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1

457941201082468
Ano: 2012Banca: CONSESPOrganização: Prefeitura de São José do Rio Preto - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Recursos Estilísticos | Desvios Linguísticos | Análise Textual
Assinale a alternativa em que não se verifica pleonasmo (vicioso ou estilístico).
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2

457941200487576
Ano: 2024Banca: FGVOrganização: Prefeitura de Caraguatatuba - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Dificuldades da Língua Padrão | Análise Textual | Desvios Linguísticos
Um atendente respondeu a um cliente utilizando os seguintes termos, marcados em negrito:


“Então, eu vou procurar o supervisor para resolver o seu problema, tá?”


Termos desse tipo, que devem ser evitados, são conhecidos como sendo
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3

457941200743400
Ano: 2024Banca: SELECONOrganização: Prefeitura de Água Boa - MTDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Desvios Linguísticos
A gramática apresenta uma série de fenômenos denominados “vícios de linguagem”. Um deles diz respeito a infrações às regras de sintaxe. Esse vício denomina-se:
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4

457941201513616
Ano: 2023Banca: FUMARCOrganização: AL-MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual | Desvios Linguísticos
No dicionário de Joaquim Mattoso Camara Jr, encontra-se o seguinte significado de ambiguidade: “Circunstância de uma comunicação linguística se prestar a mais de uma interpretação.” [CAMARA JR. Dicionário de Linguística e Gramática referente à Língua Portuguesa. 28. ed. Petrópolis (RJ): Vozes, 2011]

Faça a associação correta entre as duas colunas, relacionando o tipo de ambiguidade e a sentença que a exemplifica.

1. Ambiguidade pelo uso de pronomes possessivos na terceira pessoa
2. Ambiguidade relacionada ao uso de formas nominais
3. Ambiguidade entre pronome relativo e conjunção integrante.
4. Ambiguidade pela colocação inadequada de sintagmas.

a) Assistente social nega que menor fugiu de sua casa.
b) A mãe cansada saiu apressada do trabalho.
c) Rita avisou a Clarice que estava terminando o trabalho.
d) O garoto mal-humorado resmungou durante o treino.

A associação CORRETA entre números e letras é:
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5

457941201858434
Ano: 2016Banca: Instituto Coelho NetoOrganização: Prefeitura de Santo Amaro do Maranhão - MADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Desvios Linguísticos

Em: “Estou morando na terra da garoa.”, a figura de linguagem existente na frase é:

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6

457941200061558
Ano: 2022Banca: IVINOrganização: Prefeitura de Estreito - MADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Desvios Linguísticos | Análise Textual
Texto associado

PARÁBOLA DO HOMEM RICO

-

Todos são poetas à sua maneira, mas é bem possível que, se todos o fossem realmente, não houvesse mais lugar para a poesia. Porque a poesia é a amante espiritual dos homens, aquela com quem eles traem a rotina do cotidiano. A poesia restituilhes o que a vida prática lhes subtrai: a capacidade de sonhar. O desgaste físico e moral imposto pelo exercício das profissões, em que o ser humano deve despersonalizar-se ao máximo para atingir um índice ideal de eficiência - eis a grande arma da poesia. Depois que o banqueiro passa o dia manipulando o jogo de interesses do seu banco, vem a poesia e, na forma de um beijo de mulher, diz-lhe que o amor é menos convencional que o dinheiro. Ou o bancário, que passa o dia depositando e calculando o dinheiro alheio, ao ver chegar a depositária grã-fina, linda e sofisticada, sonha em tornar-se um dia banqueiro. E fazendo-o, invade o campo da poesia. Pois tudo é fantasia. Cada ação provoca um sonho que lhe é imediatamente contrário. Tal é a dinâmica da vida, e sem ela a poesia não teria vez.

