Ícone Questionei
QuestõesDisciplinasBancasDashboardSimuladosCadernoRaio-XBlog
Logo Questionei

Links Úteis

  • Início
  • Questões
  • Disciplinas
  • Simulados

Legal

  • Termos de Uso
  • Termos de Adesão
  • Política de Privacidade

Disciplinas

  • Matemática
  • Informática
  • Português
  • Raciocínio Lógico
  • Direito Administrativo

Bancas

  • FGV
  • CESPE
  • VUNESP
  • FCC
  • CESGRANRIO

© 2026 Questionei. Todos os direitos reservados.

Feito com ❤️ para educação

Logo Questioneiquestionei.com
  1. Início/
  2. Questões

Questões

Explore as questões disponíveis e prepare-se para seus estudos!

Filtros

Disciplina
Tema
Cargo
Dificuldade
Banca
Ano
Organização

Excluir questões:

Filtrar por:

Seus filtros aparecerão aqui.

10 por página

1

457941201717268
Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: SEE-PEDisciplina: FilosofiaTemas: Filosofia Pós-Moderna | O Sujeito na Modernidade | Temas da Filosofia Contemporânea
Texto associado
        Aqui age um tipo humano que, em face de sua existência, não pode experimentar senão uma mistura de fastio, decepção e compaixão, pois o homem moderno é a representação acabada do rebanho anônimo e uniforme. Nossa sociedade de massas é a comunidade universal dos “últimos homens”: os satisfeitos filisteus utilitaristas, para quem a vida se limita à repetição incessante da monótona rotina dos deveres, a felicidade se identifica com o bem-estar, segurança e conforto; eficácia, conformismo, obediência e adestramento valem como virtudes capitais.

Oswaldo Giacóia Júnior. Para a genealogia da moral / Nietzsche.

Tendo como referência o fragmento de texto precedente, julgue o item subsecutivo.


A ideia de felicidade pensada por Nietzsche vincula-se ao desenvolvimento dos valores morais, principalmente a compaixão.

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

2

457941200692472
Ano: 2021Banca: FAPECOrganização: SAD-MSDisciplina: FilosofiaTemas: Filosofia Pós-Moderna | O Sujeito na Modernidade
Nas primeiras décadas do século XX, as conquistas da modernidade, retificada pela ideologia iluminista, deram para a sociedade ocidental uma complexidade até então nunca vista. As contradições originárias dessa “moderna” sociedade foi também palco de análise da filosofia. Essa análise deveria ser feita tomando por base que o início do século foi marcado por uma guerra de dimensões mundiais e de uma crise capitalista que fomentou o aparecimento de regimes totalitários.

Os estudos filosóficos concluíram que a vida em sociedade não era somente racionalismo e pela consciência: a irracionalidade e o inconsciente eram elementos ativos da natureza humana.

Com uma nova proposta de análise e com soluções para a sociedade moderna foi fundado em Frankfurt, Alemanha, em 1923, o Instituto de Pesquisa Social, conhecido após 1950 como Escola de Frankfurt.

Indique a opção abaixo que está em consonância com o pensamento dos filósofos frankfurtianos
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

3

457941200014136
Ano: 2019Banca: UECE-CEVOrganização: UECEDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Filosofia Pós-Moderna
Atente para o seguinte excerto, em que o autor, discutindo a significação social do filme, identifica a liquidação do valor da tradição e a deteriorização do que chamava de aura, característica das obras de arte do passado:

     “... a técnica reprodutiva desliga o reproduzido do campo da tradição. Ao multiplicar a reprodução, ela substitui sua existência única por uma existência massiva. E, na medida em que ela permite à reprodução ir ao encontro do espectador em sua situação particular, atualiza o reproduzido. Ambos os processos levam a um abalo violento do que é transmitido – um abalo da tradição, que é o outro lado da crise e da renovação atuais da humanidade. Ambos se põem em uma relação íntima com os movimentos de massa de nossos tempos. Seu agente mais poderoso é o cinema”.

BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. L&PM Editores. Edição do Kindle. Paginação irregular. 

Considerando o trecho acima e o que diz Benjamin em seu mais famoso texto, é correto afirmar que

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

4

457941200346963
Ano: 2023Banca: NC-UFPROrganização: CBM-PRDisciplina: FilosofiaTemas: Filosofia Pós-Moderna | O Sujeito na Modernidade | Consciência e Limites do Conhecimento | Fundamentos da Filosofia | Filosofia Cultural | Temas da Filosofia Contemporânea
“Até pouco tempo atrás, quando queríamos sustentar uma afirmação sem argumentar demais, bastava dizer: ‘É comprovado cientificamente.’ Mas essa tática já não tem mais a mesma eficácia, pois a confiança na ciência está diminuindo. Vivemos hoje um clima de ceticismo generalizado, uma descrença nas instituições que favorece a disseminação de negacionismos, encampados por governos com políticas escancaradamente anticientíficas”.

ROQUE, Tatiana. O negacionismo no poder. Como fazer frente ao ceticismo que atinge a ciência e a política. Revista Piauí, n. 161, fev. 2020.

Considerando os elementos mobilizados no texto de Roque, assinale a alternativa que apresenta uma medida que, se implementada, aumentaria a confiança da população no discurso científico.
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

5

457941201555884
Ano: 2013Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: SEDUC-CEDisciplina: FilosofiaTemas: Filosofia Pós-Moderna | O Sujeito na Modernidade
Nietzsche, no ensaio Richard Wagner em Bayreuth (1876), criticou os valores modernos, a hipocrisia e a decadência. Nesse ensaio, Nietzsche propôs uma releitura do mito da caverna de Platão, associando a sociedade moderna à caverna e o artista a um homem superior, que tem acesso à luz e à verdade, livre das amarras da caverna. Com base nas teorias de Nietzsche, é correto afirmar que
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

6

457941200261199
Ano: 2018Banca: FCCOrganização: Câmara Legislativa do Distrito FederalDisciplina: FilosofiaTemas: Filosofia Pós-Moderna | O Sujeito na Modernidade
Texto associado

A questão refere-se ao texto que segue. 


     No belíssimo ensaio em que trata das representações utópicas no século XVIII, Bronislaw Baczko1 assinala que a vontade de redimir a civilização moderna dos males que a afligem e de erguer uma ‘boa vida’ coletiva está presente nas mais variadas formas do imaginário social, constituindo um marco do ‘espírito do tempo’. A busca de um modelo ideal de convivência humana evidencia-se não só na proliferação de textos redigidos nos moldes tradicionais da literatura utópica, narrando viagens a um país feliz e/ou elaborando projetos para um governo justo, mas, também, na abundância de imagens e ideias para a reforma social em uma imensa quantidade de escritos e documentos pertencentes seja à cultura douta, seja à popular (cf. Baczko, 1979, passim). 

      A esse respeito, lembra o comentador, a bibliografia especializada no assunto registra cerca de 80 relatos de viagens imaginárias, publicados na França entre 1676 e 1789, número que apresenta um crescimento impressionante, chegando a mais de 2 mil textos, se forem consideradas as múltiplas e diferentes projeções utópicas presentes na literatura da época.

      A imagem de homens livres e iguais que vivem fraternalmente em comunhão de bens, sem leis nem governos, representa, em geral, o ideal de sociedade entre as correntes progressistas da época, fascinando inclusive escritores políticos como Voltaire, Montesquieu e Diderot, que nunca defenderam a abolição da propriedade e do Estado, circunscrevendo suas propostas de reforma do poder ao âmbito de um despotismo esclarecido, fiscalizado por uma opinião pública letrada, ou de uma monarquia constitucional inspirada no modelo vigente na Inglaterra após a Revolução Gloriosa2.

     De modo análogo, Charles Rihs3, em seu livro sobre os utopistas do século XVIII, chama a atenção para essas ‘antinomias’, lembrando, por exemplo, o descompasso entre o ideário social elitista de Voltaire e suas observações, feitas ao historiar os costumes, a respeito da felicidade dos povos do Novo Mundo e das tribos africanas que ignoram “o meu e o teu” (cf. Rihs, 1970, p. 14). Na mesma linha, Montesquieu, rígido defensor do ‘espírito das leis’ em sua obra principal, retrata com entusiasmo, nas Cartas persas, a organização social do pequeno reino árabe dos Trogloditas, onde todos trabalham jocosa e espontaneamente pelo bem comum. Além das divagações utópicas suscitadas pela investigação geográfica e histórica de culturas não-europeias, os homens das Luzes empreendem também a aventura filosófica, suspensa entre o real e o imaginário, como o Suplemento à Viagem de Bougainville, de Diderot, ou o Eldorado, em Cândido, de Voltaire, visões de paraísos onde os homens vivem felizes, sem brigas pela riqueza e pelo poder.

(Adaptado de PIOZZI, Patrizia. Os arquitetos da ordem anárquica: de Rousseau a Proudhon e Bakunin. São Paulo: Editora UNESP, 2006, p.73-74) 


Obs.: 1Bronislaw Baczko (1924-2016), filósofo e historiador de ideias polonês


 2Revolução Gloriosa ou Segunda Revolução Inglesa: movimento revolucionário de caráter pacífico, ocorrido na Inglaterra entre os anos de 1688 e 1689, que gerou a troca do absolutismo monárquico pela monarquia parlamentar.


3Charles Rihs, autor de obra sobre os filósofos utopistas. 

Compreende-se corretamente:
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

7

457941201200481
Ano: 2021Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: SEDUC-ALDisciplina: FilosofiaTemas: Filosofia Pós-Moderna | O Sujeito na Modernidade | Fundamentos da Filosofia

Frase 1: “Só como fenômeno estético, a existência e o mundo aparecem eternamente justificados.” (Friedrich Nietzsche. O nascimento da tragédia.)

Frase 2: “Temos a arte para não morrer perante a verdade.” (Friedrich Nietzsche. A vontade de poder.)


Tendo por referência as frases 1 e 2 precedentes bem como a obra de Friedrich Nietzsche e suas noções acerca da arte e da vida, julgue o item a seguir.


Assim como autores da Grécia Clássica, Nietzsche defendeu uma mútua identificação entre o belo e o bom, o que pode ser corroborado pela frase 1.

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

8

457941200294214
Ano: 2023Banca: IBFCOrganização: SEED-PRDisciplina: FilosofiaTemas: Filosofia Pós-Moderna | O Sujeito na Modernidade | Temas da Filosofia Contemporânea
Já foi assinalada por diversos comentadores da obra de Camus suas relações com o pensamento de Sören Kierkegaard. Camus, também, foi influenciado pela filosofia existencialista, tornando-se mesmo, uma de suas possíveis vias. Portanto, podemos avaliar a influência do pensador dinamarquês sobre a construção dos personagens camusianos. Estes personagens estão envoltos numa atmosfera melancólica, que resulta da percepção que tinham das contradições e disparates que compõem a existência. São eivados de desespero, o qual Kierkegaard acredita ser a doença mortal do espírito. Considerando-se esses fatos e refletindo sobre a filosofia de Camus e Kierkegaard, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) Segundo Camus e sua reflexão no livro “O mito de Sísifo”, devemos nos comprometer a viver apesar do absurdo da vida.

( ) Camus concorda com Kierkegaard que, uma vez que a existência é absurda e injusta, ninguém deveria depositar qualquer fé em Deus.

( ) Como o existencialista, a pessoa que encarna a liberdade perversa desafia os valores religiosos ou morais agindo de “má-fé”.

( ) Ser louco é ser perversamente livre.

( ) Ser livre para fazer algo pode significar estar livre de restrições que interferem na satisfação de um desejo ou ter a capacidade de alcançar algum fim desejado, ou talvez ambos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

9

457941201272399
Ano: 2013Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: SEDUC-CEDisciplina: FilosofiaTemas: Filosofia Pós-Moderna | O Sujeito na Modernidade

Em seu último escrito, Teses sobre o conceito de história (1940), Walter Benjamin propõe um método de análise da história, que, ao contrário do marxismo ortodoxo, não visa estabelecer, por meio da estrutura, as leis que dominam a história, mas antes a percorrer os seus desvios, a interrogar o que, sendo superestrutural, é também marginal, para ver nesses restos desfeitos a força explosiva que pode fazer que a história dê o salto da revolução, aquele salto que a livra dos vínculos de um continuum que tudo nivela, porque progride sem nunca poder salvar. Nessa perspectiva, ele afirma: “Marx diz que as revoluções são locomotivas da história. Talvez seja exatamente o contrário. Talvez as revoluções sejam o cabo do freio de emergência da humanidade que viaja nesse trem”.


Acerca das ideias expressas acima, assinale a opção correta.

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

10

457941201765852
Ano: 2023Banca: FUNDATECOrganização: IF-RSDisciplina: FilosofiaTemas: Filosofia Pós-Moderna | O Sujeito na Modernidade
O existencialismo é uma corrente filosófica que se desenvolve ao longo do século XX com pensadores como Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir. Duas das obras mais representativas do existencialismo e que são desenvolvidas por esses dois autores são, respectivamente:
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão
Logo Questioneiquestionei.com