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Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil ultrapassou 2 milhões de casos de dengue e mais de 700 óbitos em decorrência da doença em 2024. Em relação a essa doença, um sinal de alarme para o seu agravamento no indivíduo é
Considerando a perspectiva teórica da Psicogênese da língua escrita (FERREIRO & TEBEROSKY, 1992), a prática pedagógica docente deve oferecer às crianças, em processo de alfabetização, alternativas viáveis que possibilitem a compreensão da função social da língua escrita. Sendo assim, cabe ao professor:
I. restituir à língua escrita seu caráter de objeto social, criando ambientes alfabetizadores;
II. permitir e estimular que as crianças tenham interação com a língua escrita, essencialmente na sala de aula;
III. compreender e aceitar que todas as crianças, na escola, podem produzir e interpretar escritas, seja qual for o seu nível de aprendizagem;
IV. permitir o acesso da criança à escrita do seu nome próprio somente a partir dos 4 anos de idade;
V. supervalorizar a criança, entendendo que, de imediato, compreenderá a relação entre a escrita e a linguagem, bastando que o professor lhe ensine;
VI. não fazer, de imediato, a correção gráfica das palavras e nem correção ortográfica.
São objetivos relacionados à prática pedagógica os itens
São feitas de aço inoxidável e carbureto de tungstênio sintetizado, que possibilitam um corte mais eficiente, reduzindo as vibrações e, consequentemente, as fraturas. Utilizadas, geralmente, para remoção de cáries, para criar o formato de contorno inicial no dente ou para penetrar no teto da câmara pulpar e removê-la.
As características do fragmento do texto acima referem-se
Um servidor público recebe a incumbência de sua chefia imediata para elaborar um documento utilizado
para correspondência interna. Esse documento caracteriza-se por proporcionar comunicação mais ágil
entre colaboradores e unidades de um mesmo órgão. Além disso, pode conter assuntos gerais da
atividade administrativa, inclusive comunicações extensas, e sua tramitação tem, como traço principal, a
simplicidade. Para desenvolver essa tarefa, o servidor deverá elaborar um
O Poder Executivo de Currais Novos, por força do Código Tributário Municipal, poderá conceder redução da Base de Cálculo do IPTU, para fins de atender o Princípio do Mínimo Vital, dos imóveis de moradia própria pertencentes a
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto a seguir.
O que as mulheres querem
Por Natalia Pasternak
Maternidade e carreira são temas de discussão em diversas áreas. Diferentes estudos científicos, analisando como as diferenças de gênero influenciam a vida acadêmica, chegaram a conclusões similares: ter filhos impacta muito mais a carreira científica das mulheres do que dos homens.
Estudos comparando homens com e sem filhos, e mulheres com e sem filhos, mostram que, para os homens, a decisão de ser pai passa quase despercebida em termos de impacto na carreira, enquanto, para as mulheres, traz um excesso de novas obrigações e complicações, incluindo a misoginia implícita que favorece mulheres sem filhos, porque o senso-comum acredita que o comprometimento da cientista com a ciência, uma vez que vira mãe, fica “dividido”.
Pesquisas feitas na pandemia mostraram que a sobrecarga de tarefas domésticas no período de isolamento, e com as crianças em casa, afetou muito mais a produtividade cientifica de mulheres. Há uma pressão social muito maior sobre as mulheres para que sejam responsáveis pela criança e pela casa. Some-se a isso o fato de que, em grande parte das carreiras científicas, os horários de trabalho não são nada convencionais. Trabalhar mais do que 48 horas semanais, e aos fins de semana, é rotina.
Na fantasia meritocrática, o fardo dos filhos deve ser estoicamente suportado por quem escolhe tê-los. Na realidade patriarcal, o fardo recai preferencialmente sobre a mulher. Quando realidade e fantasia se encontram, temos a carreira prejudicada pela maternidade convertida em “fato da vida”: ninguém mandou a mulher gostar mais de bebê do que de ciência.
Já os homens (no estado atual da tecnologia ainda indispensáveis para a reprodução da espécie) têm o privilégio de gostar tanto de bebês quanto de ciência, e não sofrer nada com isso. Não é “fato da vida”. É problema social que pode – e deve – ser resolvido com políticas públicas adequadas. Garantir que as oportunidades de ingresso e progressão de carreira sejam igualitárias deve levar em conta a questão da maternidade, e de como esta escolha “atrapalha”. Afinal, é a existência dos filhos que atrapalha? Ou a falta de estrutura e políticas adequadas?
A fala recente do presidente do CNPq Ricardo Galvão, queixando-se do movimento Parent in Science, que pede ações afirmativas e melhores condições de trabalho e progressão na carreira para mulheres cientistas, e o vazamento, também recente, de um parecer da mesma instituição que imputava a falta de experiência internacional de uma pesquisadora às suas duas gestações, chamaram atenção para o confortável aconchego com que a fantasia meritocrática e a realidade machista convivem ainda na academia brasileira.
Deveríamos pôr esse senso-comum informado por preconceitos de lado e concentrar a atenção em resolver o que realmente “atrapalha”. Falta de creche atrapalha. Falta de sala de amamentação em congresso atrapalha. Falta de licença compartilhada para ambos os genitores atrapalha. Falta de horas adequadas de trabalho para famílias com crianças pequenas atrapalha. Falta de treinamento para entender vieses cognitivos e machismo estrutural atrapalha – e rende pareceres carregados de machismo.
Para que a maternidade pare de “atrapalhar” a carreira das mulheres cientistas, precisamos garantir que estas questões sejam discutidas, e políticas públicas adequadas sejam implementadas. As mulheres não querem confete nem “privilégios”. Querem oportunidades, estrutura e avaliações adequadas à realidade. Querem ter o direito de balancear carreira e família sem que recaia sobre elas toda a responsabilidade de ambas. As mulheres concordam que maternidade “atrapalha”. Mas sabem que a culpa não é dos filhos. É da misoginia.
Disponível em: <https://oglobo.globo.com/blogs/a-hora-da-ciencia/post/2024/02/o-que-as-mulheres-querem.ghtml>. Acesso em: 18 de mar. de 2024. [Adaptado]
Considerando que, em um texto, pode haver um cruzamento de vozes, no sexto parágrafo, identifica-se
A reabilitação urbana é o processo de recuperação e adaptação de áreas urbanas consolidadas, subutilizadas, degradadas ou em processo de degradação, a fim de reintegrá-las à dinâmica urbana. Nesse sentido, o conjunto de ações que promovem essa reabilitação, em um perímetro urbano delimitado, é denominado de
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