Isso me faz lembrar certa noite em Paris, num jantar com meus amigos Marie-Paule e Jean-Georges Rueff, em companhia de um grande comerciante francês, um homem super-rico, dono de um dos maiores supermercados da França, superviajado, superlindo e casado com uma mulher superlinda. Nós nos havíamos conhecido alguns anos antes, em Estrasburgo, onde ele e os Rueff então moravam, e um pilequinho em comum nos havia aproximado, depois de um papo de coração aberto que nos levou até a madrugada. O assunto agora era o mesmo, a poesia, e o nosso prezado homem rico, depois de discutirmos um pouco a extraordinária vida desse jovem gênio que foi o poeta Jean-Arthur Rimbaud, fez-nos ver que não há casamento possível entre o Grande Lírico e o Grande Empresário: ou se é uma coisa, ou se é outra. O verdadeiro homem de empresa ao mesmo tempo inveja e despreza o poeta, uma vez que não se pode preocupar além dos limites com as palavras da poesia. Elas são, para ele, o reverso da medalha: o ouro impalpável. E como as mulheres - dizia-me ele ao lado da sua - são seres devorados de lirismo, sobretudo no amor, o capitalista tinha que pagar seu preço ao artista: e esse preço, via de regra, era a própria mulher.

- Elas ficam conosco porque nós representamos poder aquisitivo, podemos dar-lhes as coisas de que necessitam para ficarem mais sedutoras, terem mais disponibilidade para cuidar da própria beleza. Mas essa beleza, elas a entregam a vocês, os artistas. No fundo, as mulheres nos odeiam. O que não impede que vocês sejam todos gigolôs do capitalismo. [...]

-

(Adaptado: Vinicius de Moraes. Rio de Janeiro, Jornal do Brasil, 31/12/1969).

Indique uma passagem do texto que alude paradoxalmente ao comportamento do homem de empresa:

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7

457941201790621
Ano: 2024Banca: Gama ConsultOrganização: Prefeitura de Conceição dos Ouros - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Desvios Linguísticos
Texto associado
MAIS RESPEITO AOS DEFICIENTES


Reconhecer direitos é mais do que obrigação; garanti-los em lei, uma primeira providência; colocá-los ao alcance de todos, sim, a única forma de limpar o nobre discurso politicamente correto da infestação demagógica. O Brasil muitas vezes se esmera em aprovar avançada legislação, mas peca por não as transformar em realidade. É o caso das proteções às pessoas com deficiência. Leis determinam que espaços públicos e privados, bem como equipamentos urbanísticos, sejam ajustados de modo a permitir a comunicação e a locomoção de cidadãos com problemas auditivos, locomotores e visuais. Contudo, nem a capital da República cuidou de afastar os obstáculos que infernizam a vida de 45,6 milhões de brasileiros, o equivalente a quase um quarto da população (23,91%).

O fato é que as dificuldades cotidianas dos deficientes se banalizaram no país. Nem se fala da falta de rampas (ou da exagerada inclinação com que costumam ser construídas), mas das calçadas esburacadas ou recheadas de obstáculos — quando existentes, pois, não raro, cadeirantes têm que se arriscar entre os carros ou percorrer solos não pavimentados. Guias para cegos são outra raridade. Nos cruzamentos de vias, semáforos quase nunca emitem sinais sonoros. No transporte público — por si, ineficiente —, a diferença de nível entre o chão e o piso dos veículos é obstáculo intransponível. Banheiros estreitos e espaços apertados, que não dão passagem ou permitem manobrar cadeiras, são outros exemplos corriqueiros, ilustrativos do que se vê todos os dias Brasil afora.

O que dizer, então, quando a capital federal sedia a Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, organizada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, e participantes encontram tantos problemas pela frente que terminam por registrar ocorrência em delegacia de polícia? O vexame não pode se repetir. Brasília é Patrimônio da Humanidade, considerada a melhor cidade do país em qualidade de vida, desempenho econômico e desenvolvimento social, e candidata ao título de uma das sete mais belas do planeta. Tanta honra perderá o brilho caso não possa orgulhar-se também de ser inclusiva. E essa não é responsabilidade apenas do governo. A iniciativa privada está igualmente obrigada a corrigir deficiências — inclusive para atender as exigências legais.

Dar consequência às políticas públicas, sim, é dever do Estado. Portanto, a fiscalização cabe aos governantes nos três níveis da administração. Deles deve-se cobrar a igualdade de direitos garantida pela Constituição. Deles deve-se exigir o fim das barreiras ao ir e vir. Nesse sentido, antes mesmo de ser aberta, a 3ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que termina hoje, começou a cumprir o papel de dar maior visibilidade aos problemas diários que vive no país uma população do tamanho da espanhola. É que parte de seus 980 delegados passou por apuros desde a chegada a Brasília. Alguns até tiveram de fazer peregrinações por hotéis, à procura de hospedagem apropriada. Nunca é demais lembrar: o Rio de Janeiro sediará as Olimpíadas e, portanto, as Paraolimpíadas, em 2016. Que o vexame não se amplie.
Em “Conseguiu falar com o cara?” temos o seguinte vício de linguagem: 
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8

457941201509877
Ano: 2015Banca: OBJETIVAOrganização: Prefeitura de Carlos Barbosa - RSDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Desvios Linguísticos
Texto associado
    Como qualquer obra de ficção científica, o filme “Interestelar" pode despertar três tipos de sentimento, todos eles embalados pelos estonteantes efeitos visuais que lhe renderam o Oscar do ano nessa categoria. Os aficionados do gênero provavelmente ficarão encantados com as extrapolações de nossa realidade, representadas pela viagem intergaláctica, travessia de um buraco de minhoca para outra dimensão e navegação na borda de um buraco negro. Os não aficionados que desconhecem a ciência que está por trás do filme poderão considerá-lo um “filme muito mentiroso".

    O terceiro sentimento, geralmente de quem conhece a ciência que motivou o filme, é o de tentar analisar a correspondência entre a ficção roteirizada no filme e os conceitos científicos que a norteiam. E, nesse sentido, “Interestelar" é um exemplo notável. Nem poderia ser diferente. O filme teve a consultoria científica do renomado físico-teórico Kip Thorne, o que faz da obra de Christopher Nolan uma bela oportunidade para discutir diversos aspectos das teorias da relatividade, restrita e geral. Existem exageros no roteiro que alguns poderão classificar como erros científicos, mas são necessários para dar ritmo e graça à narrativa.

      É bom lembrar, por exemplo, que o efeito estilingue na ergosfera (região mais exterior) do buraco negro mostrado no filme, e que alguns podem considerar um exagero, foi sugerido por Roger Penrose, renomado físico-matemático britânico e colaborador do também físico britânico Stephen Hawking, um dos mais famosos cientistas da atualidade.

      Se, ao entrar na ergosfera de um buraco negro em rotação (caso do Gargantua, de “Interestelar"), um objeto for dividido em dois, uma parte poderá ser sugada pelo buraco negro e a outra será ejetada para fora com energia maior do que a que entrou.


                                                                                     http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/... - adaptado.

Em relação aos vícios de linguagem e seus respectivos exemplos, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:


(1) Barbarismo.

(2) Solecismo.

(3) Cacofonia.


( ) Eu assisti o filme em casa.

( ) Solicitei à cliente sua rúbrica.

( ) Uma mão lava a outra.

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9

457941200204944
Ano: 2019Banca: IF-PIOrganização: IF-PIDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Desvios Linguísticos

Leia o poema A chuva, de H. Dobai, e responda à questão a seguir.


A chuva


A chuva cata segredos

nas folhas vivas da tarde.

O leve passar do vento,

o lento passar do tempo

nas folhas vivas da tarde.

E a chuva a chuva,

as águas doces da chuva,

no lento apodrecer

das folhas mortas da tarde

vão despertando os segredos da vida.


(H. Dobai)


Disponível em: https://www.geleiatotal.com.br/2018/12/24/ a-chuva-de-h-dobal/. Acesso em: 10 jul. 2019.



No primeiro verso do poema, está presente a seguinte figura de linguagem:

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10

457941200586723
Ano: 2022Banca: AMEOSCOrganização: Prefeitura de Guaraciaba - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Desvios Linguísticos
Vícios de linguagem são todas as expressões ou construções que alteram a norma padrão ou norma culta. Geralmente, elas são provocadas por descuido ou por falta de conhecimento das regras por parte do falante.


Entre, os vícios de linguagem está o SOLECISMO que ocorre quando:
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