Verificando que duas obrigações derivadas de um determinado
contrato já se encontravam vencidas e não haviam sido
cumpridas, o credor ajuizou ação de cobrança, pleiteando a
condenação do devedor a pagar os respectivos valores, com os
consectários da mora.
Regularmente citado, o devedor apresentou contestação em que
negava os fatos constitutivos do direito de crédito afirmado pelo
autor, no tocante a uma das obrigações, tendo silenciado,
contudo, em relação à pretensão de cobrança da outra
obrigação.
Na sequência, o juiz da causa, reputando incontroverso o débito
não impugnado pelo réu em sua peça de bloqueio, proferiu de
imediato decisão em que acolhia o respectivo pedido de
cobrança, embora reconhecendo que se tratava de obrigação
ilíquida. Quanto ao outro pedido formulado na peça exordial, o
órgão judicial determinou o prosseguimento do feito, rumo à fase
da instrução probatória.
É correto afirmar, nesse contexto, que o juiz agiu:
Considere determinada ação cujo objeto é a análise da
legalidade de cláusulas contratuais e o autor cumula o
pedido com indenização por danos materiais em razão
dos prejuízos decorrentes da abusividade das cláusulas
a que se viu submetido. O autor teve gastos que necessariamente dependem de perícia. O réu é citado e, por
sua vez, na contestação tempestivamente apresentada,
declara que realmente a tese da abusividade alegada
pelo autor procede, mas afirma não haver qualquer dano
material a ser indenizado, protestando por provas orais.
Diante dessa situação, sabendo que a réplica já foi apresentada pelo autor, e que este protestou por provas orais
e periciais, o juiz:
A propôs ação de cobrança cumulada com indenização por danos materiais contra B. Alegou que as partes celebraram
um negócio jurídico e o réu deveria pagar a importância de R$ 90.000,00 no prazo de 90 (noventa) dias, mas ele deixou
de adimplir a obrigação. Acrescentou ter deixado de auferir lucro no valor de R$ 5.000,00, porque, diante do
inadimplemento, perdeu um bom negócio que estava em vias de concretizar com C. Citado, o réu, no prazo legal,
ofereceu contestação e somente negou a existência do lucro cessante alegado, porque não seria verídico estar o autor
em negociação com C. Requereu produção de prova oral. As partes, expressamente e em oportunidade pertinente,
informaram que não desejavam a audiência de conciliação ou mediação. Acerca desse caso hipotético, o Juiz deverá
Quanto ao julgamento conforme o estado do processo, previsto no CPC/2015 e o tema da autocomposição de conflitos no âmbito da
administração pública, previsto na Lei 13.140/2015, assinale a alternativa CORRETA: