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35 questões encontradas
O QUE VOCÊ VAI FAZER COM ESSES OSSOS?
DECORAÇÃO!
CUIDADO CACHORRO BRAVO
Assinale a opção em que a reescritura do trecho acima respeita as regras da norma culta quanto ao emprego da pontuação e não modifica o sentido original do texto.
O QUE VOCÊ VAI FAZER COM ESSES OSSOS?
DECORAÇÃO!
CUIDADO CACHORRO BRAVO
De acordo com a norma culta, no trecho "O que você vai fazer com esses ossos?", o uso de "esses" está:
TA' ROLANDO GOLPE NOVO...
COMO É?
UMA PESSOA - QUE VOCÊ CONHEÇA, ATE - DIZ QUE EXISTE UM GOLPE NOVO E PEDE O SEU CELULAR PRAMOSTRAR. EMPRESTA O CELULAR.
AT A PESSOA PEDE PRA VOCÊ A SENHA PRA MOSTRAR COMO É O GOLPE. DIZA SENHA:
AÍ A PESSOA ENTRA NO SEU BANCO E TRANSFERE GRANA PRA ELA NA TUA CARA. CÊ TA' BRINCANDO.
Coloque V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmativas abaixo, relativas à conjugação dos verbos "emprestar" e "dizer". Em seguida, marque a opção correta.
( ) Em "Empresta o celular", a forma "empresta" está conjugada na segunda pessoa (tu) do imperativo.
( ) Em "Diz a senha", a forma "diz" está conjugada na terceira pessoa do singular (ele) do presente do indicativo.
( ) Em "Empresta o celular", a forma "empresta" está conjugada na terceira pessoa do singular (ele) do presente do subjuntivo.
( ) Em "Diz a senha", a forma "diz" está conjugada na segunda pessoa do singular (tu) do imperativo.
TA' ROLANDO GOLPE NOVO...
COMO É?
UMA PESSOA - QUE VOCÊ CONHEÇA, ATE - DIZ QUE EXISTE UM GOLPE NOVO E PEDE O SEU CELULAR PRAMOSTRAR. EMPRESTA O CELULAR.
AT A PESSOA PEDE PRA VOCÊ A SENHA PRA MOSTRAR COMO É O GOLPE. DIZA SENHA:
AÍ A PESSOA ENTRA NO SEU BANCO E TRANSFERE GRANA PRA ELA NA TUA CARA. CÊ TA' BRINCANDO.
Observe o trecho abaixo, retirado do segundo quadrinho do texto 4: "Uma pessoa — que você conheça, até — diz que existe um golpe novo e pede o seu celular pra mostrar".
Assinale a opção que apresenta um sinônimo para a palavra "até".
TA' ROLANDO GOLPE NOVO...
COMO É?
UMA PESSOA - QUE VOCÊ CONHEÇA, ATE - DIZ QUE EXISTE UM GOLPE NOVO E PEDE O SEU CELULAR PRAMOSTRAR. EMPRESTA O CELULAR.
AT A PESSOA PEDE PRA VOCÊ A SENHA PRA MOSTRAR COMO É O GOLPE. DIZA SENHA:
AÍ A PESSOA ENTRA NO SEU BANCO E TRANSFERE GRANA PRA ELA NA TUA CARA. CÊ TA' BRINCANDO.
Analise as afirmativas abaixo sobre o texto 4.
I- O emprego de expressões comuns no registro informal, tais como "tá", "pra", "tua cara", é adequado para o contexto de conversação.
II- Todas as expressões empregadas no diálogo são adequadas para o registro formal.
III- Predomina o registro formal da língua.
IV- Predomina o registro informal da língua.
Marque a opção correta.
TA' ROLANDO GOLPE NOVO...
COMO É?
UMA PESSOA - QUE VOCÊ CONHEÇA, ATE - DIZ QUE EXISTE UM GOLPE NOVO E PEDE O SEU CELULAR PRAMOSTRAR. EMPRESTA O CELULAR.
AT A PESSOA PEDE PRA VOCÊ A SENHA PRA MOSTRAR COMO É O GOLPE. DIZA SENHA:
AÍ A PESSOA ENTRA NO SEU BANCO E TRANSFERE GRANA PRA ELA NA TUA CARA. CÊ TA' BRINCANDO.
