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Calcule o valor da expressão \(2^{4} \cdot 2^{3} \div 2^{2}\)
Cardápio existencial
Antônio Carlos de Farias
– E se a vida for como um cardápio?
A pergunta pegou Rosinha de surpresa. Ela levantou os olhos do menu e se deparou com o marido em estado reflexivo.
– Ora, Alfredo, deixe de filosofar e escolha logo o seu prato.
Os dois haviam saído para jantar e estavam na varanda do Bar Lagoa, de onde se pode ver um cantinho de céu e o Redentor.
– Rosinha, pense nas consequências do que estou dizendo. Se a vida for como um cardápio, nós talvez estejamos escolhendo errado. No lugar da buchada de bode em que nossas vidas se transformaram, poderíamos nos deliciar com escargots. Experimentar sabores novos, mais sofisticados...
– Por que a vida seria como um cardápio, Alfredo? Tenha dó.
– E por que não seria? Ninguém sabe de fato o que é a vida, portanto qualquer acepção é válida, até prova em contrário.
– Benhê, acorda. Ninguém vai aparecer para servir o seu cardápio imaginário. Na vida, a gente tem que ir buscar. A vida é mais parecida com um restaurante a quilo, self-service, entende? [...]
Marque a alternativa em que a concordância verbal está de acordo com a norma culta da língua portuguesa:
Cardápio existencial
Antônio Carlos de Farias
– E se a vida for como um cardápio?
A pergunta pegou Rosinha de surpresa. Ela levantou os olhos do menu e se deparou com o marido em estado reflexivo.
– Ora, Alfredo, deixe de filosofar e escolha logo o seu prato.
Os dois haviam saído para jantar e estavam na varanda do Bar Lagoa, de onde se pode ver um cantinho de céu e o Redentor.
– Rosinha, pense nas consequências do que estou dizendo. Se a vida for como um cardápio, nós talvez estejamos escolhendo errado. No lugar da buchada de bode em que nossas vidas se transformaram, poderíamos nos deliciar com escargots. Experimentar sabores novos, mais sofisticados...
– Por que a vida seria como um cardápio, Alfredo? Tenha dó.
– E por que não seria? Ninguém sabe de fato o que é a vida, portanto qualquer acepção é válida, até prova em contrário.
– Benhê, acorda. Ninguém vai aparecer para servir o seu cardápio imaginário. Na vida, a gente tem que ir buscar. A vida é mais parecida com um restaurante a quilo, self-service, entende? [...]
No trecho “A pergunta pegou Rosinha de surpresa”, o sujeito da oração é:
Cardápio existencial
Antônio Carlos de Farias
– E se a vida for como um cardápio?
A pergunta pegou Rosinha de surpresa. Ela levantou os olhos do menu e se deparou com o marido em estado reflexivo.
– Ora, Alfredo, deixe de filosofar e escolha logo o seu prato.
Os dois haviam saído para jantar e estavam na varanda do Bar Lagoa, de onde se pode ver um cantinho de céu e o Redentor.
– Rosinha, pense nas consequências do que estou dizendo. Se a vida for como um cardápio, nós talvez estejamos escolhendo errado. No lugar da buchada de bode em que nossas vidas se transformaram, poderíamos nos deliciar com escargots. Experimentar sabores novos, mais sofisticados...
– Por que a vida seria como um cardápio, Alfredo? Tenha dó.
– E por que não seria? Ninguém sabe de fato o que é a vida, portanto qualquer acepção é válida, até prova em contrário.
– Benhê, acorda. Ninguém vai aparecer para servir o seu cardápio imaginário. Na vida, a gente tem que ir buscar. A vida é mais parecida com um restaurante a quilo, self-service, entende? [...]
Releia o trecho a seguir e responda à questão: – Ora, Alfredo, deixe de filosofar e
escolha logo o seu prato.
[...]
– Benhê, acorda. Ninguém vai aparecer
para servir o seu cardápio imaginário. Na
vida, a gente tem que ir buscar.
Assinale a alternativa que melhor descreve o nível de linguagem predominante nas falas da personagem Rosinha:
Cardápio existencial
Antônio Carlos de Farias
– E se a vida for como um cardápio?
A pergunta pegou Rosinha de surpresa. Ela levantou os olhos do menu e se deparou com o marido em estado reflexivo.
– Ora, Alfredo, deixe de filosofar e escolha logo o seu prato.
Os dois haviam saído para jantar e estavam na varanda do Bar Lagoa, de onde se pode ver um cantinho de céu e o Redentor.
– Rosinha, pense nas consequências do que estou dizendo. Se a vida for como um cardápio, nós talvez estejamos escolhendo errado. No lugar da buchada de bode em que nossas vidas se transformaram, poderíamos nos deliciar com escargots. Experimentar sabores novos, mais sofisticados...
– Por que a vida seria como um cardápio, Alfredo? Tenha dó.
– E por que não seria? Ninguém sabe de fato o que é a vida, portanto qualquer acepção é válida, até prova em contrário.
– Benhê, acorda. Ninguém vai aparecer para servir o seu cardápio imaginário. Na vida, a gente tem que ir buscar. A vida é mais parecida com um restaurante a quilo, self-service, entende? [...]
Qual a figura de linguagem predominante no trecho “No lugar da buchada de bode em que nossas vidas se transformaram, poderíamos nos deliciar com escargots”?
Cardápio existencial
Antônio Carlos de Farias
– E se a vida for como um cardápio?
A pergunta pegou Rosinha de surpresa. Ela levantou os olhos do menu e se deparou com o marido em estado reflexivo.
– Ora, Alfredo, deixe de filosofar e escolha logo o seu prato.
Os dois haviam saído para jantar e estavam na varanda do Bar Lagoa, de onde se pode ver um cantinho de céu e o Redentor.
– Rosinha, pense nas consequências do que estou dizendo. Se a vida for como um cardápio, nós talvez estejamos escolhendo errado. No lugar da buchada de bode em que nossas vidas se transformaram, poderíamos nos deliciar com escargots. Experimentar sabores novos, mais sofisticados...
– Por que a vida seria como um cardápio, Alfredo? Tenha dó.
– E por que não seria? Ninguém sabe de fato o que é a vida, portanto qualquer acepção é válida, até prova em contrário.
– Benhê, acorda. Ninguém vai aparecer para servir o seu cardápio imaginário. Na vida, a gente tem que ir buscar. A vida é mais parecida com um restaurante a quilo, self-service, entende? [...]
Com base no diálogo entre os personagens, é correto afirmar que:
Diz a lenda que Pirarucu era um jovem e bravo guerreiro da tribo dos Uiá que, mesmo sendo filho do chefe Pindarô, um homem bom e generoso, Pirarucu nasceu e se criou com um coração muito perverso.
Segundo o que se conta, Pirarucu não tinha jeito: vivia criticando os deuses e, quando seu pai descuidava, executava seus próprios irmãos de aldeia por razão nenhuma.
Cansado dos desatinos de Pirarucu, Tupã um dia convocou os poderes de Polo, o relâmpago, e de Iururaruaçu, a deusa das correntes, para puni-lo. Foi então que Pirarucu enfrentou a maior de todas as tempestades, quando pescava às margens do Rio Tocantins.
Pirarucu bem que tentou escapar, mas um relâmpago fulminante o atingiu no peito, e seu corpo, ainda vivo, foi levado para as profundezas do rio, onde se transformou no peixe que conhecemos hoje.
No trecho “Pirarucu bem que tentou escapar, mas um relâmpago fulminante o atingiu no peito”, a palavra “mas” foi usada para:
Diz a lenda que Pirarucu era um jovem e bravo guerreiro da tribo dos Uiá que, mesmo sendo filho do chefe Pindarô, um homem bom e generoso, Pirarucu nasceu e se criou com um coração muito perverso.
Segundo o que se conta, Pirarucu não tinha jeito: vivia criticando os deuses e, quando seu pai descuidava, executava seus próprios irmãos de aldeia por razão nenhuma.
Cansado dos desatinos de Pirarucu, Tupã um dia convocou os poderes de Polo, o relâmpago, e de Iururaruaçu, a deusa das correntes, para puni-lo. Foi então que Pirarucu enfrentou a maior de todas as tempestades, quando pescava às margens do Rio Tocantins.
Pirarucu bem que tentou escapar, mas um relâmpago fulminante o atingiu no peito, e seu corpo, ainda vivo, foi levado para as profundezas do rio, onde se transformou no peixe que conhecemos hoje.
Marque a alternativa cuja divisão silábica da palavra “relâmpago” está correta.
Diz a lenda que Pirarucu era um jovem e bravo guerreiro da tribo dos Uiá que, mesmo sendo filho do chefe Pindarô, um homem bom e generoso, Pirarucu nasceu e se criou com um coração muito perverso.
Segundo o que se conta, Pirarucu não tinha jeito: vivia criticando os deuses e, quando seu pai descuidava, executava seus próprios irmãos de aldeia por razão nenhuma.
Cansado dos desatinos de Pirarucu, Tupã um dia convocou os poderes de Polo, o relâmpago, e de Iururaruaçu, a deusa das correntes, para puni-lo. Foi então que Pirarucu enfrentou a maior de todas as tempestades, quando pescava às margens do Rio Tocantins.
Pirarucu bem que tentou escapar, mas um relâmpago fulminante o atingiu no peito, e seu corpo, ainda vivo, foi levado para as profundezas do rio, onde se transformou no peixe que conhecemos hoje.
Qual das palavras abaixo é um substantivo próprio?
Diz a lenda que Pirarucu era um jovem e bravo guerreiro da tribo dos Uiá que, mesmo sendo filho do chefe Pindarô, um homem bom e generoso, Pirarucu nasceu e se criou com um coração muito perverso.
Segundo o que se conta, Pirarucu não tinha jeito: vivia criticando os deuses e, quando seu pai descuidava, executava seus próprios irmãos de aldeia por razão nenhuma.
Cansado dos desatinos de Pirarucu, Tupã um dia convocou os poderes de Polo, o relâmpago, e de Iururaruaçu, a deusa das correntes, para puni-lo. Foi então que Pirarucu enfrentou a maior de todas as tempestades, quando pescava às margens do Rio Tocantins.
Pirarucu bem que tentou escapar, mas um relâmpago fulminante o atingiu no peito, e seu corpo, ainda vivo, foi levado para as profundezas do rio, onde se transformou no peixe que conhecemos hoje.
No trecho “Pirarucu era um jovem e bravo guerreiro”, as palavras "jovem" e "bravo" são: