárie primária localizada na margem de uma restauração.” 

Dos critérios a seguir, NÃO prediz, de forma confiável, a presença de cárie ativa próxima a uma restauração: 
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3

457941201513363
Ano: 2010Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Poço Redondo - SEDisciplina: Sistema Único de Saúde (SUS) e Saúde ColetivaTemas: Princípios e Diretrizes do SUS | Gestão e Planejamento em Saúde Pública
Sobre os objetivos e atribuições do Sistema Único de Saúde (SUS), analise:

I. Fiscalização, de forma punitiva, em busca da realização integrada de atividades preventivas.

II. Identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes de saúde.

III. Formulação de política de saúde destinada a promover nos campos econômico e social, os deveres do Estado.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) alternativa(s):
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4

457941202072433
Ano: 2010Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Poço Redondo - SEDisciplina: Segurança do Trabalho e Normas Regulamentadoras (NRs)Temas: NR 6 - EPI | Normas Regulamentadoras do Trabalho
Os Equipamentos de Proteção Individual – EPI’s devem ser utilizados para garantir a segurança do profissional ao se expor a substâncias químicas, gases tóxicos, riscos de perfuração ou corte e ao calor, prevenindo assim, acidentes de trabalho ou doenças ocupacionais. O Ministério da Saúde, no Manual de Orientações Gerais para Central de Esterilização indica, além de outros EPI’s, o uso de óculos e máscara com filtro químico para o seguinte processo:
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5

457941200406295
Ano: 2010Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Poço Redondo - SEDisciplina: Farmacologia e SaúdeTemas: Farmacologia de Antimicrobianos e Quimioterápicos | Farmacologia Geral
Qual dessas cefalosporinas pode ser classificada como sendo de terceira geração?
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6

457941200032437
Ano: 2010Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Poço Redondo - SEDisciplina: Geografia e História RegionalTemas: História e Geografia de Sergipe
“Localizada no Vale do Rio Jacaré, na encosta de paredões abruptos de formação rochosa de quartzo, que oscila entre 80 a 100 metros de altura, torna-se um espetáculo durante o período de chuvas, devido ao regime do Rio Jacaré ser pluvial. O atrativo tem uma altura de aproximadamente 15 metros de queda d’água, e o lago formado pela água escura tem uma profundidade de 10 metros. A largura chega a 35 metros. É propícia para banho, porém com certo cuidado devido às pedras em volta da cachoeira.” A afirmativa trata-se do seguinte ponto atrativo de Poço Redondo:
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7

457941201923448
Ano: 2010Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Poço Redondo - SEDisciplina: Geografia e História RegionalTemas: História e Geografia de Sergipe
“O município de Poço Redondo, a aproximadamente 185 quilômetros de Aracajú, já pertenceu a ____________.”
Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior:

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8

457941200611487
Ano: 2010Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Poço Redondo - SEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Orações Subordinadas Adverbiais | Sintaxe
Texto associado
Quando a natureza mata