Assinale a opção correta, do ponto de vista da norma culta, sobre o uso dos pronomes "seu" e "tua" no texto 4.
FORTÍSSIMO BICEPSTUDÍSSIMO
RAPIDÍSSIMO
BONÍSSIMO INTELIGENTÍSSIMO
O SUPER-LATIVO
Qual opção apresenta uma palavra do texto 3 formada a partir de um substantivo?
FORTÍSSIMO BICEPSTUDÍSSIMO
RAPIDÍSSIMO
BONÍSSIMO INTELIGENTÍSSIMO
O SUPER-LATIVO
Assinale a opção que apresenta uma justificativa correta para o uso do acento das palavras acentuadas do texto 3 ("fortíssimo; bicepstudíssimo; rapidíssimo; boníssimo; inteligentíssimo").
Por parte de pai
Debruçado na janela meu avô espreitava a rua da Paciência, inclinada e estreita. Nascia lá em cima, entre casas miúdas e se espichava preguiçosa, morro abaixo. Morria depois da curva, num largo com sapataria, armazém, armarinho, farmácia, igreja, tudo perto da escola Maria Tangará, no Alto de São Francisco.
[...] Eu brincava na rua, procurando o além dos olhos, entre pedras redondas e irregulares calçando a rua da Paciência. Depois das chuvas, essas pedras centenárias, cinza, ficavam lisas e limpas, cercadas de umidade e areia lavada. Nas enxurradas desciam lascas de malacheta brilhando como ouro e prata, conforme a luz do sol.
[...] Meu avô, pela janela, me vigiava ou abençoava, até hoje não sei, com seu olhar espantado de quem vê cada coisa pela primeira vez. E aqueles que por ali passavam lhe cumprimentavam: "Oi, seu Queirós". Ele respondia e rimava: "Tem dó de nós". Minha avó, assentada na sala, fazendo bico de crochê em pano de prato, não via a rua.
[...] O café, colhido no quintal da casa, dava para o ano todo, gabava meu avô, espalhando a colheita pelo chão de terreiro, para secar. O quintal se estendia para muito depois do olhar, acordando surpresa em cada sombra. Torrado em panela de ferro, o café era moído preso no portal da cozinha. O café do bule era grosso e forte, e o da cafeteira, fraco e doce. Um para adultos e outro para crianças. O aroma do café se espalhava pela casa, despertando a vontade de mastigar queijo, saborear bolo de fubá, comer biscoito de polvilho, assado em forno de cupim. [...] Minha avó, coado o café, deixava o bule e a cafeteira sobre a mesa forrada com toalha de ponto cruz, e esperava as quitandeiras.
Tudo se comprava na porta: verduras, leite, doces, pães. Com a caderneta do armazém comprava-se o que não podia ser plantado em casa. No final do mês, ao pagar a conta ganhava-se uma lata de marmelada.
Depois do cafezal, na divisa com a serra, corria o córrego, fino e transparente. Tomávamos banho pelados, até a ponta dos dedos ficarem enrugadas. Meu avô raras vezes, nos fazia companhia.
[...] Meu avô conhecia o nome das frutas. Na hora de voltar, ele trazia, se equilibrando pelos caminhos, uma lata de areia para minha avó arear as panelas de ferro.
[...] Atrás da horta havia chiqueiro onde três ou quatro porcos dormiam e comiam, sem desconfiar do futuro. Se eu fosse porco não engordava nunca, imaginava. La passar fome, fazer regime, para continuar vivendo.
[...] Meu avô me convidou, naquela tarde, para me assentar ao seu lado nesse banco cansado. Pegou minha mão e, sem tirar os olhos do horizonte, me contou:
O tempo tem uma boca imensa. Com sua boca do tamanho da eternidade ele vai devorando tudo, sem piedade. O tempo não tem mesa. Mastiga rios, árvores, crepúsculos. Tritura os dias, as noites, o sol, a lua, as estrelas. Ele é o dono de tudo. Pacientemente ele engole todas as coisas, degustando nuvens, chuvas, terras, lavouras. Ele consome as histórias e saboreia os amores. Nada fica para depois do tempo.
[...] As madrugadas, os sonhos, as decisões, duram na boca do tempo. Sua garganta traga as estações, os milênios, o ocidente, o oriente, tudo sem retorno. E nós, meu neto, marchamos em direção à boca do tempo.
