///
Explore grátis as questões de concursos e chegue mais preparado nas provas.
82 questões encontradas
No que diz respeito aos formatos de arquivos, existem diversos criados para emprego em imagens e figuras, particularmente para uso em sites da internet. Por outro lado, outro formato foi criado pela Adobe proporcionando uma maneira fácil e confiável de apresentar e compartilhar documentos em qualquer software, hardware ou sistema operacional usado pela pessoa que exibe o documento, sendo atualmente um padrão aberto mantido pela International Organization of Standardization (ISO). Esse arquivo pode conter links, botões, campos de formulário, áudio, vídeo e lógica de negócios, podendo ser assinado eletronicamente e exibido no Windows ou no MacOS, usando o software Adobe Acrobat Reader.
Duas extensões, uma de cada um desses formatos, são, respectivamente:
Criptografia é definida como a conversão de dados de um formato legível em um formato codificado. Os dados criptografados só podem ser lidos ou processados depois de serem descriptografados. Entre os tipos de criptografia, um emprega duas chaves diferentes, uma pública e uma privada, que são vinculadas matematicamente. Essencialmente, as chaves são apenas grandes números que são emparelhados um ao outro, mas não são idênticos. A chave privada é mantida em segredo pelo usuário, e a chave pública também é compartilhada entre destinatários autorizados ou disponibilizada ao público em geral.
Esse tipo representa um método conhecido como criptografia:
No que se relaciona aos pilares da segurança da informação, um deles garante que os dados sejam corretos, autênticos e confiáveis, ou seja, assegura que os dados não foram adulterados e, portanto, podem ser confiáveis. Os dados devem ser protegidos enquanto estão em uso, em trânsito e quando são armazenados, independentemente de residirem em um laptop, dispositivo de armazenamento, data center ou na nuvem. Esse pilar pode ser preservado por meio de criptografia, hashing, assinatura digital, certificado digital, sistemas de detecção de intrusão, auditoria, controle de versão, autenticação e controles de acesso.
Esse pilar é conhecido como:
Atualmente, a computação em nuvem é a solução ideal para qualquer pessoa que queira uma infraestrutura flexível e ágil para seus negócios. Computação em nuvem se refere ao fornecimento sob demanda de recursos de TI através da Internet. Em vez de usar softwares ou hardwares que estão instalados localmente, usa-se tecnologia hospedada em um banco de dados remoto. Entre os tipos disponíveis, um é baseado em contêineres como um serviço, ajudando os usuários a implantar e gerenciar aplicativos usando um modelo de abstração baseado em contêineres. Os contêineres facilitam o desenvolvimento e a implantação de aplicativos baseados na nuvem, ao mesmo tempo em que maximizam a escalabilidade e flexibilidade.
Esse tipo de computação em nuvem é conhecido pela sigla:
Diferentes tipos de firewall incorporam diversos métodos de filtragem, sendo um dos tipos conhecidos como firewall de nível de aplicativo - camada 7, que são únicos no que se refere à leitura e à filtragem de protocolos de aplicativos. Eles combinam inspeção em nível de aplicativo, ou "inspeção profunda de pacotes (DPI)" e inspeção com estado. Esse tipo de firewall é tão parecido com uma barreira física real quanto possível. Diferentemente de outros modelos, ele atua como dois hosts adicionais entre redes externas e computadores host internos, com um como representante para cada rede. Nesse esquema, a filtragem se baseia em dados de nível de aplicativo, em vez de apenas endereços IP, portas e protocolos básicos de pacotes (UDP, ICMP), como ocorre em firewalls baseados em pacotes. A leitura e a compreensão de FTP, HTTP, DNS e outros protocolos permitem a investigação mais aprofundada e a filtragem cruzada de muitas características de dados diferentes.
Esse tipo é denominado firewall de:
No que se refere ao funcionamento e à gerência de processos nos sistemas operacionais, há recursos ajustados ao uso de um processo por vez, como impressoras e entradas nas tabelas internas do sistema. No caso de dois ou mais buscarem utilizar simultaneamente a mesma impressora, haverá um impasse. Como consequência, todos os S. O. devem ter a capacidade de garantir o acesso exclusivo de um processo a certos recursos, mesmo que seja temporariamente. Exemplificando, há casos em que um processo não necessita apenas de acesso exclusivo a somente um recurso, mas, sim, a vários. Nesse sentido, dois processos desejam gravar, em blu-ray player, um documento obtido pelo scanner. O processo P1 está usando o scanner, enquanto o processo P2, que é programado diferentemente, está usando a unidade de blu-ray. Assim, o processo P1 pede para usar o gravador de blu-ray, mas a solicitação é negada até que o processo P2 o libere. Nessa situação, ao invés de liberar o gravador de blu-ray, o processo P2 pede para usar o scanner. Nesse momento, ambos os processos ficam bloqueados e assim permanecerão.
Essa situação é denominada:
Atualmente, os microcomputadores e notebooks têm utilizado um dispositivo de armazenamento de dados em suas configurações que pode operar tanto na entrada como na saída, além de substituir o disco rígido, pelas vantagens que apresenta. É um componente eletrônico que não possui partes móveis, oferece velocidade de leitura e gravação mais rápidas, consome menos energia, gera menos calor, é mais resistente a choques, além de possuir um custo-benefício muito bom.
Esse dispositivo é conhecido pela sigla:
De acordo com a Lei n.º 9.784/1999, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, a unidade de atuação integrante da estrutura da Administração direta e da estrutura da Administração indireta recebe a seguinte denominação:
A nova Lei de Licitações introduziu uma modalidade no seio das contratações públicas, tratando-se de procedimento que privilegia a transparência, a celebração de acordos e a equidade entre particulares e Administração. É um tipo de licitação que pré-seleciona alguns licitantes, mediante critérios objetivos e abre discussões entre eles, com o intuito de desenvolver uma ou mais alternativas capazes de atender às necessidades públicas, devendo os licitantes apresentarem proposta final após esse período de conversas. Na prática, essa modalidade é aberta com uma fase de pré-seleção dos interessados, seguido de um intervalo de discussões para que os licitantes identifiquem a melhor solução para a necessidade pública. Por fim, faz-se a fase competitiva, na qual a Administração seleciona a solução mais vantajosa e especifica os critérios para seleção do vencedor.
Essa modalidade de licitação é denominada:
A Lei de Licitações e Contratos Administrativos - Lei n.º 14.133, de 1º de abril de 2021, estabelece normas gerais de licitação e contratação para as Administrações Públicas diretas, autárquicas e fundacionais da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. De acordo com essa Lei, contratos administrativos são ajustes de vontades realizados entre particulares, que são pessoas físicas ou pessoas jurídicas, e a administração pública com cláusulas específicas exigidas por essa Lei que, por sua vez, também disciplina sobre os procedimentos licitatórios. Entre os tipos de contratos administrativos, há uma modalidade realizada em situações em que o poder público deseja fazer a aquisição de bens móveis, tanto de pessoas físicas como jurídicas. São contratos que têm como objetivo determinar e garantir que a compra dos bens seja remunerada e que a entrega tenha como opção ser tanto parcelada como feita em uma única vez. Por conta disso, esse tipo de modalidade de contrato normalmente é usado para compra de produtos industrializados, materiais e alguns tipos de gêneros alimentícios, assim como bens necessários para obras ou serviços realizados para a administração pública.
Essa modalidade é conhecida como contrato administrativo de: