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Existem registros científicos da existência dos escorpiões há mais de 400 milhões de anos. Segundo pesquisas, entre as adaptações que lhes permitiram conquistar o ambiente terrestre, lhes foi muito útil à carapaça de quitina que compõe o seu exoesqueleto e que evita a evaporação excessiva. Atualmente, já estão catalogadas cerca de 1.600 espécies e subespécies distribuídas em 116 gêneros diferentes em todo o mundo. No Brasil, existem cerca de 140 espécies.
No jornal Estado de Minas, de 17 de agosto de 1990, foi publicado o seguinte texto: “Agosto e setembro são os meses em que mais aparecem escorpiões, pois é justamente nesses meses que eles têm seu período de reprodução. O inseto se refugia nos mais diferentes lugares, como amontoados de madeira, pedras, entulhos, fendas na parede ou atrás de móveis. Diariamente, pelo menos uma pessoa picada por escorpião é atendida no Centro de Toxologia do Hospital João XXIII.”
Essa matéria sobre o escorpião incorre em erro ao
"Denominado vulgarmente de tatuí ou tatuíra, o crustáceo Emerita brasiliensis Schmitt, 1935 (Decapoda: Anomura: Hippidae) é um dos principais representantes da macrofauna das praias arenosas do Rio de Janeiro, ocorrendo em densas populações e apresentando elevada produção secundária, principalmente durante a primavera e o verão" Adaptado de Veloso & Cardoso (1999).
Considerando o texto acima e as regras de nomenclatura zoológica, assinale a alternativa que contém a família na qual o tatuí
ou tatuíra é classificado.
Durante uma aula prática, um estudante observou um exemplar animal e relatou as seguintes características morfológicas:
I. cabeça anterior, dotada de um par de antenas e olhos.
II. apêndices articulados, sendo um par por segmento corporal.
III. patas do primeiro segmento corporal modificadas em uma forcípula (aparelho inoculador de peçonha).
IV. sistema circulatório aberto e respiração por traqueias.
O exemplar animal observado é um representante do táxon