Melquíades, conhecido escultor em cidade histórica mineira e
famoso por suas criações, portador de deficiência visual grave
que o privou da visão, tornando-o cego, contrata um
conhecido advogado mineiro para a lavratura de seu
testamento. Ditada a sua vontade, o advogado escreve o
testamento de Melquíades, orientando-o corretamente,
segundo prescreve o Código Civil em vigor. Passados alguns
anos, Melquíades decide procurar um Tabelionato de Notas,
conforme se lembra da orientação de seu advogado. José, seu
cuidador, ciente de que sua vizinha houvera feito em cartório
a aprovação do seu testamento cerrado, decide acompanhá-lo
até o cartório para servir de testemunha, juntamente com
Pedro, vizinho de Melquíades. Em cartório, Melquíades,
devidamente acompanhado por duas testemunhas, declara-se
cego e entrega ao tabelião aquele documento e diz, de viva
voz, que aquele é o seu testamento, que quer vê-lo aprovado.
Diante disso, o tabelião
O tabelião escriturou ata notarial do teor de diálogo telefônico — em viva voz — que o gerente da sociedade empresária X travou com o representante da empresa Y sem o conhecimento deste. O documento público foi lavrado a requerimento dos sócios da sociedade X, motivados por supostas exigências ilegais que lhe estavam sendo feitas pela empresa Y.
Com base na situação hipotética acima descrita, assinale a opção correta.
“João, a bordo de navio nacional, acompanhado de Patrícia,
tabeliã de notas, e Pedro, oficial do cartório de títulos e
documentos, diante do surgimento de risco de vida e da
impossibilidade de desembarque em algum porto onde possa
testar na forma ordinária, resolve fazê-lo de forma que
corresponda ao testamento público ou ao cerrado.” Diante do
exposto, compete a lavratura do ato
O Código de Normas da Corregedoria do TJES prevê a existência de diversos livros próprios para o registro de atos notarias, sendo omisso, entretanto, em relação à existência de um livro específico para o registro de;