Na hora de escrever uma notícia, o jornalista não deve perder de vista o universo vocabular do público a que se destina. Essa é uma regra básica, contida em praticamente todos os manuais de redação. Recomenda- se ainda que não se escreva aquilo que não se diria. Podemos afirmar também a respeito da forma de se produzir uma notícia que
O Manual de Redação e Estilo, do jornal O Estado
de S. Paulo, recomenda que os seus jornalistas evitem
“o uso de muletas nos títulos....como recurso para ganhar
alguns sinais” para preencher os espaços gráficos a eles
destinados. Assinale a alternativa de título que foi construído com “muleta”:
Cada emissora de televisão pretende transmitir ao telespectador um estilo próprio de apresentar a notícia. Entretanto, todas as notícias têm alguns princípios básicos
comuns para a redação de um telejornal. Entre esses
princípios, é correto afirmar que na construção das notícias procuram-se usar
Um bom atendimento e pautado pelo tratamento profissional dado ao cliente. A linguagem empregada deve ser adequada, com um vocabulário simples e claro.
A esse respeito, leia o fragmento a seguir.
"Evite as expressões que transmitam ______ , o tratamento ______ , os diminutivos, os gerundios, as expressões ______ e as ______ ."
Assinale a opção que completa corretamente o fragmento acima.
A obra de Emanuel Araújo A construção do livro é considerada a
grande referência no campo da produção editorial publicada no
Brasil.
Segundo esse autor canônico, a preparação de originais exige que
o editor tenha atenção especial com um conjunto de fatores para
que o texto final apresente principalmente:
O texto jornalístico possui alguns princípios universais que guiam a redação e a veiculação das notícias. Entretanto, cada mídia requer técnicas particulares, que conduzem a linguagens específicas. Acerca das técnicas de redação do texto jornalístico, da sua linguagem e adequação, julgue os itens subsecutivos.
Quando o sujeito é o mais importante no lide, o texto deve seguir a ordem direta, como no seguinte exemplo: Duzentos mil hectares de matas foram queimados por fazendeiros do Pará que pretendem criar gado na margem direita do rio Araguaia.