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457941201951213
Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: SEE-PEDisciplina: FilosofiaTemas: Filosofia Pós-Moderna | O Sujeito na Modernidade | Temas da Filosofia Contemporânea
Texto associado
“Descuidados, zombeteiros, violentos ----- assim nos quer a sabedoria: ela é uma mulher, ela ama somente um guerreiro.”----- Assim falou Zaratustra.
1. O que significam ideais ascéticos? ---- para os artistas, nada, ou coisas demais; para os filósofos e eruditos, algo como instinto e faro para as condições propícias a uma elevada espiritualidade...

Friedrich Nietzsche. Genealogia da moral. (com adaptações)

A partir dos fragmentos de texto precedentes, julgue o item seguinte.


Nietzsche compõe sua Genealogia da moral em três dissertações, cuja terceira consiste na crítica aos ideais ascéticos. 

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2

457941201272399
Ano: 2013Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: SEDUC-CEDisciplina: FilosofiaTemas: Filosofia Pós-Moderna | O Sujeito na Modernidade

Em seu último escrito, Teses sobre o conceito de história (1940), Walter Benjamin propõe um método de análise da história, que, ao contrário do marxismo ortodoxo, não visa estabelecer, por meio da estrutura, as leis que dominam a história, mas antes a percorrer os seus desvios, a interrogar o que, sendo superestrutural, é também marginal, para ver nesses restos desfeitos a força explosiva que pode fazer que a história dê o salto da revolução, aquele salto que a livra dos vínculos de um continuum que tudo nivela, porque progride sem nunca poder salvar. Nessa perspectiva, ele afirma: “Marx diz que as revoluções são locomotivas da história. Talvez seja exatamente o contrário. Talvez as revoluções sejam o cabo do freio de emergência da humanidade que viaja nesse trem”.


Acerca das ideias expressas acima, assinale a opção correta.

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3

457941200346963
Ano: 2023Banca: NC-UFPROrganização: CBM-PRDisciplina: FilosofiaTemas: Filosofia Cultural | Temas da Filosofia Contemporânea | Fundamentos da Filosofia | Consciência e Limites do Conhecimento | O Sujeito na Modernidade | Filosofia Pós-Moderna
“Até pouco tempo atrás, quando queríamos sustentar uma afirmação sem argumentar demais, bastava dizer: ‘É comprovado cientificamente.’ Mas essa tática já não tem mais a mesma eficácia, pois a confiança na ciência está diminuindo. Vivemos hoje um clima de ceticismo generalizado, uma descrença nas instituições que favorece a disseminação de negacionismos, encampados por governos com políticas escancaradamente anticientíficas”.

ROQUE, Tatiana. O negacionismo no poder. Como fazer frente ao ceticismo que atinge a ciência e a política. Revista Piauí, n. 161, fev. 2020.

Considerando os elementos mobilizados no texto de Roque, assinale a alternativa que apresenta uma medida que, se implementada, aumentaria a confiança da população no discurso científico.
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4

457941200728744
Ano: 2025Banca: IF Sul Rio-GrandenseOrganização: IF Sul Rio-GrandenseDisciplina: FilosofiaTemas: Filosofia Pós-Moderna | O Sujeito na Modernidade | Temas da Filosofia Contemporânea

Dentre os ensaios publicados pelo filósofo sul-coreano Byung-Chul Han, destaca-se A Sociedade do Cansaço, obra na qual ele distingue a Sociedade Disciplinar da Sociedade do Cansaço.


Para o autor, a Sociedade Disciplinar e a Sociedade do Cansaço são, respectivamente, representadas pelas seguintes características:

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5

457941200615755
Ano: 2017Banca: UEGOrganização: UEGDisciplina: FilosofiaTemas: Filosofia Pós-Moderna | O Sujeito na Modernidade
Considerando algumas tendências sociológicas e filosóficas no pensamento contemporâneo, observam-se algumas correntes que fazem uma crítica da razão em seus fundamentos, nos seguintes termos:
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6

457941200678989
Ano: 2021Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: SEDUC-ALDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Walter Benjamin: Filosofia Política | Teoria Política | Fundamentos da Filosofia | Filosofia Pós-Moderna

Considerando a relação entre as críticas realizadas pelo teórico Walter Benjamin, da Escola de Teoria Crítica, mais conhecida como Escola de Frankfurt, e a produção artística em tempos de avanço tecnológico, julgue o item a seguir.


Mesmo sendo um crítico da perda de sentido da obra de arte, no processo de reprodutibilidade técnica, Walter Benjamin consegue ser otimista quanto ao uso do cinema, por exemplo, como ferramenta que torna possível profundas transformações sociais por meio do alcance do proletariado. 

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7

457941200545862
Ano: 2021Banca: IBFCOrganização: SEED - RRDisciplina: FilosofiaTemas: Filosofia Pós-Moderna | O Sujeito na Modernidade
Os teóricos defensores do pós-modernismo alegam que os teóricos clássicos inspiraram-se no conceito de que a história sempre nos levará ao progresso, ideia que para eles, está em colapso. Para os pensadores pós-modernistas não existem mais metanarrativas, concepções gerais da história ou da sociedade. A esse respeito, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, fazendo arelação entre elas:

COLUNA I

1. Michel Foucault          4. Ulrich Beck
2. Jean Baudrillard         5. Manuel Castells
3. Jürgen Habermas       6. Anthony Giddens

COLUNA II

( ) Sua perspectiva teórica sobre as mudanças do mundo, que considera estar em descontrole, é cheia de riscos e incertezas. Ainda assim, deve ser identificada a noção de confiança, tanto em relação às instituições, quanto aos indivíduos. Para ele viver em uma era de informação, significa um aumento da reflexividade social e suas implicações para o nosso modo de viver, sempre em reflexão.

( ) Para esse autor a mídia eletrônica destrói a nossa relação com o passado, criando um mundo caótico, vazio. A difusão da comunicação eletrônica e a mídia de massa inverteram o teorema marxista de que as forças econômicas moldam a sociedade. A vida social é influenciada, sobretudo, por sinais e imagens.

( ) Não se considerava um pós-modernista, e com o intuito de mostrar o outro lado das ideias iluministas acerca da liberdade individual, teorizou sobre vigilância e disciplina, apresentando ideias importantes a respeito da ligação existente entre o poder, a ideologia e o discurso em relação aos sistemas organizacionais modernos, que desempenham um papel cada vez maior no controle e monitoramento da população social.

( ) Para ele a sociedade da informação é marcada pelo avanço das redes e de uma economia em rede. Essa nova economia, que também é capitalista, depende das ligações que as comunicações globais possibilitam. Para ele a expansão do capitalismo deixou de se basear primeiramente na classe trabalhadora ou na manufatura de bens materiais. Em vez disso, as telecomunicações e os computadores formam a base de produção.

( ) Quando analisa o capitalismo, esse teórico afirma que precisamos restabelecer nosso controle sobre os processos econômicos que chegam a nos controlar mais do que nós mesmos os controlamos. A ampliação desse controle depende do renascimento do que ele chama de ´esfera pública´, o que é essencialmente a estrutura da democracia, e pode ser renovada por meio da reforma de procedimentos democráticos e do envolvimento mais consistente dos organismos comunitários e dos grupos locais.

( ) Para esse autor, que também não se considera um pós-modernista, por entender que estamos nos deslocando para uma “segunda modernidade”, uma vez que as instituições modernas se tornando globais e a vida cotidiana se libertando da influência da tradição e do costume. Para ele, a velha sociedade industrial está desaparecendo e sendo substituída por uma “sociedade de risco”.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
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8

457941200261199
Ano: 2018Banca: FCCOrganização: Câmara Legislativa do Distrito FederalDisciplina: FilosofiaTemas: Filosofia Pós-Moderna | O Sujeito na Modernidade
Texto associado

A questão refere-se ao texto que segue. 


     No belíssimo ensaio em que trata das representações utópicas no século XVIII, Bronislaw Baczko1 assinala que a vontade de redimir a civilização moderna dos males que a afligem e de erguer uma ‘boa vida’ coletiva está presente nas mais variadas formas do imaginário social, constituindo um marco do ‘espírito do tempo’. A busca de um modelo ideal de convivência humana evidencia-se não só na proliferação de textos redigidos nos moldes tradicionais da literatura utópica, narrando viagens a um país feliz e/ou elaborando projetos para um governo justo, mas, também, na abundância de imagens e ideias para a reforma social em uma imensa quantidade de escritos e documentos pertencentes seja à cultura douta, seja à popular (cf. Baczko, 1979, passim). 

      A esse respeito, lembra o comentador, a bibliografia especializada no assunto registra cerca de 80 relatos de viagens imaginárias, publicados na França entre 1676 e 1789, número que apresenta um crescimento impressionante, chegando a mais de 2 mil textos, se forem consideradas as múltiplas e diferentes projeções utópicas presentes na literatura da época.

      A imagem de homens livres e iguais que vivem fraternalmente em comunhão de bens, sem leis nem governos, representa, em geral, o ideal de sociedade entre as correntes progressistas da época, fascinando inclusive escritores políticos como Voltaire, Montesquieu e Diderot, que nunca defenderam a abolição da propriedade e do Estado, circunscrevendo suas propostas de reforma do poder ao âmbito de um despotismo esclarecido, fiscalizado por uma opinião pública letrada, ou de uma monarquia constitucional inspirada no modelo vigente na Inglaterra após a Revolução Gloriosa2.

     De modo análogo, Charles Rihs3, em seu livro sobre os utopistas do século XVIII, chama a atenção para essas ‘antinomias’, lembrando, por exemplo, o descompasso entre o ideário social elitista de Voltaire e suas observações, feitas ao historiar os costumes, a respeito da felicidade dos povos do Novo Mundo e das tribos africanas que ignoram “o meu e o teu” (cf. Rihs, 1970, p. 14). Na mesma linha, Montesquieu, rígido defensor do ‘espírito das leis’ em sua obra principal, retrata com entusiasmo, nas Cartas persas, a organização social do pequeno reino árabe dos Trogloditas, onde todos trabalham jocosa e espontaneamente pelo bem comum. Além das divagações utópicas suscitadas pela investigação geográfica e histórica de culturas não-europeias, os homens das Luzes empreendem também a aventura filosófica, suspensa entre o real e o imaginário, como o Suplemento à Viagem de Bougainville, de Diderot, ou o Eldorado, em Cândido, de Voltaire, visões de paraísos onde os homens vivem felizes, sem brigas pela riqueza e pelo poder.

(Adaptado de PIOZZI, Patrizia. Os arquitetos da ordem anárquica: de Rousseau a Proudhon e Bakunin. São Paulo: Editora UNESP, 2006, p.73-74) 


Obs.: 1Bronislaw Baczko (1924-2016), filósofo e historiador de ideias polonês


 2Revolução Gloriosa ou Segunda Revolução Inglesa: movimento revolucionário de caráter pacífico, ocorrido na Inglaterra entre os anos de 1688 e 1689, que gerou a troca do absolutismo monárquico pela monarquia parlamentar.


3Charles Rihs, autor de obra sobre os filósofos utopistas. 

Compreende-se corretamente:
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9

457941200145300
Ano: 2018Banca: UECE-CEVOrganização: SEDUC-CEDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Filosofia Pós-Moderna
“É claramente perceptível o período de uma civilização exclusivamente técnica, que perde a conexão entre a teoria e a práxis; está ameaçada pela cisão da consciência e pela divisão dos homens em duas categorias: engenheiros sociais e hóspedes de instituições totais”.

As consequências apresentadas por Habermas quanto à persistência e à extensão do controle tecnoburocrático evidenciam que suas observações estão fundamentadas numa lógica

I. concentrada na operacionalização das políticas públicas.
II. de purificação da contradição entre aparência e essência.
III. dependente da contraposição sujeito e objeto. IV. do ser das coisas a partir do que elas não são.

Estão corretas somente as complementações contidas em
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10

457941201637895
Ano: 2023Banca: IDHTECOrganização: Prefeitura de Condado - PEDisciplina: FilosofiaTemas: Filosofia Pós-Moderna | O Sujeito na Modernidade | Temas da Filosofia Contemporânea
Em Escritos pré-críticos, Kant (2005) ensaia sobre o espaço, possuindo como arcabouço teórico-filosófico cinco pilares centrais acerca do que considera espaço, sobre os quais é INCORRETO afirmar:
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