I Em Contabilidade, a Despesa é conceituada como o consumo de um bem ou serviço que, direta ou indiretamente, contribui para a geração de receitas; II A Despesa Pública pode ser definida em duas acepções: a) Financeira; b) Econômica; III Despesa Pública Financeira: desembolso de recursos voltados para o custeio da máquina pública, bem como para investimentos públicos que são denominados gastos de capital; IV Despesa Pública Econômica: gasto ou promessa de gasto de recursos em função da realização de serviços que visam atender às finalidades constitucionais do Estado.
Uma empresa comprou, em março de 2012, mercadorias para revenda que totalizaram R$ 40.000,00, e vendeu toda essa aquisição por R$ 70.000,00. Os impostos sobre as vendas totalizaram R$ 18.000,00 e as comissões sobre as vendas foram de 2%. As despesas administrativas totalizaram R$ 5.000,00 e as despesas financeiras totalizaram R$ 1.200,00. Pode-se afirmar que o lucro bruto foi de:
Uma pousada em São Sebastião cobra a diária de R$ 150,00 por apartamento e tem Custo Fixo Anual de R$ 500.000,00 e de Despesas fixas Anuais R$ 40.000,00. O Custo Variável por apartamento/dia é de R$ 80,00 e as Despesas Variáveis por apartamento dia é R$ 25,00. Qual o Ponto de Equilíbrio Contábil em número de diárias?
No balanço patrimonial de uma entidade, encerrado em 31/12/2011, as contas a seguir, apresentavam os seguintes saldos:
Caixa R$ 10.000,00; Bancos – Conta Movimento R$ 20.000,00; Bancos – Aplicação Financeira de curto prazo R$ 30.000,00; Caderneta de Poupança R$ 40.000,00; Imóveis (de uso) R$ 500.000,00; Estoques para Revenda R$ 50.000,00; Imóveis e Terrenos para investimento R$ 600.000,00; Participação em Empresas Controladas R$ 250.000,00 e Participação Permanente no Capital de outras empresas R$ 50.000,00.
No Ativo Não Circulante, o grupo de investimentos é igual a:
Vítimas de bullying, “cabeças de cenoura” dão a volta por cima.
por Marcela Donini
Duas senhoras morenas flanavam nas imediações da Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, numa tarde ensolarada de sábado, quando se depararam com a cena inusitada: um grupo de ruivos sob a sombra de uma árvore. Se já não é usual encontrar um único ruivo pelas ruas da cidade, mais de vinte deles juntos é uma raridade. Intrigadas, perguntaram com ironia se aquilo era alguma manifestação de classe. Obtiveram como resposta que, sim, estava em curso naquele lugar o 2º Encontro de Ruivos da capital gaúcha. [...] O encontro de Porto Alegre podia chamar a atenção dos incautos, mas não era exatamente uma novidade. Desde 2005, a cidade de Breda, na Holanda, reúne milhares de ruivos todos os anos, no primeiro fim de semana de setembro, batizado de Roodharigendag (Dia dos Ruivos). [...] Os ruivos de Porto Alegre não estavam, pois, sozinhos. Faziam parte de uma pequena legião, cada vez mais organizada. Alguns se divertiam com o livro Redheads, do fotógrafo Uwe Dietz, uma coletânea de retratos repletos de peles branquinhas, olhos claros, rostos sardentos e cabeleiras que variam entre alaranjadas e avermelhadas. [...] Num mundo dominado por opressivas cabeleiras pretas, castanhas e loiras, em quase todo lugar não há infância tranquila para quem nasce com o cabelo cor de fogo. Tocha humana, água de salsicha, cabeça de fósforo, crush, lagosta, ferrugem, fofão, foguinho - eis alguns apelidos de que costumam ser vítimas quando crianças. “Na época isso nem se chamava bullying, mas era exatamente o que faziam conosco, os cavalos de fogo, os cabeças de cenoura”, relembrou uma enfermeira que compareceu ao encontro ao lado da irmã gêmea. Um dos rapazes presentes jurou ter catalogado mais de sessenta alcunhas recebidas na infância - mas tratou de esquecê-las após a puberdade. Na Idade Média, crianças ruivas eram vistas como fruto do sexo proibido e tinham parte com o diabo. A Inquisição perseguiu as mulheres ruivas, condenando-as, quando pôde, à fogueira. A julgar pelo prefácio do livro de Uwe Dietz que os gaúchos consumiam, seria tudo culpa de Judas Iscariotes, frequentemente retratado como ruivo. Contraexemplos não faltam: Cristóvão Colombo, Galileu Galilei, Van Gogh e muitos outros.
