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A releitura de obras de arte não é um recurso importante para a leitura emocional e psicológica da criança ou do adolescente.
Piaget divide o desenho infantil em seis fases: garatuja desordenada; garatuja ordenada; pré-esquematismo; esquematismo; realismo; e pseudonaturalismo.
A utilização das cores é de fundamental importância para o estudo e a compreensão da esfera psicológica e emocional da criança.
Para Piaget, a criança desenha mais o que sabe do que o que realmente consegue ver. Ao desenhar, ela elabora conceitualmente objetos e eventos.
Há uma expectativa de que as atividades de artes no ensino fundamental contribuam para o desenvolvimento de competências de sensibilidade e de cognição.
O sentido estético nunca foi reconhecido na produção dos desenhos ou das pinturas das crianças.
O desenvolvimento gráfico infantil passou a distinguir-se pelas diferentes etapas do desenvolvimento e foi inserido no tratamento emocional e psicanalítico, com a influência de Rousseau.
Segundo Ana Mae, a capacidade de interpretação, criatividade e imaginação e os aspectos afetivos e emocionais, além da própria inteligência racional e das habilidades motoras, podem ser desenvolvidos pela arte.
O fazer artístico, principalmente para o ensino fundamental, mostra-se como um importante recurso para a consolidação do conhecimento, constituindo um dos pilares da metodologia triangular.
A educação em arte propicia o desenvolvimento do pensamento artístico e não crítico e da percepção estética, que caracterizam um modo próprio de ordenar e dar sentido à experiência humana. O aluno desenvolve sua sensibilidade, sua percepção e sua imaginação, tanto ao realizar formas artísticas quanto na ação de apreciar e conhecer obras de arte.