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Sobre doutrinas que moldaram e definiram a teologia cristã ao longo da história, assinale a alternativa CORRETA.
A mitologia grega, em muitas de suas narrativas, tem como alvo os dramas e tragédias da existência humana. Sobre o tema da mitologia grega, assinale a alternativa CORRETA.
O Catecismo Católico, em sua Terceira Parte – A Vida em Cristo, na Primeira Secção, Capítulo Primeiro, Art. 7, II, trata das “Virtudes” e distingue três “Virtudes Teologais”, as quais “se referem diretamente a Deus e dispõem os cristãos para viverem em relação com a Santíssima Trindade, tendo “Deus Uno e Trino por origem, motivo e objeto.”
Considerando as virtudes elencadas nos itens a seguir, assinale a alternativa que agrupa CORRETAMENTE as denominadas “Virtudes Teologais”:
O Catecismo Católico, em sua Terceira Parte – A Vida em Cristo, na Primeira Secção, Capítulo Primeiro, Art. 7, I, trata das “Virtudes Humanas”, distinguindo quatro “Virtudes Cardeais” que desempenham um papel de “charneira”, pelo que são chamadas de “cardeais”, visto que todas as outras se agrupam em torno delas.
Considerando as virtudes elencadas nos itens a seguir, assinale a alternativa que agrupa CORRETAMENTE as denominadas “Virtudes Cardeais”.
“Não são apenas os pobres que gritam. A Terra também grita, convertida na Grande Pobre, despojada de seus bens e serviços naturais limitados. O Papa Francisco falou recentemente sobre o grito da Terra e dos pobres. A maior agressão que se faz à Terra é não reconhecê-la como a Grande Mãe, Casa Comum e Gaia, um superorganismo vivo que se autorregula e combina todos os elementos necessários para se autogerar continuamente e produzir vidas, especialmente a vida humana, a maior flor do processo evolutivo. A duras penas, ela ainda consegue dissolver os desequilíbrios e manter a capacidade de nos alimentar, assim como toda a comunidade de vida”. (BOFF, 2025)
Leia atentamente as afirmações a seguir.
I- Ao empreender uma mudança no paradigma de sua teologia, passando a entendê-la como Ecoteologia, Boff abandona totalmente os princípios da Teologia da Libertação, visto que não lhe interessa mais a hermenêutica marxista.
II- Na opção pelos pobres contra a pobreza, a Terra deve ser considerada como a Grande Pobre, sendo a missão de todos nós retirá-la da cruz e ressuscitá-la para que sua vitalidade seja mantida.
III- “Face à urgência ecológica, a alternativa que se impõe é esta: ou cuidamos de nossa Mãe-Terra ou não haverá uma arca de Noé que nos salve. Bem disse o Papa Francisco em 2025 na encíclica Fratelli tutti (Todos irmãos e irmãs): ‘estamos no mesmo barco, ou nos salvamos todos ou ninguém se salva’” (BOFF, 2025).
IV- “A ciência nos ajuda a prevenir a chegada de eventos extremos e a mitigar seus danos. Mas ela sozinha não é suficiente. Precisamos de uma nova ética e de outra espiritualidade da Terra, que nos inspirem a encontrar uma forma mais benevolente e cuidadosa de estar aqui. Assim, a Terra ainda poderá nos querer sobre seu solo. Caso contrário, a humanidade, ou uma grande parte dela, pode desaparecer”. (BOFF, 2025)
Considerando apenas as afirmações coerentes com a ECOTEOLOGIA de Boff, são CORRETAS:
Texto 5A2-I
“A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.
Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública, gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações).
O texto 5A2-1 afirma que a filosofia é útil porque ajuda a abandonar ingenuidades e preconceitos do senso comum. No ensino de filosofia, isso significa que o professor deve
Texto 5A2-I
“A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.
Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública, gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações).
A BNCC indica que o ensino de filosofia deve desenvolver a capacidade de analisar argumentos, interpretar discursos e compreender contextos sociopolíticos. De acordo com o texto 5A2-I, a abordagem pedagógica que atende adequadamente a tais competências seria(m)
Texto 5A2-I
“A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.
Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública, gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações).
Segundo a BNCC, o ensino de filosofia deve promover autonomia intelectual e capacidade de argumentação. Essa afirmação se alinha ao exposto no texto 5A2-I porque ambos
Texto 5A2-I
“A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.
Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública, gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações).
Com base no texto 5A2-I, assinale a opção que apresenta o recurso didático adequado ao processo de formação crítica dos alunos.
Acerca do uso pedagógico de obras de arte no ensino médio, assinale a opção que apresenta a assertiva alinhada às perspectivas de Heidegger e Gadamer sobre arte e sentido.