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457941201902598
Ano: 2022Banca: FGVOrganização: SEAD-APDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Tomismo e Filosofia Medieval
Relacione os pensadores do período medieval listados a seguir com suas respectivas perspectivas filosóficas.

1. Agostinho de Hipona
2. Anselmo da Cantuária
3. Tomás de Aquino
4. Guilherme de Ockham

( ) Dispôs as bases do princípio de economia conceitual segundo o qual uma teoria deve primar pelas formulações mais simples entre as eficazes.

( ) Desenvolveu o chamado “argumento ontológico”, que busca provar a necessária existência de Deus mediante demonstração lógica.

( ) Defendeu a compatibilidade entre a teologia revelada e a teologia natural, revalorizando a investigação racional como via para o conhecimento de Deus.

( ) Deu especial atenção às noções de interioridade e de iluminação natural, prenunciando a doutrina moderna da subjetividade.

Assinale a opção que mostra a relação correta, na ordem apresentada.
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2

457941201079500
Ano: 2022Banca: IADESOrganização: SEDUC-GODisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Tomismo e Filosofia Medieval

Na Summa contra gentiles, falando a propósito das verdades relativas a Deus, Tomás escreve: “há algumas verdades que superam todo poder da razão humana, como, por exemplo, a verdade de que Deus é uno e trino. Outras verdades podem ser pensadas pela razão natural, como, por exemplo, as verdades de que Deus existe, de que Deus é uno, e outras mais”.

-

REALE, G.; ANTISIERI, D. História da filosofia: patrística e escolástica.

Volume 2. Tradução de Ivo Storniolo. São Paulo: Paulus, 2003.

-

Com base no texto e em seus conhecimentos a respeito de Tomás de Aquino, assinale a alternativa correta.

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3

457941201940532
Ano: 2010Banca: UEGOrganização: UEGDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Tomismo e Filosofia Medieval
Depois das sérias e profundas investigações históricas acerca do pensamento medieval, iniciadas no princípio do século XIX, desvaneceram-se muitos dos inumeráveis preconceitos acumulados pela Renascença sobre a era de “obscurantismo” da Idade Média, que apareceu em todo o seu resplendor de sua realidade como uma das épocas de intensa vida intelectual. A prova de que a época medieval não era desprovida de vigor intelectual está no fato de ela ser palco do surgimento
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4

457941201888065
Ano: 2016Banca: Colégio Pedro IIOrganização: Colégio Pedro IIDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Tomismo e Filosofia Medieval

Vemos que as coisas que não têm inteligência, como, por exemplo, os corpos naturais, agem para uma finalidade, o que se mostra pelo fato de sempre ou frequentemente agirem da mesma forma, para conseguirem o máximo, donde se segue que não é por acaso, mas intencionalmente, que atingem seu objetivo. As coisas, entretanto, que não têm inteligência só podem procurar um objetivo dirigidas por alguém que conhece e é inteligente, como a flecha dirigida pelo arqueiro. Logo, existe algum ser inteligente que ordena todas as coisas da natureza para seu correspondente objetivo: a este ser chamamos Deus.

(AQUINO, Tomás de. Suma Teológica (I, Questão 2). In: MARCONDES, Danilo (org.). Textos básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007, p. 71.)

Ao elaborar a quinta via racional da existência de Deus, Tomás de Aquino

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5

457941200932974
Ano: 2021Banca: IF Sul Rio-GrandenseOrganização: IF Sul Rio-GrandenseDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Tomismo e Filosofia Medieval
Desde a Idade Média, as artes liberais compreendem dois grupos de disciplinas: o trivium e o quadrivium. Essa forma de educação servia para preparar o clero e para a educação cortesã.

As disciplinas contidas no quadrivium são:
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6

457941200271353
Ano: 2024Banca: FEPESEOrganização: Prefeitura de Brusque - SCDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Tomismo e Filosofia Medieval
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre a Patrística medieval.


( ) Resultou dos esforços de alguns apóstolos e Padres da Igreja na tentativa de conciliar o pensamento cristão com as ideias filosóficas de pensadores gregos e romanos.

( ) Sua tarefa envolvia a evangelização e a defesa da religião cristã contra os ataques teóricos e morais que recebia dos opositores de outras religiões.

( ) Para impor as ideias cristãs, os Padres da Igreja transformaram as revelações divinas em decretos divinos, irrefutáveis e inquestionáveis, ou seja, em dogmas.

( ) Seus seguidores introduziram temas não discutidos pelos filósofos greco-romanos, entre outros, o pecado original, Deus como trindade una e o juízo final.

( ) Seus representantes mais conhecidos foram, entre outros, Santo Tomás de Aquino, Justino, Orígenes, Eusébio, Santo Ambrósio e Boécio.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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7

457941200056429
Ano: 2021Banca: FEPESEOrganização: Prefeitura de São José - SCDisciplina: FilosofiaTemas: Tomismo e Filosofia Medieval | O Sujeito na Modernidade
A patrística e a escolástica são duas correntes filosóficas, surgidas na Europa medieval, que possuem diferenças importantes, mas um dos elementos comuns entre ambas é o fato de:
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8

457941200312612
Ano: 2024Banca: FUNDATECOrganização: IF-SCDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Tomismo e Filosofia Medieval
O cristianismo influencia de forma determinante as preocupações filosóficas ao longo de toda a Idade Média na Europa; entretanto, a presença da religião cristã já se fazia sentir sobre a filosofia no século II da Era Comum, que viu surgir os chamados apologistas. O mais importante pensador dessa escola filosófica e que problematizou a questão do “lógos”, retomada de Fílon de Alexandria, foi: 
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9

457941201950184
Ano: 2018Banca: CeprosOrganização: CESMACDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Tomismo e Filosofia Medieval
O Período da História da Filosofia que considera a Filosofia como sendo um instrumento para ajudar na compreensão dos dogmas do Cristianismo, chama-se:
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10

457941201616368
Ano: 2018Banca: FUMARCOrganização: SEE-MGDisciplina: FilosofiaTemas: Ontologia e Existência | Tomismo e Filosofia Medieval | Fundamentos da Filosofia | O Sujeito na Modernidade
Leia o seguinte diálogo, entre Adso de Melk e Guilherme de Baskerville, personagens do romance "O nome da rosa", de Umberto Eco, cuja história se passa na Itália no final do ano de 1327.

Adso: "Porém, quando vós lestes as pegadas sobre a neve e nos ramos, ainda não conhecíeis (o cavalo) Brunello. De certo modo, os rastros nos falavam de todos os cavalos, ou pelo menos de todos os cavalos daquela espécie. Não devemos então dizer que o livro da natureza nos fala só por meio de essências, como afirmam admiráveis filósofos?" [...]
Guilherme: "Só então soube que meu raciocínio anterior me levara para perto da verdade. De modo que as ideias, que eu usava antes para figurar-me um cavalo que ainda não tinha visto, eram puros signos, como eram signos da ideia de cavalo as pegadas (que vimos) sobre a neve: e usam-se signos e signos de signos apenas quando nos fazem falta as coisas".
Adso (refletindo sobre o seu mestre Guilherme): "Outras vezes eu o tinha escutado falar com muito ceticismo das ideias universais e com grande respeito das coisas individuais: e depois parece que essa tendência ele a tivesse tanto por ser britânico como por ser franciscano". (ECO, Umberto. O nome da rosa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983. p. 42-43. Adaptado).

O título do livro, “O nome da rosa”, faz referência a um importante debate filosófico ocorrido na Idade Média acerca do valor e da exatidão dos nomes (palavras), principalmente em relação ao conhecimento científico. O diálogo acima entre Adso e Guilherme retrata bem esse debate filosófico, sendo que Adso representa a corrente filosófica chamada de ________ e Guilherme a chamada de _____________.

As duas lacunas do texto são preenchidas corretamente por: 
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