Meu avô foi abaixando a cabeça e seus olhos tocaram em nossas mãos entrelaçadas. Eu achei serem pingos de chuva as gotas rolando sobre os meus dedos, mas a noite estava clara, como tudo mais.
Assinale a opção em que o narrador-personagem demonstra dúvida sobre a verdadeira intenção de outro personagem.
Por parte de pai
Debruçado na janela meu avô espreitava a rua da Paciência, inclinada e estreita. Nascia lá em cima, entre casas miúdas e se espichava preguiçosa, morro abaixo. Morria depois da curva, num largo com sapataria, armazém, armarinho, farmácia, igreja, tudo perto da escola Maria Tangará, no Alto de São Francisco.
[...] Eu brincava na rua, procurando o além dos olhos, entre pedras redondas e irregulares calçando a rua da Paciência. Depois das chuvas, essas pedras centenárias, cinza, ficavam lisas e limpas, cercadas de umidade e areia lavada. Nas enxurradas desciam lascas de malacheta brilhando como ouro e prata, conforme a luz do sol.
[...] Meu avô, pela janela, me vigiava ou abençoava, até hoje não sei, com seu olhar espantado de quem vê cada coisa pela primeira vez. E aqueles que por ali passavam lhe cumprimentavam: "Oi, seu Queirós". Ele respondia e rimava: "Tem dó de nós". Minha avó, assentada na sala, fazendo bico de crochê em pano de prato, não via a rua.
[...] O café, colhido no quintal da casa, dava para o ano todo, gabava meu avô, espalhando a colheita pelo chão de terreiro, para secar. O quintal se estendia para muito depois do olhar, acordando surpresa em cada sombra. Torrado em panela de ferro, o café era moído preso no portal da cozinha. O café do bule era grosso e forte, e o da cafeteira, fraco e doce. Um para adultos e outro para crianças. O aroma do café se espalhava pela casa, despertando a vontade de mastigar queijo, saborear bolo de fubá, comer biscoito de polvilho, assado em forno de cupim. [...] Minha avó, coado o café, deixava o bule e a cafeteira sobre a mesa forrada com toalha de ponto cruz, e esperava as quitandeiras.
Tudo se comprava na porta: verduras, leite, doces, pães. Com a caderneta do armazém comprava-se o que não podia ser plantado em casa. No final do mês, ao pagar a conta ganhava-se uma lata de marmelada.
Depois do cafezal, na divisa com a serra, corria o córrego, fino e transparente. Tomávamos banho pelados, até a ponta dos dedos ficarem enrugadas. Meu avô raras vezes, nos fazia companhia.
[...] Meu avô conhecia o nome das frutas. Na hora de voltar, ele trazia, se equilibrando pelos caminhos, uma lata de areia para minha avó arear as panelas de ferro.
[...] Atrás da horta havia chiqueiro onde três ou quatro porcos dormiam e comiam, sem desconfiar do futuro. Se eu fosse porco não engordava nunca, imaginava. La passar fome, fazer regime, para continuar vivendo.
[...] Meu avô me convidou, naquela tarde, para me assentar ao seu lado nesse banco cansado. Pegou minha mão e, sem tirar os olhos do horizonte, me contou:
O tempo tem uma boca imensa. Com sua boca do tamanho da eternidade ele vai devorando tudo, sem piedade. O tempo não tem mesa. Mastiga rios, árvores, crepúsculos. Tritura os dias, as noites, o sol, a lua, as estrelas. Ele é o dono de tudo. Pacientemente ele engole todas as coisas, degustando nuvens, chuvas, terras, lavouras. Ele consome as histórias e saboreia os amores. Nada fica para depois do tempo.
[...] As madrugadas, os sonhos, as decisões, duram na boca do tempo. Sua garganta traga as estações, os milênios, o ocidente, o oriente, tudo sem retorno. E nós, meu neto, marchamos em direção à boca do tempo.
Meu avô foi abaixando a cabeça e seus olhos tocaram em nossas mãos entrelaçadas. Eu achei serem pingos de chuva as gotas rolando sobre os meus dedos, mas a noite estava clara, como tudo mais.
Marque a opção que apresenta uma palavra com o mesmo número de fonemas e letras.