Menina do interior, tive a natureza como presença enorme em torno da casa e por toda a pequena cidade: paisagem, abrigo, fascinação, surpresa, escola de permanência e também de transitoriedade. Mantive um laço estreito com esse universo, e quando posso durmo de janelas e cortinas abertas, para sentir a respiração do mundo. Porém, cedo também aprendi que a mãe natureza pode ser cruel. Granizo perfurando folhas e arrasando a horta, geada castigando flores, raios matando gente. De longe, ouvia falar em terremoto, quando o vasto mundo ainda era distante. Agora que o mundo ficou minúsculo, porque o Haiti arrasado, o Chile destruído e a Europa nevada estão ao alcance do meu dedo no computador ou no controle da televisão, a velha mãe se manifesta em estertores que podem ser apenas normais (o clima da Terra sempre mudou, às vezes radicalmente, antes de virmos povoar este planeta), mas também podem ser rosnados de protesto, “ei, o que estão fazendo comigo essas pequenas cracas que se instalaram sobre minha pele?”.
Mas a natureza não mata apenas com enchentes, deslizamentos, terremotos e tsunamis. Mata pela mão dos humanos, o que pode parecer um fato em escala menor, mas é bem mais preocupante. Homens, mulheres e meninos-bomba quase diariamente se explodem levando consigo dezenas de vidas inocentes: pais de família, mães ou crianças, mulheres fazendo a feira, jovens indo para a escola. Bandidos incendeiam um ônibus com passageiros dentro: dois morrem logo, outros vários curtem em hospitais o grave sofrimento dos queimados. Não tinham nada a ver com a bandidagem, estavam apenas indo para o trabalho, ou vindo dele. Assaltantes explodem bancos em cidades do interior antes tranquilas. Criminosos sequestram casais ou famílias inteiras e os submetem aos maiores vexames e terror. Como está virando costume, a gente agradece por escapar com vida.
Duas mães deixam num barraco imundo cinco crianças, algumas com menos de 6 anos. Sem comida, sem força, sem presença, sem a menor higiene. O policial que as encontra leva duas menorzinhas para casa, onde sua mulher lhes dá banho e comida. As crianças, de tão fracas, mal conseguem se alimentar. O homem chora: tem três filhos pequenos, e há algum tempo perdeu uma filhinha. A maldade humana agride até esse homem que com ela deve ter frequente contato.
A natureza, da qual fazemos parte, mata com muito mais crueldade através de nós do que através do clima ou de movimentos da terra, e de maneira bem mais assustadora: pois nós pensamos enquanto prejudicamos o nosso semelhante.
Temos a intenção de atormentar, torturar, matar, mesmo que em vários casos seja uma consciência em delírio – estamos tão drogados que achamos graça de tudo. Mas somos responsáveis por nos termos drogado.
De modo que, como me dizia um amigo, o ser humano não tem jeito, não. Ou: esse é o nosso jeito, a nossa parte na natureza. De um lado, os cuidadores, que vão de pais e mães até médicos e enfermeiras; do outro lado, os destruidores, que são os bandidos, mas também (que tristeza) eventualmente pais e parentes. E contra eles, tanto ou mais do que contra a natureza não humana, somos impotentes. O que faz a criança diante do abandono materno? Em relação ao pai, tio ou irmão estuprador? O que fazem passageiros de um ônibus, pacíficos e cansados, diante do terror imposto por bandidos? Nada. Migalhas humanas soterradas por maldade e frieza, como num terremoto ou tsunami somos soterrados pela lama, pelos destroços, pelas águas.
Resta filosofar um pouco: de que vale a vida, quanto vale a minha, e como a usamos, se é que pensamos nisso? Pensar pode ser meio chato, e ainda por cima traz alguma inquietação. A natureza poderosa, encantadora e cruel também somos nós: que a gente não fique do lado dos animais assassinos, como a orca, que depois de matar três pessoas continua, como foi anunciado, “fazendo parte do time”, no parque americano.
Antes de usar um adesivo “salve as baleias”, eu quero um adesivo “salve as pessoas, que são parte da natureza”.
(Luft, Lya. Revista VEJA, 17 de março de 2010 – pág. 24)

Observe as orações: “De longe, ouvia falar em terremoto, quando o vasto mundo ainda era distante.” A relação entre elas é de:
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9

457941200317230
Ano: 2010Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Poço Redondo - SEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Semântica Contextual | Pontuação | Análise Textual
Texto associado
A fita métrica do amor

Como se mede uma pessoa? Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento. Ela é enorme pra você quando
fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito, quando olha nos olhos e sorri destravado. É pequena
pra você quando só pensa em si mesmo, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente
no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade.
Uma pessoa é gigante pra você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento,
quando sonha junto. É pequena quando desvia do assunto.
Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de
acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma. Uma pessoa é pequena quando se deixa
reger por comportamentos clichês.
Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer
num espaço de poucas semanas: será ela que mudou ou será que o amor é traiçoeiro nas suas medições? Uma decepção
pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande. Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que
parecia ser ínfimo.
É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. Nosso julgamento
é feito não através de centímetros e metros, mas de ações e reações, de expectativas e frustrações. Uma pessoa é única ao
estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma. O egoísmo unifica os insignificantes.
Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande. É a sua sensibilidade sem tamanho.
(Martha Medeiros)

“...Será ela que mudou ou será que o amor é traiçoeiro nas suas medições?” Neste trecho, o ponto de interrogação ( ? ) foi utilizado para:
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10

457941200040577
Ano: 2010Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Poço Redondo - SEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Pronomes Pessoais do Caso Oblíquo | Morfologia dos Pronomes
Texto associado
Quando a natureza mata

Menina do interior, tive a natureza como presença enorme em torno da casa e por toda a pequena cidade: paisagem, abrigo, fascinação, surpresa, escola de permanência e também de transitoriedade. Mantive um laço estreito com esse universo, e quando posso durmo de janelas e cortinas abertas, para sentir a respiração do mundo. Porém, cedo também aprendi que a mãe natureza pode ser cruel. Granizo perfurando folhas e arrasando a horta, geada castigando flores, raios matando gente. De longe, ouvia falar em terremoto, quando o vasto mundo ainda era distante. Agora que o mundo ficou minúsculo, porque o Haiti arrasado, o Chile destruído e a Europa nevada estão ao alcance do meu dedo no computador ou no controle da televisão, a velha mãe se manifesta em estertores que podem ser apenas normais (o clima da Terra sempre mudou, às vezes radicalmente, antes de virmos povoar este planeta), mas também podem ser rosnados de protesto, “ei, o que estão fazendo comigo essas pequenas cracas que se instalaram sobre minha pele?”.
Mas a natureza não mata apenas com enchentes, deslizamentos, terremotos e tsunamis. Mata pela mão dos humanos, o que pode parecer um fato em escala menor, mas é bem mais preocupante. Homens, mulheres e meninos-bomba quase diariamente se explodem levando consigo dezenas de vidas inocentes: pais de família, mães ou crianças, mulheres fazendo a feira, jovens indo para a escola. Bandidos incendeiam um ônibus com passageiros dentro: dois morrem logo, outros vários curtem em hospitais o grave sofrimento dos queimados. Não tinham nada a ver com a bandidagem, estavam apenas indo para o trabalho, ou vindo dele. Assaltantes explodem bancos em cidades do interior antes tranquilas. Criminosos sequestram casais ou famílias inteiras e os submetem aos maiores vexames e terror. Como está virando costume, a gente agradece por escapar com vida.
Duas mães deixam num barraco imundo cinco crianças, algumas com menos de 6 anos. Sem comida, sem força, sem presença, sem a menor higiene. O policial que as encontra leva duas menorzinhas para casa, onde sua mulher lhes dá banho e comida. As crianças, de tão fracas, mal conseguem se alimentar. O homem chora: tem três filhos pequenos, e há algum tempo perdeu uma filhinha. A maldade humana agride até esse homem que com ela deve ter frequente contato.
A natureza, da qual fazemos parte, mata com muito mais crueldade através de nós do que através do clima ou de movimentos da terra, e de maneira bem mais assustadora: pois nós pensamos enquanto prejudicamos o nosso semelhante.
Temos a intenção de atormentar, torturar, matar, mesmo que em vários casos seja uma consciência em delírio – estamos tão drogados que achamos graça de tudo. Mas somos responsáveis por nos termos drogado.
De modo que, como me dizia um amigo, o ser humano não tem jeito, não. Ou: esse é o nosso jeito, a nossa parte na natureza. De um lado, os cuidadores, que vão de pais e mães até médicos e enfermeiras; do outro lado, os destruidores, que são os bandidos, mas também (que tristeza) eventualmente pais e parentes. E contra eles, tanto ou mais do que contra a natureza não humana, somos impotentes. O que faz a criança diante do abandono materno? Em relação ao pai, tio ou irmão estuprador? O que fazem passageiros de um ônibus, pacíficos e cansados, diante do terror imposto por bandidos? Nada. Migalhas humanas soterradas por maldade e frieza, como num terremoto ou tsunami somos soterrados pela lama, pelos destroços, pelas águas.
Resta filosofar um pouco: de que vale a vida, quanto vale a minha, e como a usamos, se é que pensamos nisso? Pensar pode ser meio chato, e ainda por cima traz alguma inquietação. A natureza poderosa, encantadora e cruel também somos nós: que a gente não fique do lado dos animais assassinos, como a orca, que depois de matar três pessoas continua, como foi anunciado, “fazendo parte do time”, no parque americano.
Antes de usar um adesivo “salve as baleias”, eu quero um adesivo “salve as pessoas, que são parte da natureza”.
(Luft, Lya. Revista VEJA, 17 de março de 2010 – pág. 24)

Quanto à classe gramatical das palavras sublinhadas, tem-se a correspondência correta em:
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