(http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-65/esquina/ruivos-uni-vos, texto adaptado) Obs: O texto apresenta um título e um subtítulo: “Ruivos, uni-vos” e “Vítimas de bullying, “cabeças de cenoura” dão a volta por cima.
“Duas senhoras morenas flanavam nas imediações da Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, numa tarde ensolarada de sábado, quando se depararam com a cena inusitada: um grupo de ruivos sob a sombra de uma árvore”. É correto afirmar que os termos em destaque têm valor semântico equivalente aos das seguintes palavras, respectivamente:
Vítimas de bullying, “cabeças de cenoura” dão a volta por cima.
por Marcela Donini
Duas senhoras morenas flanavam nas imediações da Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, numa tarde ensolarada de sábado, quando se depararam com a cena inusitada: um grupo de ruivos sob a sombra de uma árvore. Se já não é usual encontrar um único ruivo pelas ruas da cidade, mais de vinte deles juntos é uma raridade. Intrigadas, perguntaram com ironia se aquilo era alguma manifestação de classe. Obtiveram como resposta que, sim, estava em curso naquele lugar o 2º Encontro de Ruivos da capital gaúcha. [...] O encontro de Porto Alegre podia chamar a atenção dos incautos, mas não era exatamente uma novidade. Desde 2005, a cidade de Breda, na Holanda, reúne milhares de ruivos todos os anos, no primeiro fim de semana de setembro, batizado de Roodharigendag (Dia dos Ruivos). [...] Os ruivos de Porto Alegre não estavam, pois, sozinhos. Faziam parte de uma pequena legião, cada vez mais organizada. Alguns se divertiam com o livro Redheads, do fotógrafo Uwe Dietz, uma coletânea de retratos repletos de peles branquinhas, olhos claros, rostos sardentos e cabeleiras que variam entre alaranjadas e avermelhadas. [...] Num mundo dominado por opressivas cabeleiras pretas, castanhas e loiras, em quase todo lugar não há infância tranquila para quem nasce com o cabelo cor de fogo. Tocha humana, água de salsicha, cabeça de fósforo, crush, lagosta, ferrugem, fofão, foguinho - eis alguns apelidos de que costumam ser vítimas quando crianças. “Na época isso nem se chamava bullying, mas era exatamente o que faziam conosco, os cavalos de fogo, os cabeças de cenoura”, relembrou uma enfermeira que compareceu ao encontro ao lado da irmã gêmea. Um dos rapazes presentes jurou ter catalogado mais de sessenta alcunhas recebidas na infância - mas tratou de esquecê-las após a puberdade. Na Idade Média, crianças ruivas eram vistas como fruto do sexo proibido e tinham parte com o diabo. A Inquisição perseguiu as mulheres ruivas, condenando-as, quando pôde, à fogueira. A julgar pelo prefácio do livro de Uwe Dietz que os gaúchos consumiam, seria tudo culpa de Judas Iscariotes, frequentemente retratado como ruivo. Contraexemplos não faltam: Cristóvão Colombo, Galileu Galilei, Van Gogh e muitos outros.
(http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-65/esquina/ruivos-uni-vos, texto adaptado) Obs: O texto apresenta um título e um subtítulo: “Ruivos, uni-vos” e “Vítimas de bullying, “cabeças de cenoura” dão a volta por cima.
“O encontro [...] podia chamar a atenção dos incautos”. A palavra incautos é:
Com as informações a seguir, encontre o Ponto de Equilíbrio Contábil:
Custos e Despesas Fixos totalizam R$ 50.000,00; Custo Variável Unitário R$ 1,50 e Preço de Venda R$ 3,50 (valores livres de tributos). Dentro dos custos está o vallor do aluguel do galpão industrial, que é de R$ 5.000,00.
O dinheiro que Arnaldo, Baldo e Cernaldo possuem, forma ao mesmo tempo uma progressão aritmética e geométrica. Sabendo que somando o dinheiro dos três, eles compram exatamente uma pizza de R$ 30,00 e a que comem proporcionalmente ao quanto contribuíram em dinheiro, podemos dizer que a diferença em quantidade de pizza entre o que comeu mais e o que comeu menos foi igual a: