Aquele que, até 22 de dezembro de 2016, possuiu como
seu, por cinco anos, ininterruptamente e sem oposição,
até duzentos e cinquenta metros quadrados de imóvel
público situado em área urbana, utilizando-o para sua
moradia ou de sua família, desde que não seja proprietário
ou concessionário, a qualquer título, de outro imóvel
urbano ou rural, tem o direito, em relação ao bem objeto
da posse, à
A Medida Provisória nº
2.220, de 4 de setembro de 2001, dispõe
sobre a concessão do uso especial de que trata o parágrafo 1º
do
Art. 183 da Constituição Federal. Nos termos desse diploma legal,
é correto afirmar que
A Prefeitura de determinado Município do Estado de São
Paulo, em janeiro de 1995, desapropriou um terreno de
1000 m² para a construção de um Hospital. Contudo,
quando do início das obras, verificou-se que o solo estava
contaminado com produtos prejudiciais à saúde, razão
pela qual a obra foi abandonada. No mês de maio do
mesmo ano (1995), 4 (quatro) famílias carentes vindas
de outro Estado, que não possuíam outro imóvel de sua
propriedade, invadiram o terreno e construíram suas moradias
no local, sem qualquer oposição. No ano de 2017,
o novo Prefeito, alertado da situação, pretende promover
a desocupação do terreno.
O Estatuto da Cidade, Lei Federal nº 10.257/2001, estabelece
uma série de instrumentos para o desenvolvimento urbano
sustentável. Um instrumento do Estatuto da Cidade que visa
a regularização fundiária é a
A Municipalidade é proprietária de um terreno de
6000 metros quadrados. No ano de 2010, um grupo de
50 famílias invadiu o terreno e lá construíram suas moradias. No ano de 2019, o Prefeito informou a necessidade
de desocupação do terreno para a construção de uma
nova sede da Prefeitura. Como Procurador do Município,
em razão da legislação vigente, deve-se informar que
Em matéria de proteção urbanística, tutela da posse e tutela do direito à moradia, e em relação à concessão de uso especial e
autorização de uso especial, para fins de moradia, é correto afirmar que