O magistrado deve buscar nas provas a verdade dos fatos,
com objetividade e fundamento, mantendo, ao longo de todo o
processo, uma distância equivalente das partes.
Assinale a opção que apresenta o princípio previsto no Código de
Ética da Magistratura Nacional relacionado à afirmação apresentada
anteriormente.
A juíza Joana, que acabou de se tornar vitalícia, foi convidada
por veículo de imprensa para dar uma entrevista sobre
determinado caso. Preocupada com as cautelas que deve adotar,
Joana verificou que, de acordo com o Código de Ética da
Magistratura Nacional, editado pelo Conselho Nacional de Justiça,
deve
Com base no Código de Ética da Magistratura Nacional, assinale
a opção que indica o princípio segundo o qual o magistrado deve
adotar comportamento e decisão que sejam resultado de juízo
justificado racionalmente, após meditar e valorar os argumentos
e contra-argumentos disponíveis, à luz do direito aplicável.
Considerando as disposições do Código de Ética da Magistratura, as disposições da Lei Orgânica da Magistratura Nacional e a Constituição da República de 1988, em relação à conduta dos magistrados, é correto afirmar que:
Cada item apresenta uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada à luz do Código de Ética dos servidores do STF.
Caio, detentor de cargo efetivo na alta administração do STF, é acionista de 10% de determinada sociedade empresária. Nessa situação, a referida sociedade empresária estará impedida eticamente de negociar com o poder público enquanto Caio ocupar cargo naquela Corte.
Considere os trechos abaixo quanto ao regime jurídico dos deveres éticos da
magistratura:
TRECHO 1: “Em seguida, o defensor proferiu suas razões. Fez uma panorâmica,
enfatizando como a ré tinha sido atraída para a depravação por um homem, que
continuou sem punição, ao passo que coube a ela arcar com todo o peso da sua
desgraça, fazendo, inclusive, uma excursão no domínio da psicologia. Também
discorreu sobre a crueldade dos homens e o desamparo das mulheres. O [juiz],
então, sugeriu que se detivesse aos fatos.”
TRECHO 2: “Rabelais escreveu que um jurista a quem procuraram para fazer um
julgamento, depois de citar todas as leis possíveis e após a leitura de vinte páginas
num latim jurídico absurdo, propôs aos litigantes tirar a sorte nos dados: par ou
ímpar. Se fosse par, a razão estaria com o autor, se fosse ímpar, a razão estaria
com o réu.”
TRECHO 3: “— O engano reside justamente em estarmos acostumados a pensar
que os promotores, os funcionários da magistratura em geral, são pessoas jovens e
liberais. Foram assim, algum dia, mas agora o caso é muito diferente. Trata-se de
funcionários, preocupados apenas com o dia do pagamento. Ganham ordenados,
precisam ganhar mais e a isso se limitam todos os seus princípios. Vão acusar,
julgar e sentenciar o que o senhor quiser.”
TRECHO 4: “— Mas se tudo depende do arbítrio do promotor e das pessoas que
tem o poder de aplicar ou não aplicar a lei, para que existe tribunal?
O advogado soltou uma divertida gargalhada.
— Mas que perguntas o senhor me faz! Ora, meu amigo, isto é filosofia. Mas, tudo
bem, podemos conversar sobre isso. Escute, venha me visitar no sábado. Em
minha casa, encontrará sábios, literatos, pintores. Então conversaremos sobre
questões gerais – disse o advogado, que pronunciou as palavras “questões gerais”
com uma ênfase irônica. (...)”.