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394 questões encontradas
A junção do hepatocolédoco com o ducto pancreático principal, na maioria das vezes, acontece
A colangiopancreatografia retrógada endoscópica (CPRE) tem sido cada vez mais usada no contexto das doenças hepáticas, biliares e pancreáticas. Dentre suas complicações, identifique aquela que ocorre com mais frequência.
Um homem de 28 anos, recém-diagnosticado com HIV, é encaminhado ao serviço de infectologia do Hospital Oswaldo Cruz para avaliação. Ele relata ter sido diagnosticado após um episódio de linfadenopatia persistente, mas está assintomático no momento. A contagem de CD4 está em 180 células/mm³, e a carga viral é de 100.000 cópias/mL. O paciente nega uso de medicamentos prévios e informa estar em preparo para iniciar terapia antirretroviral (TARV) nas próximas semanas. Ele deseja entender melhor as medidas de profilaxia para infecções oportunistas, principalmente considerando seu quadro clínico e status imunológico. Qual a conduta CORRETA em relação à profilaxia para Pneumocystis jirovecii?
Em relação à cefaleia, é INCORRETO afirmar que
Em relação ao manejo farmacológico de pacientes com MASH (esteato-hepatite metabólica) e fibrose hepática avançada, todas as alternativas abaixo estão corretas, EXCETO:
Uma mulher de 68 anos, com histórico de depressão e hipertensão controlada, é admitida no hospital após três dias de confusão mental leve e episódios de tontura. Ela relata o uso recente de escitalopram, iniciado há 6 semanas. No exame físico, apresenta-se levemente desorientada, com pressão arterial de 120/80 mmHg, sem sinais de sobrecarga de volume.
Exames laboratoriais:
| Sódio sérico: 124 mEq/L (referência: 135-145 mEq/L) |
| Osmolaridade sérica: 270 mOsm/kg (referência: 275-295 mOsm/kg) |
| Osmolaridade urinária: 500 mOsm/kg |
| Sódio urinário: 40 mEq/L |
| Função renal (creatinina): 0,9 mg/dL |
| Função hepática e tireoidiana normais |
Diante desse quadro, qual é a conduta mais adequada?
Caso clínico: Uma paciente de 36 anos chega ao serviço de urgência com queixas de petéquias generalizadas e episódios de epistaxe espontânea nas últimas 48 horas. Ela relata histórico de PTI diagnosticado na adolescência, mas estava assintomática até o momento, sem tratamento contínuo. Exames laboratoriais mostram plaquetas de 15.000/mm³, com hemoglobina e leucócitos normais, TP e TTPa normais, e ausência de outras anormalidades na análise do sangue periférico. Ela nega uso de medicamentos, infecções recentes ou história familiar de distúrbios hemorrágicos.
Qual seria a próxima etapa de manejo mais adequada?
Uma mulher de 65 anos apresenta parada cardíaca com um traçado de assistolia no monitor. Foram realizadas compressões torácicas e uma dose inicial de epinefrina foi administrada. Qual deve ser o próximo passo na condução da reanimação de acordo com o ACLS 2024?